julianomarshal
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PAI EM DOBRO – PARTILHANDO VIDA BOA
PAI EM DOBRO – PARTILHANDO VIDA BOA
Pai em dobro é uma comédia teen, lançamento da Netflix, com gosto de bolo de chocolate e café em dia de chuva de verão. Roteiro fluido, bem amarrado e envolvente que desperta interesse e curiosidade com pequenas pistas ao longo da história da jovem Vicenza.
O texto é de Thalita Rebolças, já consagrada no gênero por seus livros, sob a direção de Cris D'Amato que traz o sucesso de várias comédias em sua bagagem. A dupla se saiu bem, há boas referencias clássicas, ao passo que conserva o melhor do humor brasileiro, além de mostrar o conflito enfrentado com leveza e confiança.
Estreia
O filme conta com a estreia de Maisa Silva na plataforma de streaming, a jovem atriz, bem conhecida na TV, abraçou com segurança sua protagonista e vale dizer que descolou sua imagem da menina da televisão.
Sua personagem, Vicenza, sai da segurança de uma comunidade alternativa em busca respostas sobre o seu passado, seu mantra é sempre seguir o coração, que as vezes a colocará em situações embaraçosas, mas quem nunca?
Entre experientes e novatos
Pai em Dobro traz atores e personalidades conhecidas como Roberto Bonfim, Fafá de Belém. Além de atores de carreira consolidada como Eduardo Moscovis e Marcelo Médici.
Sucessos de engajamento na internet, Pedro Ottoni e Thaynara Og não comprometem, porem com a ressalva levarem seus personagens da web para a composição da persona no filme. Caio Vegatti aparece com uma personificação de Ricardo Coração dos Outros, mas ao invés de um violão ele tem uma tuba.
A vida em cor e canção
A ambientação da criada a partir do roteiro é moderna e colorida como que dando boas-vindas ao espectador. Da comunidade exotérica bucólica ao subúrbio alegre do Rio de Janeiro, são lugares que demonstram fazer bem.
O ambiente agradável não diz respeito somente aos lugares, mas os habitantes são a extensão deles. Todos apresentam uma resiliência estoica diante das adversidades da vida, são comunidades que adquiriram maturidade para continuar a viver, mesmo em situações desfavoráveis.
A trilha sonora performa a cor exibida na fotografia em notas musicais, a musica alternativa encontra lugar perfeito em cada situação retratada. Não são canções que encontramos com frequência nas rádios, mas na playlist de pessoas com bom gosto.
Conflito, sempre há
Algo que chama a atenção é que os conflitos são abordados como coisas do cotidiano. Peço vênias aos especialistas para discordar do ponto de vista de que todo roteiro tem que expressar um drama latente. Não há necessidade de tiro, socos e bomba em toda história.
E sim, problemas podem ser resolvidos com serenidade, é uma variante humana. Sem contar que é possível que pessoas tenham sorte. Há pontos questionáveis sim, os sempre presentes furos de roteiro, mas nada que comprometa significativamente a história.
Cumpre o seu papel
Pai em dobro não disputará o Oscar, mas cumpre a missão a que veio que proporcionar uma hora e meia de um entretenimento agradável que permite sair um pouco da realidade pesada do cotidiano.
Especialmente por ser direcionada ao público teen que pode permitir-se a fantasia, já que dificilmente irá identificar-se com Vicenza. Além de recordar boas referencias como o passeio da Bela (Ema Watson) na versão musical de 2017 do clássico Bela e a Fera.
Pai em Dobro é história de vida boa partilhada, de reencontros possíveis e contornos assimétricos que endireitam as formas. É um relato de sonhos possíveis e sem utopia não se vive.
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JULIANA DE NORWICH Há 678 anos (1342) nascia Juliana de Norwich, anacoreta britânica que na doença configurou sua vida amadores da Paixão de Cristo. Deixando para nós a sua experiência por escrito nas "Revelações do Amor Divino" “Uma mãe pode deixar que a criança caia de vez em quando e sofra diversas dificuldades, e isso para o seu bem, mas não pode nunca permitir, pelo amor que tem por ela, que a criança seja vítima de qualquer perigo. E também se a nossa mãe terrena pode deixar morrer a sua criança, a nossa Mãe celeste, Jesus, não pode nunca permitir que os seus filhos pereçam, porque ele é onipotente, toda sabedoria e amor". Aclamada como santa pela fé do povo, não é formalmente canonizada. Durante sua vida atraiu inúmeros peregrino à janela de sua cela. Que era um espaço pequeno nos fundos de uma igreja próxima de Norwich. A espiritualidade de Juliana apontou, nós tempos complexos da Baixa Idade Média, para o rosto materno de Deus que gera vida nova na Paixão de Nosso Senhor.... https://www.instagram.com/p/CHUTppCH0ErSrkosDcV81cpqCv1CX3kOFJZel80/?igshid=n5xzqc5cqslm
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Prosa de Salvação - 30° Domingo do Tempo Comum - A
Quando passeamos pelas estradas "webicas", naqueles sites de ranqueamento de palavras, o SEO, com certeza uma das expressões que mais ocupam os primeiros lugares nós blogs é empatia.
E se por um lado é bom ela estar em e evidência, por outro deve nós incomodar, já que ainda não a compreendemos.
Desde o Êxodo a Sagrada Escritura chama a atenção para o cuidado com o outro que passa por necessidade. No trecho relatado o Senhor deixa claro, cuide do estrangeiro, vocês também já foram imigrantes no Egito. Sejam responsáveis com a viúva e o órfão para que não passe fome.
Essas palavras devem ressoar em nossa prática cristã diária, exercendo propósito ensinado por Jesus nos Evangelhos Sinóticos.
Elle que abordado mais uma vez por um grupo de fariseus - haters de Jesus - perguntando qual era o maior mandamentos,
Na simplicidade de um judeu praticante Jesus responde em dois versículos da Torah. O primeiro do Deuteronômio e o segundo do Levítico.
Assim aprendemos que a beleza, o encanhamento e inquietação no seguimento de Cristo está na simplicidade, não há o que inventar, o necessário é exercitar a criatividade de praticar o legado do amor.
A comunidade de Tessalônica ensina isso de forma justa e categórica, inclusive deixando Paulo impressionado:
"Como assim, vocês sofrem tanto e dão esse testemunho maravilhoso?"
Os tessalonicenses viveram a empatia do Evangelho. Cumprindo o mandamento maior que é amar. Simples assim.
Juliano Marçal de Carvalho
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Bendita sejais, Senhora das dores, ouvi nossos rogos, Mãe dos pecadores.... Ó Deus, quando o vosso filho foi exaltado, quisestes que sua mãe estivesse de pé, junto à cruz, sofrendo com ele. Dai à vossa Igreja, unida a Maria na paixão de Cristo, participar da ressurreição do Senhor. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. https://www.instagram.com/p/CFJ44CRnG22kuoJ_eguglfvy-dZYOBRkbTtHDY0/?igshid=16ck16l88y5gc
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Anjo Bom, rogai por nós! https://www.instagram.com/p/CD1UGGCnvWwHLZWYssUgb6QJJ_5vrxtcdRJnas0/?igshid=dsycg8jry5ga
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Em versões, invenções de inversões, transcendendo a simetria imperfeita... https://www.instagram.com/p/CCzeZnOnwrdXoCjsSadBRmXN98lJD_CsED4Xus0/?igshid=1d0cklz7miw2p
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Escrevencia de Quarentena III
Em um fim de noite de FlaFlu, o mais sinistro e desnecessário de todos os tempos, fico a pensar na estupidez humana. Sim, na ignorância, falta de empatia, ganância e todo que a de mal.
Disse um político, onde erramos? O jornalista passa pano e a gente bate palma.
Mas teve futebol, foi na internet, não na tv, sem graça, cansei de ouvir e fui ler Santo Agostinho. Amanhã falo sobre Patrística..
Então, teve futebol, falta dignidade, vida, saúde. O importante é bque a bola rola.
Um avião caiu no campo de Marte, morreu o piloto. Quem chora? Mas aquela que lá atrás foi ministro gritou que 5 aviões caiem por dia em nossas cabeças, quem lamenta. Mas teve gol sim.
Assim foi uma quarta-feira de pandemia.
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Ah! sim, sendo
Não tenho títulos, sou amador em tudo que faço, porque a vida me ensinou a amar em primeiro lugar. Weber falou que sem paixão não há ciência, porque sem amor tudo é inútil, contou para nós, Paulo de Tarso.
Não, não tenho títulos, não sou médico, nem advogado, engenheiro, nem de longe, sou doutor não, gosto mais de ser pessoa. E se me perguntarem, eu digo que sou gente.
Já falei que não tenho títulos, tenho não, quero ser somente um famigerado, mas do jeito "bão", igual Guimarães Rosa contou, ele era doutor, até diplomata, mas não esqueceu ser tão mineiro.
Tenho título nenhum não, sou do interior, gosto de café e cachaça, meu trabalho é ensinar aprendendo, trocar ideias, falar do melhor da gente, as vezes do pior, pra não errar denovo.
De fato, não tenho títulos, lamento se decepcionei ou não correspondi expectativas. Não importo se for mero idealismo, mas, sobre títulos, é melhor não ter, já que o humano é ser.
Obrigado pela atenção, cidadão.
Juliano Marçal de Carvalho
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"Escrevencia" de uma quarentena... II
Criatividade, reinvenção, live, muita transmissão para pouco conteúdo. Se bem que só assisti duas neste período. As indicadas no trabalho, ah, passaram lá.
Eu vi, mesmo, a de Bituca. Essa sim, genial em verso, canção e transcendência.
Sim, ei queria escrever dessa experiência, da live de Milton Nascimento, mas não consegui, porque não tem palavras. É música que faz a alma brincar, buscar a calma e enxergar aquela fresta de luz que não se apagará.
Um instante de Reino, Céu dos bons, conversa em roda do fogão de lenha tomando cachaça.
Queria escrever mais, mas seria sacrilégio, porque para entender Milton tem que tomar chopp na esquina, brincar de bola de meia, tem que ser Minas Gerais.
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A Amizade, uma conversa e um café

O lamento:
A concretude frenética me tira toda e qualquer inspiração,
mata a subjetividade de minhas palavras
e a carícia de minhas expressões!
A resposta:
A prisão é aparente, a subjetividade é ser.
Lançar-se ao perigo iminente
que não passa de um espectro.
Somente destorce a busca do mais belo e real que se pode ver.
O convite:
Vem trabalhar comigo.
Vem fazer salada comigo.
Vem correr perigo...
Outra resposta:
Vou, deixa que eu faço o café.
E foi assim que aconteceu.
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