gabriel-ara
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Aresias em Sintonia
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gabriel-ara · 4 years ago
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Programação Básica por Obrigação
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windows11/dez21
Objetivo: Configurar Joystick-dualshock
Em jogo - Eastward
{Google} - Pesquisa rápida trás solução: - Emular Controle de Xbox Motivo - Possivelmente o jogo entende o controle como [Xbox] sendo o meu um de [Playstation 2] e causa desconfiguração. Baixando - Pasta [Download] Instalando - Coloque o Emulador dentro da pasta do jogo e extraia. Abra o arquivo, deixe ele procurar as informações, concorde com tudo depois mande configurar automaticamente. Salve e feche.
Inicie o jogo - . .. ... (Deu errado)
Volte para o emulador Procure informação, descubra que há uma barra para encontrar jogos, procure (Eastward) adicione e procure mais. Descubra o botão, (iniciar o jogo), aperte nele.
Inicie o jogo - . .. ... (Deu errado)
Volte para o emulador e procure por mais informações . .. ... desista. {Google} - "Why my dualjoystick doesn't work" . .. ... clique reddit . .. ... (Descoberta)
Novo!
Possível solução - "Launch on (Big picture) steam and configure your controler", lançar o jogo no modo (Big picture) e configurar os controles pela steam. (Problema) - Meu jogo é #pirata#
Possível Solução - MehblehGuy "Imagem do Reddit user" - Não vou julgar
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"Add a non-Steam game" - "setup the controller in the controller settings on Steam" - Restart Abrir o Jogo - Funcionou, mas apenas por uns momentos. (Frustração)
Desisto
Realização após os fatos: Baixar uma versão mais nova do jogo . .. ... baixando: versão (v1.1.0b) Não instalo, pois tenho medo de me frustrar, mas tenho esperança de que vai dar certo quando tentar.
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gabriel-ara · 4 years ago
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Existe uma inerência, uma vontade de construir de ser e existir. Não faz tempo que eu parei de pensar a respeito, que resolvi fazer crescer o que temos com um olhar que nunca tive da realidade.
Se antes eu via o controle, a organização e a vontade de se fazer falar e construir o que se tem de hoje, hoje eu vejo algo que parece ir além. De que minha existência não é a única maneira de viver e que de certa formas, somos apenas imaginação de nós mesmos.
Na vontade de ser escritor, passei anos construindo uma persona baseada em quem eu quero ser. A vontade de escrever de passar as minhas vontades para um veículo.
Se antes acreditei que um livro era um canal onde se pudesse transferir ideias em temas interessantes, como nos livros de "Por quem os sinos dobram" ou "Admirável mundo novo" ou até mesmo "a revolução dos bichos". Nessas histórias é possível entrar em um mundo e ver a pequena passagem nele, como também passam significados que o autor achou de valor a se passar.
Lentamente percebi que o significado dado à esses livros, é na verdade bem pessoal de cada um. Acho que em minha vida toda fui acreditando que existe ordem e regras para tudo na vida e mesmo em minha vontade artística, não a usei para quebrar o que eu acreditava, mas para perpetuar essa vontade de "ser escritor".
Fantasia é o que eu quero escrever e por mais que eu tentasse livro após livro, história após história, eu nunca entendi exatamente como passar uma ideia sem cair apenas nos tropos das fantasias. Porque eu achava que a construção de um esqueleto narrativo ia me dar essa segurança, mas agora, eu entendo que é muito mais do que isso.
Penso que hoje histórias são um veículo para se passar ideias. Acredito que livros (ou arte), não deve ter nessas ideias uma vontade de passar algo, mas de iluminar um caminho para alguém, o que definitivamente os livros citados me passaram.
Pensar isso, de certa maneira me dá uma liberdade pois, eu acredito que é meu dever fazer o que eu quero e me divertir, como é meu dever com a arte que mostro, construir um caminho que possa ser trilhado de maneira pessoal. Mesmo que as pessoas olhem com desdém a fantasia que escrevo, fico satisfeito de saber que pelo menos eu me divirto com isso e se alguém tirar esse valor delas, já fico infinitamente satisfeito de saber que minha arte conseguiu atingir alguém.
Acredito que isso meio que se torna uma maneira para todos nós vivermos em paz com nós mesmos. Ter paz com que produzimos, pois o que somos e o que fazemos não é apenas um esforço pro externo, mas é um carinho que se vem de dentro e ainda possibilita alguém ser iluminado por alguma ideia.
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gabriel-ara · 4 years ago
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Chuva na Orla
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“29/04
Uma coisa que tu vais aprendendo diante do tempo de busca do sublime, é que esses momentos não podem ser controlados. Ele na verdade é um exercício diário de calma e apreciação de momentos.
Demorei um pouco, mas aprendi que o segredo era só fazer um pouquinho todo dia. Porque quando eles surgem, é preciso estar com a mente treinada e aproveitar o acontecimento quando ele se apresentar pra você.
Existem sinais que intensificam a probabilidade desses eventos na sua vida também, não vou entrar muito na tecnicalidade que a sociedade chama hoje em dia, mas basicamente é entender que existem momentos e locais de poder.
Isso pode parecer óbvio para os que são religiosos, mas os que não são como eu, precisam se esforçar um pouco mais para isso. O mundo ele pode ser racional, pode-se tentar fugir do sobrenatural, das coisas que não são além do que elas são.
Na minha trajetória, minha vontade foi sempre de entender as coisas e ignorar qualquer outra que pudesse ser ensinada por ideologias, ou pelo menos me sentir obrigado a questionar. Já quando a gente vai crescendo, ficando mais sábio, percebemos as coisas diferentes, com mais valor, a vida não são apenas coisas sem sentido, são vontades de existir.
No dia que cacei minha primeira tempestade, foi um dia extraordinário. Dos significados mais da “alma” que sempre achei tolo, esse dia teve mais do que alguns somados.
Tinha sido meu aniversário tinha sido no dia anterior, estava na fase da lua cheia, em pleno início da tempestade de chuva tropical.
Estava andando de bicicleta desde de 4 da manhã, quando aconteceu de chegar a tempestade, já era pela manhã. Tinha feito um grande itinerário e nosso objetivo era terminar na praia.
Era um dia lindo, ensolarado e completamente escaldante. Fazia tempo que eu não tinha o prazer de observar a manhã daquela maneira, principalmente de um local que eu só vivia a noite, quem mora perto dos trópicos entende.
Acho que naquele momento, eu vivia algo diferente, sabe? Aquela depressão do aniversário sempre pega a cabeça da gente. Nunca fui uma pessoa muito positiva, acreditava que já entendia onde as coisas iam dar antes delas começarem, porém, naquele dia minha mente não estava mais buscando a ilusão de controle que geralmente fazia, só queria ver onde ia dar.
Foi nessa cabeça, que eu me dei aberto a procurar me divertir com o presente. Uma das coisas que estava interessante no mar naquele dia, eram as distantes nuvens negras que se aproximava.
Pra dar contexto sobre a meteorologia; O outono começa em março, nossa viagem foi no final de Abril, o que nos colocou exatamente no meio do início da transição para o inverno (ou a tempestade chuvosa).
Realisticamente falando existem apenas duas estações, chuva e sol. Mas há de fato uma estação entra esse sol e chuva, são as estações de transição. Ela é acompanhada com o início ou declínio da chuva por um período, são estações abafadas e de chuvas torrenciais breves.
O que eu via na minha frente, era justamente uma dessas chuvas. Era grande, forte e nunca parava de chover. Você podia ver na distância, com clareza, a água caindo no mar. Era até irônico com o resto do dia, o sol em seu esplendor quente como de costume, e aquele cinza pesado, carregado e cheio de ira.
Eu costumo brincar com meus amigos que aqui, é basicamente uma panela de pressão e as nuvens é o vaporzinho. Não é um mistério para ninguém, mas claramente uma piada sobre calor para quem sofre o de lá.
Enfim, era claro que uma tempestade estava chegando e meu pensamento natural foi de se preparar para isso e buscar um abrigo, mas naquele momento eu não decidi seguir meus instintos, estava cansado, decidi procurar fazer outra coisa. Alertei meu amigo sobre o feito, mas eu o convidei para ir na direção dela.
Na velocidade da bicicleta eu notava os pequenos catamarãs ancorados próximos das barreiras de corais, sendo castigados pela tempestade intensa.
Uma mancha cinza tão forte que ofuscava a própria visão da distância, uma violência que não ia parar e ia continuar castigando tudo que encontrasse no caminho. Eu queria ir na sua direção, mas por mais que eu pedalasse, ela não parecia se mover, o que significa que ela estava exatamente vindo na minha direção.
Não demorou para sentir pelo menos os sinais assustadores da sua presença.
[O primeiro] sinal de uma tempestade é o calor, o aumento de umidade da chuva no ar faz com que a água esquente, mas não consiga evaporar.
Mesmo com os ventos fortes, o dia se tornava por minutos, insuportavelmente quente, como se eu fosse o feijão na panela de pressão. Incapaz de ter meu suor evaporado, a água que carregava me superaquecia e causava agonia, mas com os dentes cerrados, continuei em direção da massa cinza e turva.
[O segundo] são os pingos ocasionais, grossos e gelados, batem em você com violência. Uma mistura de alívio e susto, trazendo finalmente algum frescor, mesmo que seja que nem uma tapa no seu rosto.
[O terceiro] é o vento forte e gelado da garoa, a pré-chuva. Um vento tão forte que até me fez vacilar em cima da minha bicicleta. É a última chamada para permanecer seco, pois daquele momento em diante, era hora da chuva.
Era o que eu queria, me molhar, apreciar aquela coisa que eu fui ensinado a evitar. Sem querer, na curiosidade do dia, terminei por começar a acompanhar os processo da chuva ao vivo, mesmo me sentindo incerto e um pouco nervoso a respeito.
[A tempestade] começou quando os pingos se tornaram constantes. Violentos, pesados, gélidos, uma porrada invasiva, metida. Cada segundo que passa, o que você achava que estava intenso, ficava pior ao ponto de que era impossível imaginar uma existência diferente daquela, já não se podia escapar.
O barulho da água sobre as pedras, o mar, a pista, a bicicleta, as árvores. Aquele som alto quase ensurdecedor, se tornava o normal, o caos completo de uma ira aquática era tudo que se podia viver, quer você queira ou não.
Percebi rapidamente que a única maneira de vivê-la, era aceitá-la. Deixar cada segundo da chuva te pegar, sentir aquela nova existência. A tempestade é indomada, desobediente, mas… ela é breve.
Não demorou para que a água acabasse do mesmo jeito que surgiu. O céu começou a clarear e do cinza que era lei, se mostrava o dia azul mais bonito da minha vida.
O mormaço volta e tu ainda molhado, processa aquilo tudo que aconteceu.
Enquanto eu observava o azul, o mar brilhante e os catamarãs balançando na água, plácidos como se nada tivesse acontecido. Olho para trás e vejo a tempestade que vivi indo embora, continuando seu caminho de ira.
A paz tropical agora reinava em seu lugar e o resto do barulho era apenas da água que escoava pelas ruas até a areia da praia. Trazia consigo o resultado caótico e feios, detritos, que se uniam dando o esplendor do formato natural da praia.
Tudo isso que vi, foi no ponto mais oriental das américas e tudo isso deixou tudo um pouco ainda mais mágico. Daquele ponto em diante, decidi dedicar minha vida ao ato de caçar tempestades.
Pode parecer tolo, apenas uma chuva, mas, são nesses momentos que a gente termina descobrindo, sentindo coisas que a gente não sentiria na perspectiva de antes, entende?
Pois é o que eu tenho para vocês, espero que minha história te inspire a caçar tempestades também”.
O texto que você leu tem em seu conteúdo o relato de momentos de conexões com o sublime de membros da sociedade de Caçadores de Tempestade (CDT). A publicação desse relato tem dois objetivos principais, criar uma biblioteca de experiências e inspirar a atividade para todos que tiverem interesse.
Se você gostou e deseja saber mais, não tenha vergonha de perguntar mais. Em breve trarei novos depoimentos sobre novas tempestades.
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