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Ficar em silêncio pode valer mais a pena do que tentar explicar o que sente.
Com ardor, John
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quando você foi embora
eu me enchi de tarefas
para que o meu choro
fosse mais de exaustão
Do que sobre você.
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some things alex cut out that i love to see later
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"Eu sempre me senti sozinha.
Mesmo nos braços de meu pai, em uma conversa muito sincera com a minha mãe, e em momentos pequenos com meus irmãos. Eu sempre me senti sozinha.
e essa frase me pesa, sozinha, eu sinto fardo de ser tão sentimental, tão frágil, tão sensível, tão fácil de magoar. meu coração se quebra mais rápido que um copo caindo no chão, ou se rasga por inteiro mais facilmente que um papel.
E eu não pedi pra ser assim. Ninguém escolhe ser assim. E eu acredito que se tudo fosse diferente, apesar de perdas que levaram algo de mim, eu talvez, seria uma pessoa mais resistente a qualquer merda.
Quando eu descobri que eu era um pouco boa em escritas, que meus professores gostavam da forma que eu escrevia isso fez eu me achar em algo. Nas palavras.
Uma professora que eu gostava muito me deu um livro de poesias do Vinícius de Moraes e em uma dessas poesias, agora em 2020 eu achei uma específica que eu não entendo muito pra ser honesta mas eu acho que ela me cabe perfeitamente, que diz assim;
"Nasço amanhã
Ando onde há espaço
_Meu tempo é quando"
No vazio do meu peito eu carrego muita dor, das pessoas que se foram, das coisas que me dizem, dos amores que nem se quer me amaram de volta."
02/11/2020
Agatha Leucas
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Texto de algum dia muito difícil pra mim.
"Partiram meu coração algumas vezes, e todos os estilhaços que foram se multiplicando, com o tempo eu os deixei que o passado levasse. Como as feridas que ficam marcadas, como as cicatrizes da alma, as palavras que te cortam mais que facas e lâminas afiadas.
E em falar no passado, tem coisas das quais não dá pra se esquecer, ou ignorar.
Tem dias que eu lembro de coisas muito bonitas, coisas da infância, conversas, pequenos momentos que pra mim são incríveis. E tem dias que é tudo muito nublado, como se fosse uma tortura psicológica a cada segundo que certa lembrança se faz presente.
As vezes me pego pensando se tudo que eu escrevo é compreendido ou pelo menos significa algo. Já faz tempo que eu não peço mais socorro, pois nem sei o que ajudaria a minha carne e nem a minha alma. Não sei o que é um abraço, afeto e carinho há muitos anos. É como se a única coisa que me cerca é a melancolia. Está nos meus olhos. Nas minhas olheiras. Mas minhas cicatrizes. Na minha vida.
Meu quarto é vazio como meu peito, e meu coração tem doido de verdade as vezes, mas nem me importo se um dia eu tiver uma parada cardíaca ou algo do tipo, eu acho que é só ansiedade de querer viver, mas não viver do jeito que eu fiz antes. Nem mesmo do jeito que deveria ser certo. Mas quero passar longe do errado, das pessoas ruins, das coisas que eu sempre quis fugir como se fossem os vultos que me perseguiam.
São quatro e vinte e cinco da manhã, meu sono fala mais alto que as palavras que saem dos meus dedos agora, dos meus medos tolos, dos meus fracassos. Passei o dia no quarto e pretendo fazer isso até que minha mãe reconheça que me magoou com suas palavras afiadas. Sobre meu corpo, sobre minha carne. Eu também a repúdio mas eu não posso sair de mim e jogar minha própria carcaça fora, só quando eu morrer eu vou me libertar.
E nessas horas eu me pergunto, quando estou em total solidão, em pensamentos que nunca imaginei me aprofundar: eu sempre fui assim? Sempre foi culpa minha as pessoas não permanecerem por tanto tempo?
Eu já não me apego a mais ninguém, a não ser os meus gatos, e agora eu acabo de perceber isso. Tem pessoas que me trazem boas conversas, boas transas, boas companhias e tem muitas pessoas que afetam negativamente. Já entendi que a vida tem dessas, mas eu não quero essas coisas pra minha, não mais.
Estou exausta, de sono como eu já disse e psicologicamente, mentalmente, fisicamente, de todas as formas que se pode imaginar. Parece que a minha vida nunca teve um começo e isso é a amostra grátis do que é o fim."
16/02/2021
Agatha Leucas
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“Escrevo uma folha inteira sobre você e ainda parece que a folha está em branco.”
— Gustavo Camargo.
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