❝ we've only just b e g u n hypnotized by ( drums ) until forever comes you'll find us chasing the s u n ; they said this day wouldn't come we refused to run we've only just begun you'll find us chasing the sun; when the day light's fading we're gonna play in the dark till it's ( golden ) again ❞
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In which High King Peter is actually a Disney princess
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William Moseley as Prince Liam Henstridge on The Royals, Season 1; 1.06 “The Slings and Arrows of Outrageous Fortune” Part ½
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William Moseley photographed by Caitlin Cronenberg
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❛ ✧ ––– 𝕒 𝕿𝖍𝖔𝖒𝖆𝖛𝖎𝖆 𝕒𝕖𝕤𝕥𝕙𝕖𝕥𝕚𝕔. ❜
We've only just 𝓫𝓮𝓰𝓾𝓷 𝕳𝖞𝖕𝖓𝖔𝖙𝖎𝖟𝖊𝖉 by drums Until forever comes You'll find us chasing the 𝓈𝓊𝓃
When the 𝕕𝕒𝕪𝕝𝕚𝕘𝕙𝕥'𝕤 fading We're gonna play ɪɴ ᴛʜᴇ ᴅᴀʀᴋ Till it's 𝐆𝐎𝐋𝐃𝐄𝐍 again
And now it feels so 𝓪𝓶𝓪𝔃𝓲𝓷𝓰 Can't 𝕤𝕖𝕖 you ᴄᴏᴍɪɴɢ And we'll never 𝐠𝐫𝐨𝐰 𝐨𝐥𝐝 again You'll find us 𝕔𝕙𝕒𝕤𝕚𝕟𝕘 𝕥𝕙𝕖 𝐒𝐔𝐍
✧
Terceira Corte
A luz dourada batia na vidraça, proporcionando ao ambiente um brilho característico do final de tarde, e já trajando seu terno em tons de preto e dourado, Thomas seguia para o saguão principal da Terceira Corte. O mesmo ano que terminara seus estudos em Fimbulvert fora o ano em que Aalok viera a falecer --- não era cedo, visto que o antigo grão senhor da Terceira já tinha vivido tempo o suficiente. Ciana, no entanto, era bem mais jovem e continuava viva e saudável. Seria mentira dizer que o arrefecer do patriarca dos Altumsolis havia sido de grande comoção para qualquer um que o cercasse. Não era dos piores comandantes, mas sem dúvidas, era uma das piores pessoas que Thomas já havia conhecido em vida --- superava até Dammion Gladhor, sujeito que fazia Thomas querer pensar milhares de vezes antes de estabelecer qualquer relação com a Sexta Corte.
Bem, mas era impossível evita-la, certo? O desgosto pela Sexta de forma geral era presente em Altumsolis, mas havia duas presenças que haveria de ver e rever constantemente, graças as relações interpessoais que mantinha com pessoas que tinham proximidade com eles. Três, na verdade. O posto de grão senhor proporcionou a Thomas poderes que jamais tivera, e um deles --- talvez o mais valioso --- era o da decisão. E após se deparar com a situação da alada que, ao longo dos anos no instituto, considerou uma grande amiga, foi inevitável trazer Belladonna para passar o período que precisasse na Terceira. As outras duas figuras da Sexta tinham nome e sobrenome: Fenrys Hotharn e Dmitri Donndubhán. Fenrys era uma questão peculiar para um Thomas que sempre deu tanta atenção ao alado quanto o arbusto do quintal de Fimbulvert, mas lá estava ele: praticamente matebond --- ou algo do tipo --- de sua melhor amiga, Gustavia Holgersen. Nunca havia tido grande contato com Lyra Aehorn, mas Gweyr sim; ora, elas eram praticamente inseparáveis, e as visitas da quintista à amiga eram tão constantes quanto a distância entre ambas permitia --- e a presença de Lyra era quase sempre acompanhada da de Dmitri. Não era grande problema, até eles decidirem ter filhos; veja bem, tiveram o primeiro antes de se casar, o que foi escandaloso para os Aehorn, mas os colegas não os repreenderam de tal forma ––– muito pelo contrário, acolheram bem a ideia e a família. Thomas ouviu falar que os doze irmãos do Dmitri --- exceto por um chamado Rodion --- encararam bem. Mas a personalidade do primogênito acabava sendo um problema das vezes que Lyra o trazia para a Terceira, pois Alexander, além de ter nascido com super velocidade, claramente possuía algum tipo de hiperatividade, o que era sinônimo de uma grande bagunça no palácio. Ironicamente, melhorou com o nascimento dos gêmeos ––– pelo menos Clara e Theodore pareciam se dar bem, e a partir daí, a chegada dos Donndubhán trazia um brilho no olhar da Altumsolis mais jovem que era impossível não deixar Thomas genuinamente feliz.
Adentrou no recinto para ter as íris azuladas deliciadas pelo cenário. Estava tudo ali. A decoração, toda em detalhes dourados fazia jus a Terceira Corte. Gustavia diria que não precisava daquilo; que Thomas estava exagerando --- mas bem, se não exagerasse, se tratando de simplesmente sua melhor amiga, não seria Thomas Altumsolis, e não importava quantas vezes Tavia dissesse que não precisava. Para Tom, sempre precisava. A mesa estava devidamente organizada, com os comes e bebes distribuídos devidamente, e os presentes num local específico da sala. Os convidados... Todos ali, o que foi motivo para um sorriso discreto, porém sincero, se formasse nos lábios do atual Grão Senhor. Fenrys aguardava a chegada da namorada junto a Sphiel, dois alados que Altumsolis sabia que nutriam uma simpatia especial por ele... Mas por Gustavia, sabia que eles iriam até o Helheim. Mais adiante, estava Maiele, e pouco depois dele, Dmitri e Lyra. A sua direita, encontrava-se quem havia o ajudado na organização de todo o evento, e se animado talvez mais do que o próprio Thomas para tal. Podia-se dizer qualquer coisa de Gweyr Whitethorn, mas que era uma das garotas mais atenciosas e amorosas que ele havia conhecido, era fato. Ao seu encalço, em suas usuais sapatilhas de ballet e com o sorriso delicado desenhado nos lábios, encontrava-se Clara. A primogênita de Thomas e Gweyr não podia nutrir mais apreço pela alada aniversariante do dia, e fez questão de ser presente na organização, tentando ajudar da maneira que uma criança de oito anos podia.
As íris azuladas olharam novamente pela janela; Tavia disse que chegaria quando anoitecesse, e o sol já estava baixo o suficiente para que as estrelas salpicassem no céu azul. E quando ouviu a maçaneta girar, Thomas virou-se para se deparar com a figura da melhor amiga adentrando no saguão. Tinha dito a Gustavia que necessitava dela ali esta noite, pois havia de tratar de algo muito importante --- e bem, não contara nenhuma mentira, não? A quando a alada-se fez-se presente, foi possível ouvir diversos proferires de ‘feliz aniversário!’ desconexos, seguido de abraços e cumprimentos. Não demorou para que Altumsolis fosse em direção a loira, envolvendo-a num calorosos e amistoso abraço. “ ––– Foi necessário.” Proferiu, ainda com a amiga nos braços, e quando finalmente a soltou, sorria com os lábios e os olhos. “ ––– Feliz aniversário, Tavia. Você merece tudo do bom e do melhor. E nunca se esqueça: você é e sempre será a minha pessoa.”
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❛ ⋆ ° ∗ ∘ ❋ I could 𝖜𝖗𝖎𝖙𝖊 a 𝕊𝕆ℕ𝔾 in my 𝓃𝑒𝓌 𝓅𝒾𝒶𝓃𝑜. ❜
Há quem diga que os herdeiros são privilegiados. Há quem garanta, que tais privilégios vêm de nascença, de uma loteria genética a qual se é bem sucedido sem precisar de grandes esforços. Leigo engano, era o que pensava um Thomas Altumsolis, enquanto caminhava nos típicos passos lentos e ritmados até o salão principal do Palácio da Terceira Corte. Aalok havia falecido havia alguns anos; Ciana, encontrava-se viva e com saúde, mas não mais residia no palácio ––– segundo ela, aquela era a casa de Thomas e Gweyr desde que este herdou os poderes de Grão Senhor. Ele, no entanto, cansava-se de dizer que tal ideologia era besteira, mas Ciana tinha plena convicção de que o que fazia, residindo no palácio de verão, era o certo. Altumsolis pensava nisso quando deixou que a destra bronzeada puxasse a maçaneta dourada do salão principal ––– no momento, livre da presença de qualquer visitante ––– e adentrou no ambiente. E se aquela visão era a recompensa de todos os dias, Thomas poderia considerar-se o homem mais sortudo do mundo. " ––– Papai, papai, papai!" A voz em soprano foi a primeira que atingiu os ouvidos do loiro, e foi impossível conter o sorriso genuíno, alegre e agradecido ao ver a figura de Clara Whitethorn-Altumsolis correr em sua direção ––– isso antes, é claro, da morena tropeçar no próprio pé e cair no chão. Mas aquilo não era problema para a pequena Clara, que imediatamente levantou-se do chão e continuou seu percurso até os braços de Thomas, jogando-se sem qualquer timidez em um abraço caloroso, acompanhado de um gritinho de felicidade. Com Clara, era sempre assim ––– e Tom tinha orgulho de dizer a quem quer que o perguntasse que a pequena havia puxado tal característica da mãe. " ––– Papai, olha o que eu aprendi a fazer hoje!" A primogênita sorria com os olhos enquanto equilibrava-se na sapatilha que havia ganhado na semana anterior, quando insistira que gostaria de começar as aulas de ballet. Antes de cair a ficha de que seria indubitavelmente Grão Senhor, Thomas tinha aspirações para ser maestro. Hoje, concluíra que não era tão difícil fazer os dois, por mais que o tempo fosse curto para o segundo trabalho. A ligação dos Altumsolis com a música, no entanto, havia incentivado Clara a também querer aprender algo sobre; as aulas de piano seguiam tranquilas e sem dificuldades desde o início ––– pelo visto, a facilidade no aprendizado no instrumento era presente na mais velha ––– mas ela ainda não estava satisfeita; queria aprender ballet; isso, exatamente aquela dança que papai tocava para, quando havia apresentação de Quebra Nozes ou Lago dos Cisnes no Teatro Principal; e bem, desde que Thomas e Gweyr fundaram o primeiro teatro na Terceira Corte, novas oportunidades para aspirantes a músicos desenvolverem suas habilidades com dignidade foram abertas, fossem alados ou luminosos; também eram recorrentes os concertos, e os que o herdeiro tinha condições de colaborar, ele não media esforços para, sendo compositor de uma boa parte dos ballets ––– mas claro, não trabalhava sozinho; nunca o fizera. " ––– Eu vou adorar saber o que você aprendeu hoje, meu amor." O sorriso brincava nos lábios de Altumsolis enquanto ele via os movimentos de uma Clara que, aparentemente, havia se dedicado bastante as aulas de dança. Contudo, não era raro a primogênita escorregar no chão do palácio, caindo com mais frequência do que a maioria das crianças de oito anos que eles conheciam. No entanto, aquilo estava longe de ser um defeito para um pai tão orgulhoso como o Grão Senhor. Não, Thomas achava cada movimento que Clara realizava, simplesmente adorável ––– e suspirava cada vez que pensava no quanto ela lembrava-lhe de Gweyr. E foi só pensar na esposa, para ser presenteado com sua visão adentrando no ambiente, o sorriso iluminado presente nos lábios, fazendo Thomas ganhar mais o dia do que imaginara. " ––– Ela treinou o dia todo, príncipe." Alegou, e Thomas permitiu-se alargar o sorriso. Gweyr sempre fora linda aos olhos de Altumsolis, mas a barriga de gestante, contudo, lhe dava um aspecto especial. Permitiu-se aproximar-se da esposa em passos largos, e não se demorou em repousar as mãos na cintura de Whitethorn e beija-la ––– um beijo rápido, mas genuinamente amoroso. " ––– Eu acredito, meu amor." Respondeu, desviando os olhos de Gweyr para uma Clara que parecia agora entretida em praticar os passos da dança repetidas vezes ––– e logo depois, voltando-os novamente para a esposa. " ––– Aliás, tenho boas notícias! Hoje chegou uma carta de Gustavia. Ela vem nos visitar amanhã. Trará Fenrys junto, e eu tenho certeza que ele só vem por sua causa." Afinal, Fenrys e Thomas haviam aprendido a se suportar, graças a Gweyr e Gustavia, mas a convivência entre os dois ainda andava em corda bamba. Todavia, não era difícil manter a educação em nenhuma circunstância. " ––– E depois, voltam para ver o nascimento dele." E a destra foi repousada na barriga de Gweyr, que pelas contas, já devia estar com sete meses de gravidez. " ––– Como está se sentindo? Está bem? Precisa que eu faça algo para você?" A atenção de Thomas para com uma Gweyr gestante triplicava, talvez por ele se sentir, agora, responsável na colaboração do bem estar na esposa e do bebê. " ––– Ele chutou hoje?" Olhou para Gweyr, e depois para a barriga, e permitiu-se ajoelhar para poder repousar um beijo no futuro filho ––– ou filha, eles não sabiam. " ––– Papai, papai, sabe o que a mamãe disse? Que o meu irmãozinho vai me ajudar a fazer bolinhos! Muitos bolinhos!" Agora, Clara havia esquecido os passos de ballet para correr em direção aos pais, proferindo as palavras na tonalidade alegre de sempre. " ––– Mamãe, o que os outros reis acham de bolinhos? Quando a Tia Lyra veio aqui ela não os comeu todo! Nem o tio Dmitri. Mas quando tia Tavia vier aqui, o papai fala para ela comer, e você fala pro tio Fenrys, tudo bem?". Thomas apenas assentiu com um sorriso. " ––– Pode deixar, querida. Eles vão comer todos os seus bolinhos." E com Gweyr envolvida em um dos braços, Thomas utilizou o outro para puxar Clara para perto de si, envolvendo a família em um caloroso abraço. E aquele momento, aqueles risos, aqueles rostos, eram a prova de que, tudo o que Thomas precisava para ser feliz estavam na sua frente: a sua família. E achava impossível amar mais algo do que as amava.
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" –– Tudo bem. O que desejar." Proferiu, deixando que a sombra de um sorriso tomasse seus lábios. O sorriso se alargou sutilmente, ainda sem mostrar os dentes, quando recebeu o beijo na bochecha de Whitethorn, e continuou a seguir caminho até os aposentos da morena. " –– Eu sei, Gweyr. E amo sua presença, mas... Preciso também de tempo para curar."
fitzwillixm.
Franziu o cenho para o pedido de Whitethorn, sendo que nunca ninguém havia pedido algo semelhante. “ –– Ajuda com seu quarto? Eu? Mas para quê?” Indagou, a sobrancelha ainda erguida. “ –– Eu preferi ficar um tempo sozinho, Gweyr. Fiquei lendo uns livros, compondo umas músicas… Querendo ou não, sinto falta de algumas pessoas.”
❛ — Eu acordei essa manhã e percebi que não quero mais algumas coisas de lá, sabe? Pensei que você poderia me ajudar como meu amigo. ❜ explicou, gesticulando brevemente com a mão enquanto o encarava. ❛ — Não que você seja só meu amigo! É que agora eu preciso do Thomas de sempre para me ajudar a decidir o que vai ficar. ❜ resumiu, dando de ombros e se inclinando para lhe dar um beijo na bochecha. ❛ — Sabe, Tommy, eu sei que não posso tapar o buraco dessas pessoas, mas eu sempre estarei aqui quando você quiser conversar, ok? ❜
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" –– Eu espero também." Proferiu, o lábios sendo comprimidos numa linha fina. " –– Não podemos ficar vivendo de passado." E no intuito de mudar de assunto, indagou a alada. " –– Você chegou recentemente?"
“ –– Bem? Acho que depois daquilo, é difícil estarmos bem.” Declarou, ainda sobre o ataque dos elfos negros, e um sorriso sem humor tomando conta dos lábios do herdeiro. “ –– Mas o pensamento mais otimista é que estamos fazendo o melhor possível.”
#eu to na guia anonima#n tá dando pra cortar sos#inter.#morrigan.#❝ – ☀ why do you write like it's going out of style – ( conversation. )
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Franziu o cenho para o pedido de Whitethorn, sendo que nunca ninguém havia pedido algo semelhante. " –– Ajuda com seu quarto? Eu? Mas para quê?" Indagou, a sobrancelha ainda erguida. " –– Eu preferi ficar um tempo sozinho, Gweyr. Fiquei lendo uns livros, compondo umas músicas... Querendo ou não, sinto falta de algumas pessoas."
fitzwillixm.
Sentiu a manga da camisa ser puxada por Whitethorn, e não fez objeção, visto que realmente não queria falar com aquelas pessoas. “ –– Você só me salvou daqueles luminosos curiosos mesmo ou tem algo para falar, querida?”
❛ — Na verdade, eu achei que vocês estivessem conversando. ❜ comentou com sinceridade, maneando posteriormente a cabeça em uma negativa e focalizando a atenção em seu rosto posteriormente. ❛ — Eu preciso da sua ajuda com o meu quarto. Ah, por onde esteve, aliás? ❜
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Sentiu a manga da camisa ser puxada por Whitethorn, e não fez objeção, visto que realmente não queria falar com aquelas pessoas. " –– Você só me salvou daqueles luminosos curiosos mesmo ou tem algo para falar, querida?"
fitzwillixm.
“ –– Bem? Acho que depois daquilo, é difícil estarmos bem.” Declarou, ainda sobre o ataque dos elfos negros, e um sorriso sem humor tomando conta dos lábios do herdeiro. “ –– Mas o pensamento mais otimista é que estamos fazendo o melhor possível.”
❛ — Isso! Continuem pensando positivo que tudo ficará bem… ❜ garantiu para as pessoas que o loiro conversava, puxando-o de leve pela manga da blusa enquanto começava a caminhar. ❛ —Se nos dão licença, nós precisamos ir agora. O Thomas fala com vocês depois. ❜
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