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O mais gostoso naquele momento, não era aquele homem delicioso deitado em baixo de si implorando por mais, não era sentir seu corpo preencher completamente a cada rebolada ou gemer quando atingia seu ponto de prazer, era saber que Maxence estava ali de pura vontade, pecando deliciosamente consigo. Que mesmo em um relacionamento era ela que ele desejava, era para ela que ele gemia, era seu corpo que apertava e implorava por mais... Ela queria vê-lo sofrer, não tinha pressa ao deslizar o corpo e rebolar sobre o membro rijo, deleitando-se com cada momento passando a mão na pele oliva do rapaz, as vezes intensificava o movimento querendo mais rapidez, mais contato, estar mais perto do orgasmo... Mas ele não pensou o mesmo que si, a colocou na cama a fodendo de um jeito que ela não conhecia direito, mas amou cada segundo. Cada estocada profunda fazia com que os olhos de Tatiana revirassem e os lábios se partissem soltando gemidos indecentes ao sentir-se extasiada. Uma de suas mão apoiou no ombro dele usando para apara-la quamdo movia o quadril, aumentando ainda mais o atrito, a outra foi ao clitóris dando só o que faltava para o momento ser perfeito. Os arranhões já começavam a ser involuntários, marcando o ombro dele, assim como os lábios que foram a pele do homem sugando e deixando traços quentes de seu desejo. Já não havia racionalidade no corpo da mulher, que o apertou contra si já não sabia se rebolava ou sentia o orgasmo que a deixou completamente sem palavras. O ar já era curto no peito da loira, os lábios rosas repartidos, os seios movendo-se naquele ritmo frenético e o corpo respondendo a cada um dos estímulos que ele lhe proporcionava. Ela precisou de uns segundos para entender o que realmente estava acontecendo, respirando quase com dificuldade "Puta que pariu Maxence" soltou baixinho movendo novamente o quadril para aproveitar aquela sensibilidade gostosa após o ato "Onde você estava escondendo isso?"
Ah se Tatiana soubesse o que era o calor... Mas também não era essa palavra que descreveria o momento, não havia o fogo da paixão naquele ato, ou a chama quente da espera... Ali estavam no puro e delicioso desejo carnal, aquela sensação tão simples e crua como o gelo que chegava a queimar. Apesar de normalmente ser mais rápida e ativa, Tatiana esperou, deliciou-se em seus dedos e apreciou cada um dos movimentos dele, aguardando tão educadamente ser preenchida pelo rapaz.
O problema foi que ele não veio, pelo contrário, ele a colocou para ficar em cima dele e, apoiando as duas mãos no peito dele, Tati começou a rebolar, roçando seu corpo no dele mas guiando o movimento de um jeito torturante afinal ela que decidia "Eu devia te dar uns bons tapas na cara por isso sabia?" Perguntou retoricamente, sondando seu caminho. A blusa cinza da mulher foi ao chão deixando o corpo alvo da mulher completamente exposto, os mamilos em um rosa doce estavam duros completando aquela visão angelical. Porém era apenas isso de angelical. A mulher se ajeitou sentindo-se preencher por completo, movendo-se em um rebolar lento, explorando as sensações independente do rapaz. Nao havia pudor, nao havia vergonha... Seus labios se partiram em um gemido livre lhe usava pelo seu prazer.
Com os cabelos movendo no ritmo das estocadas ela apoio-se para frente, espalmando as mãos peito do filho de Zéfiro para melhorar as estocada sentindo-o sair quase por inteiro antes de preenchê-la "Me aperta..." mandou antes de morder o lábio inferior já imaginando aquelas grandes mãos marcadas em seu corpo. Ah, ela sabia que ele não era seu dono e talvez nunca fosse algo seu, mas ela queria a dor, queria as marcas daquele momento, queria se deliciar por dias vendo o espelho e sentindo o toque do homem em sua pele...
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Quase tudo a sua volta parecia fora do que estava acostumada. O ar estava quente demais, o gelo de sua clareira ia derretendo, o frio onde seus pés tocavam se tornaram um umido quente... Mas ainda assim am mulher não parecia se importar, a final aquilo parecia muito mais com segurança do que ela poderia um dia ser capaz de imaginar. Ele fazia o que precisava ser feito para que ela ficasse segura, mas ao mesmo tempo imaginar mais alguém sabendo do que tinha acontecido a deixava sem ar só de imaginar. A loira colocou a roupa o mais rápido o possível, mantendo-se a uma distância segura como um coelho indefeso, pronto para fugir no primeiro sinal de perigo. Só que em vez de vir em sua direção ele fez o que ela não pensará, pegou o rapaz no ombro como se fosse nada e era horrível admitir, mas aquilo a fez admirar o homem que tanto lhe irritava. "Nunca disse que não gostava de lá..." falou baixinho o acompanhando pelo caminho em direção aos chalés. Não era como se fosse muito longe "Posso parecer fria, mas sei apreciar o calor. Só... É mais fácil." Tentou explicar mesmo sem levantar o olhar pra Matthew. Não era por querer ou intencional, mas aquele lado provocador não parecia pertencer aquele ser pequeno e doce, aquela Tatiana inspirava cuidados. "Eu... " Tatiana apoiou a mão no corrimão para o chalé dele e engoliu seco voltando o olhar pra ele. Era óbvio que estava desconfortável, ele tinha a visto mais venerável que qualquer outro "Obrigada" disse baixinho sem acreditar que aquele homem era o foco de seu agradecimento. Ela não sabia como agir perto do homem, mas ainda assim entrou no chalé com os olhos atentos a tudo, aquilo parecia o oposto de tudo o que o chalé de despina era. O que não era necessariamente ruim. Ela entrou no banho ainda incerta, mas quando a água quente tocou sua pele alva a mulher chorou esfregando tudo o que aconteceu de sua carne. Um choro sofrego, botando todo medo e desespero pra fora, um choro de quem estava lidando com tudo aquilo que parecia desabar... Demorou alguns minutos, o vermelho já tingia o que antes era branco, não tinha como esconder pela toalha e nem mesmo pelas roupas enormes do rapaz, mas ela saiu do banheiro um tanto melhor "Até que você não é de todo ruim..." Tentou brincar e parecer forte, mas suas mãos apertando a roupa deixavam claro o quanto ela precisava daquilo pra se regular "Obrigada."
O jeito que Mattew tomava o ambiente era estranho. Era o completamente oposto de tudo que Roslyakova era por essência. Onde ela era o frio desolador ele era o calor sufocante. E ainda assim Tatiana sentia-se até que minimamente protegida ao ver aquele homem em pé entre si e seu abusador. Seu corpo já não lhe pertencia mais, era completamente instinto: tremendo, chorando, implorando por segurança. Segurança essa que ela não conseguia proporcionar sozinha. E isso era ainda mais assustador. Ela via os efeitos dele, mas não sabia o que exatamente estava acontecendo. A neve derretia, as poças de agua começavam a se formar e logo em seguida começavam a borbulhar, quente, assustadoramente rápido. O racional de Tati não funcionava lá muito bem, não computava muito bem o que tava acontecendo e que possivelmente aquele rapaz poderia estar morto nas mãos de Matthew, seu olhos olhavam aquilo mas sua mente não computava direito. "Não." disse meio que tremendo. Seu corpo reagia, o movimento dele fazia que ela orbitasse para o lado oposto, não querendo contato humano no momento "Eles não podem saber" dava para ver que a mente dela estava uma névoa porque aquela ali não era a mulher que antes existia. Era fragmento daquela muralha. Um fragmento que tentava a todo custo se reerguer. Ela colocou a calça com rapidez de quem não sabia nem o que tava fazendo e negando com a cabeça, sem querer acreditar no que tinha acontecido, ela foi para frente de Matt tentando parecer confiante "Não aconteceu. Ele... Isso nunca aconteceu. Eu não... Você não vai contar" tentou falar com um pouco mais de certeza, mas sua voz tremia e seu corpo parecia ainda menor do que era "Eles vão... Não! Eles não vão!"
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Ah se Tatiana soubesse o que era o calor... Mas também não era essa palavra que descreveria o momento, não havia o fogo da paixão naquele ato, ou a chama quente da espera... Ali estavam no puro e delicioso desejo carnal, aquela sensação tão simples e crua como o gelo que chegava a queimar. Apesar de normalmente ser mais rápida e ativa, Tatiana esperou, deliciou-se em seus dedos e apreciou cada um dos movimentos dele, aguardando tão educadamente ser preenchida pelo rapaz.
O problema foi que ele não veio, pelo contrário, ele a colocou para ficar em cima dele e, apoiando as duas mãos no peito dele, Tati começou a rebolar, roçando seu corpo no dele mas guiando o movimento de um jeito torturante afinal ela que decidia "Eu devia te dar uns bons tapas na cara por isso sabia?" Perguntou retoricamente, sondando seu caminho. A blusa cinza da mulher foi ao chão deixando o corpo alvo da mulher completamente exposto, os mamilos em um rosa doce estavam duros completando aquela visão angelical. Porém era apenas isso de angelical. A mulher se ajeitou sentindo-se preencher por completo, movendo-se em um rebolar lento, explorando as sensações independente do rapaz. Nao havia pudor, nao havia vergonha... Seus labios se partiram em um gemido livre lhe usava pelo seu prazer.
Com os cabelos movendo no ritmo das estocadas ela apoio-se para frente, espalmando as mãos peito do filho de Zéfiro para melhorar as estocada sentindo-o sair quase por inteiro antes de preenchê-la "Me aperta..." mandou antes de morder o lábio inferior já imaginando aquelas grandes mãos marcadas em seu corpo. Ah, ela sabia que ele não era seu dono e talvez nunca fosse algo seu, mas ela queria a dor, queria as marcas daquele momento, queria se deliciar por dias vendo o espelho e sentindo o toque do homem em sua pele...
Para alguém que sempre tinha pressa aquele freio veio em boa hora. A cadência de Maxence, assim como seus movimentos precisos em busca do prazer era tudo que a loira precisava. As preocupações de sua mente viraram poeira ao vento e seu único pensamento foi o próprio prazer e no rapaz entre suas pernas. O olhar dele instigava o desejo de Tatiana, que gemia rebolando para ele. Chegava a ser poético o revirar de seus olhos quando ele atingia seus pontos de prazer, como seus lábios se repatriamento gemendo deliciosamente em resposta às suas ações e como seus músculos respondiam a mais um orgasmo muito bem vindo. Para quem estava namorando o rapaz parecia bem interessado no ato e ela não iria negar-lhe nem um só momento. Seus dedos passaram pelos músculos de seu braço o recebendo entre suas pernas de bom grado, aproveitando o momento de silêncio pra recuperar-se da explosão de sensações que inundaram seu corpo. Seu olhar queimava, principalmente ao sentir o membro dele rocar em sua coxa, era uma tempestade de neve pronta para soterrar qualquer dúvida. Ela queria poder responder, mas o sexo estava sensível demais e seu corpo respondeu ao novo estímulo antes mesmo que o racional, gemendo baixo mas como se derretesse em seus dedos. As unhas tão bem feitas, agarradas a carne quente de seu ombro por um curto segundo até o raciocínio voltar a fazer sentido, porque aí seus dedos subiram a lateral do pescoço se enrolando em seus cabelos "Poderia te torturar agora sabia?" A voz perigosamente baixa, deliciosamente cortante, mas cada vez que ele estocava o ar saia de seus pulmões, quentes e sedentos "O que acha de gozar tão fundo em mim que só o meu..." Ela precisou parar, lambendo o lábio inferior em busca da razão. Ah, aquele filho de Zefiro iria pagar em suas mãos, só precisava sair dos seus encantos... mas isso poderia ficar para outro momento porque estava adorando aquele outro lado do rapaz "Porra Max! Me foge até eu só saber gemer seu nome"
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Para alguém que sempre tinha pressa aquele freio veio em boa hora. A cadência de Maxence, assim como seus movimentos precisos em busca do prazer era tudo que a loira precisava. As preocupações de sua mente viraram poeira ao vento e seu único pensamento foi o próprio prazer e no rapaz entre suas pernas. O olhar dele instigava o desejo de Tatiana, que gemia rebolando para ele. Chegava a ser poético o revirar de seus olhos quando ele atingia seus pontos de prazer, como seus lábios se repatriamento gemendo deliciosamente em resposta às suas ações e como seus músculos respondiam a mais um orgasmo muito bem vindo. Para quem estava namorando o rapaz parecia bem interessado no ato e ela não iria negar-lhe nem um só momento. Seus dedos passaram pelos músculos de seu braço o recebendo entre suas pernas de bom grado, aproveitando o momento de silêncio pra recuperar-se da explosão de sensações que inundaram seu corpo. Seu olhar queimava, principalmente ao sentir o membro dele rocar em sua coxa, era uma tempestade de neve pronta para soterrar qualquer dúvida. Ela queria poder responder, mas o sexo estava sensível demais e seu corpo respondeu ao novo estímulo antes mesmo que o racional, gemendo baixo mas como se derretesse em seus dedos. As unhas tão bem feitas, agarradas a carne quente de seu ombro por um curto segundo até o raciocínio voltar a fazer sentido, porque aí seus dedos subiram a lateral do pescoço se enrolando em seus cabelos "Poderia te torturar agora sabia?" A voz perigosamente baixa, deliciosamente cortante, mas cada vez que ele estocava o ar saia de seus pulmões, quentes e sedentos "O que acha de gozar tão fundo em mim que só o meu..." Ela precisou parar, lambendo o lábio inferior em busca da razão. Ah, aquele filho de Zefiro iria pagar em suas mãos, só precisava sair dos seus encantos... mas isso poderia ficar para outro momento porque estava adorando aquele outro lado do rapaz "Porra Max! Me foge até eu só saber gemer seu nome"
Por mais que não compartilhasse do mesmo pensamento, sendo muito mais intempestiva e imediatista, Tatiana até que estava gostando daquele aproximação que Maxence estava guiando. Seus olhos cinzas o miravam em seus movimentos, deixando-o tomar seus movimentos sem praguejar um só pedido para que ele se apressasse. Porém só de olhá-lo ali, entre suas pernas, no preludio do prazer e no pecado era afrodisíaco por si só.. Um arfar delicioso saiu melódico em seus lábios quando ele começou a mordiscar a pele alva, seus dedos escorreram para os cabelos dele em um carinho sem pressa, mas acompanhando até o ponto que ela tanto queria. Seu corpo antes tenso, relaxou com o calor dos lábios dele em seu cerne de prazer, ela não tinha se arrependido nem um pouco de esperar. Não havia frieza ou aquela sensação de afastamento inerente dela, ali estava Tatiana respirando profundamente, de olhos fechados, apenas apreciando aquele momento de relaxamento "Pelos deuses... Valeu a pena." praticamente gemeu rebolando lentamente para que ele pudesse alcançar os locais que ela mais apreciava. Seus lábios rosados soltavam gemidos baixos de aprovação enquanto sua mão guiava apertavam seus fios com delicadeza cada vez que ele tocava do jeito que ela gostava.
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O jeito que Mattew tomava o ambiente era estranho. Era o completamente oposto de tudo que Roslyakova era por essência. Onde ela era o frio desolador ele era o calor sufocante. E ainda assim Tatiana sentia-se até que minimamente protegida ao ver aquele homem em pé entre si e seu abusador. Seu corpo já não lhe pertencia mais, era completamente instinto: tremendo, chorando, implorando por segurança. Segurança essa que ela não conseguia proporcionar sozinha. E isso era ainda mais assustador. Ela via os efeitos dele, mas não sabia o que exatamente estava acontecendo. A neve derretia, as poças de agua começavam a se formar e logo em seguida começavam a borbulhar, quente, assustadoramente rápido. O racional de Tati não funcionava lá muito bem, não computava muito bem o que tava acontecendo e que possivelmente aquele rapaz poderia estar morto nas mãos de Matthew, seu olhos olhavam aquilo mas sua mente não computava direito. "Não." disse meio que tremendo. Seu corpo reagia, o movimento dele fazia que ela orbitasse para o lado oposto, não querendo contato humano no momento "Eles não podem saber" dava para ver que a mente dela estava uma névoa porque aquela ali não era a mulher que antes existia. Era fragmento daquela muralha. Um fragmento que tentava a todo custo se reerguer. Ela colocou a calça com rapidez de quem não sabia nem o que tava fazendo e negando com a cabeça, sem querer acreditar no que tinha acontecido, ela foi para frente de Matt tentando parecer confiante "Não aconteceu. Ele... Isso nunca aconteceu. Eu não... Você não vai contar" tentou falar com um pouco mais de certeza, mas sua voz tremia e seu corpo parecia ainda menor do que era "Eles vão... Não! Eles não vão!"
"Por que não brinca com alguém do seu tamanho, imbecil?"
O calor não veio de uma vez: se espalhou lento, como fumaça espessa, infiltrando-se pelas frestas da clareira, subindo da terra e envolvendo tudo com aquela sensação abafada, quase insuportável, que antecede o rompimento de uma tempestade, mas Matthew não disse uma palavra. O corpo ainda firme, parado, mas o ar ao seu redor já começava a vibrar, a estremecer de um jeito sutil e opressivo, como se cada partícula estivesse prestes a ferver sob o peso da sua fúria, de seu ódio militar e instinto sobrevivente por sentir que Tatiana tremia atrás dele. Sentia a forma dela, a fragilidade insuportável que não combinava com o que conhecia da russa, o som da respiração irregular, das lágrimas que escorriam sem resistência, o toque leve dos dedos nos próprios braços como se tentasse ainda proteger o que restava de si. Aquilo, aquilo era o que o outro havia feito.
Matthew deu um passo, a expressão mais fechada do que nunca.
O solo estalou sob a bota pesada e com o Wyatts veio a primeira mudança sutil, mas devastadora: o ar se tornou mais denso, mais quente, mais difícil de respirar, como se a própria atmosfera estivesse se curvando ao redor dele, e o calor que exalava não era só temperatura, era o poder do filho remanescente de Noto. O filho de Quione sentiu então primeiro na pele, um suor forçado brotando mesmo em seu domínio natural, o gelo de sua presença começando a derreter antes mesmo que pudesse reagir, porque o Wyatts fora mais rápido.
Matthew ergueu uma das mãos, os dedos abertos em um gesto que parecia pequeno, quase contido — mas, de dentro da terra, do espaço ao redor, veio uma onda de calor súbita, densa, sufocante, que atingiu o outro sem aviso, não como fogo visível, mas como uma pressão viva, uma camada de brasa que invadia os pulmões e colava na pele como se puxasse o ar para fora do corpo, realmente sufocando-o e o fazendo desmaiar.
Matthew só se aproximou então, sem pressa, o calor cada vez mais forte, o passo constante, implacável, o olhar cravado como lâmina. A própria aura de caos começou a latejar ao seu redor, uma pulsação viva, como se o ar estivesse tremendo com a sua raiva, e quanto mais se aproximava, mais a clareira se tornava insuportável de estar; não para Tatiana, que já estava sob sua sombra, protegida, mas para qualquer um que ousasse ficar de pé contra ele, como o filho de Quione apagado e prontamente imobilizado.
"Coloque suas roupas e me encontre no Senado. Eu vou informá-los sobre esse desgraçado." Rosnou para Tati, sequer se habilitando a olha-la: queria deixa-la confortável ou minimamente se sentindo em segurança antes que Matthew precisasse se afastar arrastando aquele corpo desacordado de volta ao acampamento.
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Por mais que não compartilhasse do mesmo pensamento, sendo muito mais intempestiva e imediatista, Tatiana até que estava gostando daquele aproximação que Maxence estava guiando. Seus olhos cinzas o miravam em seus movimentos, deixando-o tomar seus movimentos sem praguejar um só pedido para que ele se apressasse. Porém só de olhá-lo ali, entre suas pernas, no preludio do prazer e no pecado era afrodisíaco por si só.. Um arfar delicioso saiu melódico em seus lábios quando ele começou a mordiscar a pele alva, seus dedos escorreram para os cabelos dele em um carinho sem pressa, mas acompanhando até o ponto que ela tanto queria. Seu corpo antes tenso, relaxou com o calor dos lábios dele em seu cerne de prazer, ela não tinha se arrependido nem um pouco de esperar. Não havia frieza ou aquela sensação de afastamento inerente dela, ali estava Tatiana respirando profundamente, de olhos fechados, apenas apreciando aquele momento de relaxamento "Pelos deuses... Valeu a pena." praticamente gemeu rebolando lentamente para que ele pudesse alcançar os locais que ela mais apreciava. Seus lábios rosados soltavam gemidos baixos de aprovação enquanto sua mão guiava apertavam seus fios com delicadeza cada vez que ele tocava do jeito que ela gostava.
"E não me arrependo de deixá-las passar. Realmente acredito que tudo acontece na hora e como deve ser." Respondeu calmamente, demonstrando como não era alinhado com aquela ideia de que as coisas deveriam transcorrer imediatamente, funcionando à mercê da vontade dele ou de terceiros. Muito pelo contrário: Maxence realmente optava pela calmaria e leveza de uma decisão bem tomada, mesmo que lhe custasse um tempo significativo.
Pensando nisso, ajeitou-se novamente na cama, mas para deitar de barriga para baixo e segurar as coxas de Tatiana, com força e firmeza, com o intuito de posicionar a parte de trás delas em seus ombros; pouco interessado em maiores cerimônias ou no simbolismos de beijos, porque estava realmente sedento por algum contato mais íntimo, como se fazia desesperado por algo mais assertivo do que o que tinha com a filha de Perséfone. O tempo afastado dela, mas também as práticas mornas entre eles, serviram como combustível para que aquele momento viesse à tona, por mais incorreto que pudesse soar.
Assim sendo, Max não disse mais nada; apenas escorregou a destra até a calcinha que Tatiana usava e empurrou o tecido para o lado. Demorando-se, agora, propositalmente enquanto beijava e mordiscava com lentidão a pele do interno das coxas da menor. Atormentando-a, prolongando mais o sofrimento, até finalmente usar a língua, em sua parte mais macia, por toda a extensão da intimidade da russa, com movimentos vagarosos, mas que agregavam à quentura do sexo alheio, tornando-o mais úmido, convidativo e, certamente, estimulando a filha de Despina como ele queria fazer, mas ainda sem pressa, optando por manter os olhos fechados enquanto desfrutava do sabor dela, concentrando-se em abocanhar cada parte possível, mas tratando o gesto mais como uma massagem, do que propriamente algo de extrema urgência ou feito de qualquer jeito.
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Por mais que muito brincasse com o filho de Zéfiro, a maioria das vezes para aumentar seu ego ou ferir o da filha de Perséfone, não era como se Tatiana não o visse como um homem de interesse. Era calmo até demais, porém isso que o fazia ser tão interessante, o senso de que tinha todo tempo do mundo. Para aproveitar, para se deliciar, para fazer tudo no mais sôfrego e prazeroso momento. Coisa que os outros rapazes que se relacionara não aproveitavam. Ou pelo menos era isso que ela pretendia descobrir. Os olhos cinza de Tatiana o miravam intrigava, deixando-o se livrar daquela peça que separava sua pele alva de suas mãos "Ah é? Consegue?" perguntou imitando sua inocência, porque seu pé direito acariciava lentamente a área em que foi depositado "Já teve tantas as chances..." o pesar em sua voz deixava claro que o interesse não era novo. Ela o queria, ali, sem ressalvas alguma. Desrespeitar todo resto de relação que ele tinha com a infeliz sem sal era tão delicioso quanto a visão de Maxence entre suas pernas a olhando daquela forma. "Sabe que espero que compense o tempo perdido não é?"
O olhar que loira deu para Maxence foi gelado o suficiente para congelar o rio que passava no acampamento, o que não quer dizer que ela não sorriu ao vê-lo ligar a lareira esquentando o local. A mulher fez uma careta quando ele reclamou sobre a pseudo namorada dele, afinal a odiava até o último fio de cabelo. "Sinceramente, não sei como vocês ainda continuam juntos. Ela é tão... Você é tão você. E ela é tão... Ela" ele suspirou fingindo-se cansada, mas a grande verdade era que nem ligava realmente sobre a Nikki, afinal sabia seu poder sobre o filho de Zéfiro e não seria a mulher que iria afastá-la do que queria. Os azuis de seus olhos o miravam mantendo-se com os pés fora da cama para não sujar a cama do rapaz "Sabe que gosto de coisas novas querido. Eu aceito o que você quiser me dar..." provocou daquele jeitinho típico dela. Tatiana não estava esperando quando ele se aproximou pegando seu pezinho para se livrar de suas botas, porem aquilo fez com que ela abrisse um sorriso ao senti-lo apertar a carne de seu calcanhar. Nao prestou resistência ao toque, na verdade até gemeu baixinho fechando os olhos por um curto momento antes de mirá-lo desejosamente e apoiar o pé no peito dele arrastando lentamente até o abdômen do rapaz "Se eu quer que eu me senta a vontade seria com muito menos roupa..." provocou entrando por dentro da blusa dele subindo lentamente pela pele quente, ato que chegava a ser indecente por si só, mas aquele olhar travesso complementava bastante.
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O olhar que loira deu para Maxence foi gelado o suficiente para congelar o rio que passava no acampamento, o que não quer dizer que ela não sorriu ao vê-lo ligar a lareira esquentando o local. A mulher fez uma careta quando ele reclamou sobre a pseudo namorada dele, afinal a odiava até o último fio de cabelo. "Sinceramente, não sei como vocês ainda continuam juntos. Ela é tão... Você é tão você. E ela é tão... Ela" ele suspirou fingindo-se cansada, mas a grande verdade era que nem ligava realmente sobre a Nikki, afinal sabia seu poder sobre o filho de Zéfiro e não seria a mulher que iria afastá-la do que queria. Os azuis de seus olhos o miravam mantendo-se com os pés fora da cama para não sujar a cama do rapaz "Sabe que gosto de coisas novas querido. Eu aceito o que você quiser me dar..." provocou daquele jeitinho típico dela. Tatiana não estava esperando quando ele se aproximou pegando seu pezinho para se livrar de suas botas, porem aquilo fez com que ela abrisse um sorriso ao senti-lo apertar a carne de seu calcanhar. Nao prestou resistência ao toque, na verdade até gemeu baixinho fechando os olhos por um curto momento antes de mirá-lo desejosamente e apoiar o pé no peito dele arrastando lentamente até o abdômen do rapaz "Se eu quer que eu me senta a vontade seria com muito menos roupa..." provocou entrando por dentro da blusa dele subindo lentamente pela pele quente, ato que chegava a ser indecente por si só, mas aquele olhar travesso complementava bastante.
Não eram poucas coisas que a tiravam do serio, mas aquele dia tinham conseguido fazer de tudo para que a russa estivesse nos seus piores humores. Ela acordou com sua janela sendo quebrada por uma bola, os culpados correram antes que a ira da filha de Despina chegasse a eles. Logo antes do almoço um casal resolveu brigar perto do seu chalé, escândalo! Gritaria! Macho escroto! Tudo o que ela repudiava e teve que se meter criando uma barreira que separava a menina do rapaz. Para completar, uma de suas irmãs terminara o namoro e agora estava chorando na sua cama que nem um bebê sem sua chupeta. Ela estava prestes a surtar! Foi só a outra parar de chorar que Tati fugiu para longe daquele lugar e de tudo a fim de descomprimir todo aquele sentimento que tinha no peito. Até porque se o fizesse ali em seu chalé possivelmente o acampamento estaria em baixo de uma nevasca dos infernos. Então ela marchou para o unico lugar que achava que seria agradável...
Era engraçado como Tatiana se sentia dona dos lugares e talvez até das pessoas. Ela era conhecida por seus favoritos, os merecedores de seus sorrisos e de seu jeitinho mais 'delicado', o que nem sempre era bem visto por todos, afinal a namorada de Max a odiava de um jeito que não era descrito na literatura. E podemos dizer que Tatiana compartilhava aquele desgosto e fazia questão que ela visse os toques, os carinhos e o jeito que ela tratava o 'amigo'. "Onde está a maluca?" perguntou não vendo a mulher grudada no namorado ao entrar no quarto do conselheiro do chalé de Zéfiro como se pertencesse ao lugar. E talvez pertencesse afinal ela entrava e saia a hora que queria, trazendo consigo a brisa gelada, porém agradável do fim do outono, ali ela podia ser amena, apreciar os momentos e ser apreciada... Ou pelo menos esperava que fosse. "Não me diga que terminou com aquele projeto de gremlin sem carisma" um pouco animada demais? Talvez. Ela ligava? Nem um pouco. Sem pensar duas vezes foi para cama de Maxence, tirando seus sapatos e deitando preguiçosamente "Seja um bom anfitrião e me traga a boa brisa de sua companhia. Preciso de alguém que não me irrite hoje"
@winderousmax
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Ninguém entendia muito bem a cabeça da rainha do gelo. Talvez nem ela mesma. Quase toda noite ela se isolava do mundo e ia para a floresta, longe dos chalés e de tudo que importava naquele lugar, e se permitia treinar sem se preocupar. Queria poder dizer que não se importava com ninguém, mas aquele ato era o mais próximo que ela tinha do carinho que sentia pelo acampamento, afinal a clareira escolhida estava tomada por gelo e neve. As arvores repousavam em um manto branco, o ar pesava como a calmaria de uma noite de inverno e os animas fugiram quando cuidadosamente o gelo começou a tomar o local. Tudo meticulosamente pensado para que ela pudesse treinar sem machucar ninguém ou acabar por irritar alguma criatura que morava na floresta... O problema é que havia um padrão, mesmo cuidadosa e cheia de manias ela deixou rastros que poderiam ser seguidos e aquela noite ela foi.
Aquele filho de Quione era inconveniente. Invadia sua mesa e seu espaço mesmo com todos os cortes e as claras tentativas de se livrar de sua presença. Até aquela noite Tatiana tinha conseguido se livrar dele, mandá-lo de volta para seu grupinho ou sei lá de onde ele tinha vindo, porém ele tinha outra determinação. Importuná-la não era o suficiente, ele precisava tocá-la, beijá-la, conseguir tudo aquilo que achava que era seu por direito. A filha de Despina o notou rápido, mandou-lhe ir embora, porém seus poderes eram muito próximos e ele parecia determinado a algo que ela só entendeu quando ele estava próximo de si a segurando e tentando beijá-la. Ela era pequena, talvez até delicada, a pele alva ficou vermelha com facilidade com os dedos da mão dele apertando seu braço, empurrá-lo já não era lá muito útil e até que seus poderes conseguiram o afastar minimamente, porém eram próximos demais e a determinação dele foi o suficiente para jogá-la ao chão.
Tatiana gritou. O mais alto que conseguiu. Tentou pegar sua espada, arranhava, chutava, criava ventos cortantes e tentava empala-lo com grandes estalagmites que se dissolviam em neve e deitavam ao seu redor. Tudo parecia perdido e aquela muralha impenetrável que era a mulher chorava pedindo para que ele a soltasse. Ah, se não fosse a voz de Mattew enchendo a clareira com aquele calor sufocante... O filho de Quione travou no lugar ao olhar aquela figura densa a poucos passos deles. "Se quiser a sua vez eu passo deixar para você" soou debochado, apertando a mulher um pouco mais. Mas Matthew parecia muito mais disposto a matá-lo do que se juntar àquele ato horrendo. O tempo dele pensar foi o suficiente para que ela conseguisse se soltar e se arrastar para longe de seu abusador. A figura pequena tremia, com o rosto molhado de lagrimas, marcas pelo seu corpo e apenas com sua blusa e calcinha. Não era uma visão digna de Tatiana Roslyakova. Mas ainda assim ela correu para trás de Matt, não só como seu salvador, mas como escudo que impedia daquele maníaco chegar a si. Pela primeira vez em muito tempo ela se via com medo real e dependendo de alguém que ela nem tinha intimidade
A floresta parecia diferente naquela noite, como se tivesse engolido todos os sons e respirasse mais lentamente, fazendo soar como se o próprio tempo tivesse hesitado no passo e ficasse preso ali, entre o farfalhar de uma folha distante e o sussurro abafado do vento morno que, ainda assim, parecia carregar mais do que deveria de modo que Matthew sentiu antes de ouvir, antes mesmo de entender, porque o ar trouxe algo a mais do que folhas dançando: trouxe um nome, soprado entre as árvores com uma urgência contida que se infiltrava por baixo da pele, levando sua mente até Tatiana.
Ele parou no ato, os sentidos se refinando, o corpo enrijecendo não de medo, mas de prontidão, como ferro prestes a ser moldado; e não hesitou em mudar o rumo, se afastando da trilha principal, afundando entre as sombras e a vegetação densa, onde a umidade do solo se confundia com o calor que naturalmente emanava dele, fazendo a mata parecer mais viva, mais densa, mais natural a ele do que de costume. Contudo, não foi como se estivesse fugindo, mas sim, voltando para uma casa conhecida: o Wyatts caminhou sem fazer som, os músculos soltos, os olhos atentos, guiado não por lógica, mas por instinto. Este, digno da primitividade do Vento Sul.
O nome dela ainda pairava no ar como um perfume persistente e ele seguiu até que viu, não com surpresa, mas com aquela confirmação silenciosa que vem quando se espera o pior e ele aparece exatamente como previsto: o filho de Quione estava ali, com seu comportamento tão característico quanto incômodo refletido na forma como falava demais, como se aproximava demais, como se sempre acreditasse que podia invadir o espaço alheio sem pagar por isso. Sempre demais.
Matthew já o observara antes, já o vira tentar se fazer presente onde não era chamado, já vira os olhares que lançava e os sorrisos que esboçava sem serem bem-vindos, mas até ali o jovem ainda se movia dentro de uma linha tênue, de uma margem que, embora desgastada, não havia se rompido, pelo menos até agora, porque era claro que suas importunações para com a filha de Despina jamais chegariam aquele nível.
Matthew se aproximou com o peso de uma tempestade abafada, como calor acumulado antes do estouro, e não anunciou sua presença, porque não precisava: o ar já mudara com sua aproximação, a temperatura ao redor começara a subir lentamente como vapor saindo da terra e não havia mais vento ali, só a expectativa espessa de algo prestes a acontecer, ainda em silêncio, no prenúncio de seus quase dois metros de altura.
O filho de Quione talvez nem o tivesse visto de imediato, mas sentiu — já que todos sentiam — o ambiente parecer menor, o oxigênio mais denso, a presença mais quente, e quando finalmente se deu conta, Matthew já estava ali, parado, firme, não com os punhos cerrados ou os ombros tensos, mas com a mesma quietude de quem observa e decide com o olhar o que vai queimar e revidar. Naquele instante, não havia conselheiro, não havia centurião — havia apenas o filho de Noto diante de uma linha que fora cruzada e o mundo parecia saber que dali em diante, as coisas não seriam mais ignoradas. "Se continuar o que está fazendo, eu te garanto que você conhecerá o submundo antes do previsto." Foi tudo o que disse a Welton, os olhos claros fixos nas costas do outro. Em uma das mãos de Wyatts, uma das espadas curtas brilhando, flamejante, empunhada e pronta para ferir o filho de Quione se ele ousasse desobedecer sua orientação.
@coldqueenie
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Não eram poucas coisas que a tiravam do serio, mas aquele dia tinham conseguido fazer de tudo para que a russa estivesse nos seus piores humores. Ela acordou com sua janela sendo quebrada por uma bola, os culpados correram antes que a ira da filha de Despina chegasse a eles. Logo antes do almoço um casal resolveu brigar perto do seu chalé, escândalo! Gritaria! Macho escroto! Tudo o que ela repudiava e teve que se meter criando uma barreira que separava a menina do rapaz. Para completar, uma de suas irmãs terminara o namoro e agora estava chorando na sua cama que nem um bebê sem sua chupeta. Ela estava prestes a surtar! Foi só a outra parar de chorar que Tati fugiu para longe daquele lugar e de tudo a fim de descomprimir todo aquele sentimento que tinha no peito. Até porque se o fizesse ali em seu chalé possivelmente o acampamento estaria em baixo de uma nevasca dos infernos. Então ela marchou para o unico lugar que achava que seria agradável...
Era engraçado como Tatiana se sentia dona dos lugares e talvez até das pessoas. Ela era conhecida por seus favoritos, os merecedores de seus sorrisos e de seu jeitinho mais 'delicado', o que nem sempre era bem visto por todos, afinal a namorada de Max a odiava de um jeito que não era descrito na literatura. E podemos dizer que Tatiana compartilhava aquele desgosto e fazia questão que ela visse os toques, os carinhos e o jeito que ela tratava o 'amigo'. "Onde está a maluca?" perguntou não vendo a mulher grudada no namorado ao entrar no quarto do conselheiro do chalé de Zéfiro como se pertencesse ao lugar. E talvez pertencesse afinal ela entrava e saia a hora que queria, trazendo consigo a brisa gelada, porém agradável do fim do outono, ali ela podia ser amena, apreciar os momentos e ser apreciada... Ou pelo menos esperava que fosse. "Não me diga que terminou com aquele projeto de gremlin sem carisma" um pouco animada demais? Talvez. Ela ligava? Nem um pouco. Sem pensar duas vezes foi para cama de Maxence, tirando seus sapatos e deitando preguiçosamente "Seja um bom anfitrião e me traga a boa brisa de sua companhia. Preciso de alguém que não me irrite hoje"
@winderousmax
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Tatiana Roslyakova nasceu em Moscou, no inicio de um inverno que foi um dos mais rigorosos do país. Sua mãe, Despina desapareceu com a mesma rapidez com que surgiu na vida de Mikhail Roslyakov, um homem cuja frieza rivalizava com a dela. CEO de uma das maiores empresas russas de segurança privada, com fortes ligações com o mercado bélico, Mikhail era conhecido por sua mente estratégica e por seu passado como oficial de elite do exército russo. Um homem que raramente sorria, mas que acreditava firmemente no valor da força, da disciplina e do mérito.
Tatiana foi criada em uma mansão isolada nos arredores de São Petersburgo, entre muros altos, vigilância constante e regras estritas. Não havia bonecas, festas ou calor familiar, mas havia treinamento de combate, aulas de geopolítica, idiomas, estratégia militar e a constante lembrança de que “ela era forte porque não podia se dar ao luxo de ser fraca”.
Apesar disso, ela nunca foi negligenciada, afinal cada um dos seus acertos, tal como uma pontuação perfeita, um movimento de combate bem executado, uma decisão racional diante de uma ameaça, era muito bem recompensado: viagens, joias, armas personalizadas... Mikhail a via como um projeto de perfeição. E Tatiana aprendeu a não esperar amor, mas a conquistar respeito.
A primeira manifestação de seus poderes aconteceu aos 11 anos, quando congelou inconscientemente as armas de três homens que tentaram sequestrá-la e os matou antes mesmo que conseguissem sair da propriedade. Desde então, as manifestações se tornaram mais frequentes, e Mikhail passou a investir em pesquisas sobre “anomalias genéticas”, porém Despina fez o favor de aparecer e contar a verdade sobre sua origem e o homem? Apenas soltou um: "O sangue de gelo corre pelas suas veias, da sua mãe e da minha"
Aos 13 anos Tatiana foi enviada ao acampamento, com uma escolta de três semideuses muito bem armados que seriam os responsáveis pela sua segurança até a maioridade. Ela chegou ao acampamento com a cabeça erguida e a alma fria. Não buscava amigos, muito menos uma nova família. Mas com o tempo, descobriu que ali havia algo diferente: pessoas que lutavam por amor, por honra, por laços que iam além do sangue ou do dever, o que nunca a fez amolecer mais do que alguns sorrisos e ligação de respeito mútuo.
Hoje, aos 27 anos, ela é uma presença rara no acampamento, quando ela sai do chalé fora dos horários de treinamento todos saem da frente, poucos tem coragem de enfrentá-la e menos ainda tem coragem de agradá-la. Mantém contato eventual com o pai, que agora comanda operações quase secretas nos bastidores de guerras globais. E embora não sinta saudade, sente orgulho. E isso, para ela, é mais do que suficiente.
Poderes Ativos
Criocinese Intermediária: Consegue congelar líquidos, criar placas de gelo, lâminas cortantes feitas de ar condensado ou até aprisionar inimigos em geadas rápidas.
Tempestade Invernal: Em situações extremas, pode conjurar uma nevasca compacta ao seu redor. Essa tempestade reduz a visibilidade, congela o solo e confunde os inimigos. (Alta drenagem de energia.)
Lâminas de Névoa Gélida: Pode condensar o ar frio em armas temporárias, geralmente adagas ou estiletes de gelo que cortam como vidro.
Chicote de Vento Cortante: Usa as correntes de ar congelado como um chicote invisível.
Olhar Congelante (em desenvolvimento): Em momentos de fúria, seu olhar pode literalmente congelar a pele de quem o encara por tempo demais. Ainda não controla isso bem.
Poderes Passivos
Imunidade ao Frio e à Névoa: Não sente frio, mesmo em temperaturas abaixo de zero. Consegue andar tranquilamente em meio a nevascas ou tempestades geladas sem ser afetada.
Aura de Distanciamento: Inconscientemente, exala uma energia que provoca desconforto ou respeito em quem se aproxima. Pessoas mais fracas emocionalmente se sentem intimidadas ou vulneráveis perto dela.
Pisar Silencioso: Capacidade de se mover quase sem emitir som, como o vento no gelo. Especialmente eficaz em superfícies congeladas ou sob névoa.
Presença Inquietante: Inimigos e monstros instintivamente sentem que ela é algo “não natural”. Isso pode servir como intimidação, mas também a torna alvo prioritário de criaturas mais instintivas.
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