enjoythxride
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I’ll flip you over, break you down and swallow you up Woo Bin Lisenbröder. 21 y/o. Relações Internacionais.
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enjoythxride · 8 years ago
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giveshitter:
❝Essa cantada é old but gold, gosto de você porque não perde nem a piada e nem os amigos. E pra que essa agressividade? Eu conto se você me pagar um café, porque eu preciso muito. O que me diz, hyung?❞
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Porque sem agressividade você não me conta nada. Fui fofinho e levei fora, não é nada, agora tá aí. Me explorando para contar os segredos.
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Considere o café pago. Desembucha.
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enjoythxride · 8 years ago
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quietmanhwaga:
Uma imensidão de pensamentos ladeavam seu plano de ideias ao mesmo tempo que tudo se dissipava numa névoa branca de indiferença, uma tentativa de seu psicológico lidar com a rejeição, simplesmente plantando a imagem de que ele não se importava, contudo, sabia muito bem em seu interior seus verdadeiros sentimentos sobre todo o ocorrido desenrolado a sua volta. A animação momentânea e espontânea surgida junto da esperança agora congelava vividamente, acompanhando seu estado. Permaneceu longos minutos apenas parado encarando a toalha branca tão perfeitamente posicionada sobre a mesa, imaculada e cuidada para ser bonita e ao mesmo tempo não tirar toda a atenção dos pratos lá servidos, um linho tão ou mais delicado que de sua própria blusa. Encontrava-se imerso em reflexões sobre toalhas de mesa quando ouviu uma voz a sua frente. Ergueu os olhos e se deparou com um cardápio sendo-lhe estendido por uma figura elegante e jovial, muito alta e bem trajada. Demorou alguns segundos para processar a cena e cuidadosamente estender seus dedos compridos e cheios de tinta (que simplesmente era impossível de se tirar) e pegar o objeto lhe oferecido. Engoliu seco e soltou o ar lentamente, abrindo-o e observando as milhares de opções, pensadas para atender os mais finos paladares, mas nada lhe parecia muito atraente no momento então simplesmente abaixou o cardápio e o fitou concentrado em seus desenhos. Seu rosto possuía ângulos retilíneos e precisos, que passavam uma certa imagem de rigidez, acompanhada de seu terno bem encaixado nas formas de seu corpo, sem uma única mancha ou pelo, apenas uma pequena plaquinha dourada que discretamente indicava seu cargo. 
Limpou a garganta e pela primeira vez sorriu, um sorriso não tão sincero quanto gostaria, mas ainda sim um sorriso – Obrigado. – agradeceu com simplicidade, completando-se mentalmente em seguida “Mas parece que não o suficiente.” A indignação demonstrada por ele no entanto foi algo que não esperava, o pequeno sorriso foi lentamente transformando-se, revelando seus dentes aos poucos. Uma risada suave escapou de seus lábios o encarando enquanto seus olhos também sorriam. – Então acho que estou no país errado. Mas duvido que alemães entendam coreano.– brincou, abaixando o olhar por alguns segundos. Pensou se deveria ou não se apresentar, estender a mão e dizer seu nome e sobrenome, contudo, algo o impediu. Dizer seu nome não parecia tão importante no momento, geralmente crucial para formar relações sociais que ele de certo modo custara a entender completamente. O homem parecia estar sendo sincero, decidindo ir falar com ele num tipo de… consolo? Logo após ser negado duramente com doces palavras. Talvez fosse também apenas indignação, o fato era, pouco convinha saber seus motivos ou identidade, pois quem ele realmente era parecia se transmitir por suas palavras. No lugar disso, tamborilou os dedos suavemente sobre a capa de seu trabalho e disse um tanto quanto baixo – Sorvete. – olhou para seu cabelo bem aparado e penteado e sorriu – Eu aceito um sorvete. 
Woobin deu de ombros, não aceitando completamente o agradecimento. Não tinha dito nada além do óbvio, não tinha comunicado mais do que ele deveria estar acostumado em ouvir. ❝ Não agradeça por isso. Você tem talento, precisa entender. ❞ Os dedos mexendo nas folhas, ganhando uma imagem geral e uma narratória coesa distraíram das palavras que podiam soar um tanto erradas, um tanto mais grossas do que deveria. O que tinha sido sua concepção comentar, tinha sido educação do outro em retribuir o gesto, na gentileza de seu ser. ❝ Mianeyo, não quis ser rude. Você tem talento e desperdiçou uma bela apresentação com as pessoas erradas. Continue tentando. ❞ Uma vez seco, sempre seco. A lábia típica de Lisenbröder sumindo frente ao par de olhos castanhos o encarando, e o belo rosto virado para si. E, assim, olhando fixamente, a maestria voltou com força. ❝ Alemães nos acham engraçados. Eu cresci com piadinhas de ‘você consegue enxergar com esses olhinhos?’. Cansa? Cansa, mas são uns monstros na hora de inovar nessa área. ❞ Habilmente juntou todas as folhas e as entregou perfeitamente alinhadas para o mais novo, as duas mãos no papel para demonstrar respeito e juntando na frente do rosto, cabeça curvando em respeito, para agradecer a intromissão e a interação com o trabalho. Pediu o sorvete para o garçom, e um pedaço de torta para si, deixando ao arbítrio alheio a escolha das bebidas que melhor combinassem com a comida. Woobin respirou fundo, enfim tendo a atenção no desenhista sob as mãos entrelaçadas e o queixo apoiado nos dedos. ❝ Faz muito tempo que desenha? Qual o seu interesse maior? Em questão de temática? Finja que estamos na entrevista que você queria ter. ❞ A cabeça selecionaria os poucos escritores que conhecia. Editoras e afins seriam conseguidos mais tarde, com a ajudinha de um telefone celular e o nome do famoso dono mais novo do hotel.
everything is gray under these skies || woohan
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enjoythxride · 8 years ago
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shirtless-satoru:
Sorriu diante do comentário e cruzou os braços – Inglês impecável, alemão impecável, coreano impecável, sobrancelha impecável, bunda impecável… Você sequer é humano, Woobin-ah? – fama, para ele, era uma questão de sorte, muita sorte, afinal, existiam milhares de pessoas com muito talento cujo trabalho nunca seria reconhecido na vida. E apesar de parecer otimista, apenas quem o conhecia de verdade era capaz de vislumbrar o tamanho de seu pessimismo, não costumava reclamar o tempo todo das coisas, mas tampouco acreditava nela. Deu de ombros e apontou para si mesmo – Você sabe como é minha casa, não posso falar muita coisa. – tomou mais do café, até esse acabar. – Mas esse cara aí não devia interferir no seu quarto, não é como se os hóspedes fossem ver. E mesmo que vejam, eles só vão ajudar a desarrumar ainda mais. – apoiou o queixo nas mãos enquanto um sorriso malicioso se alastrava por seus lábios para em seguida se desfazer e mudar a posição para uma novamente relaxada – Aish! Claro! Pais são assim. Mas os meus se acostumaram rápido com a ideia de decepção. Eles não entendem que queremos caminhos diferentes. Quer dizer, duvido que os planos dos seus pais eram ter você fodendo com um calouro debaixo da escada da faculdade, mas… Vai me falar que esse não é um dos melhores caminhos?! – deu risada e negou com a cabeça. O assunto de seus pais não lhe trazia exatamente tristeza, depois de tanto tempo sem vê-los tinha sido praticamente natural, principalmente depois de terem o deserdado. Tirou a atenção de seus pensamentos com a imagem de Woobin vestido daquela maneira. – Eu faço isso bem independente da roupa, inclusive sem ela é bem melhor. – coçou a cabeça e colocou os antebraços na mesa – Você devia experimentar na loja, então virar para a atendente e perguntar se essa roupa te engorda. – riu com da situação e concordou com o rosto, satisfeito com a ideia. Deu de ombros ao pensar na possibilidade de adotar. Realmente parecia ser um caminho mais fácil, mas talvez apenas parecesse. Observando sua vida, duvidava que fosse capaz de ser aceito em qualquer instituição de adoção. Solteiro, sem renda fixa, sem histórico familiar, seria um caso complicado, para não dizer impossível. – Você está certo, Mr. Nice Ass, eles são pessoas realmente boas. Mas é, é importante recuperar essa parte do seu passado. E a Alemanha deve ser um lugar legal também, tirar umas férias não seria nada mau. 
Woobin sentiu o sorriso aumentando a cada elogio, um ora, para com os elogios na expressão afetada e no ‘deixa pra lá�� da mão. ❝ Não esqueça o ainda apertado como um virgem. Essa é uma das minhas maiores qualidades. Cortando a brincadeira, eu sou humano sim. Eu me emburro, me enfezo, me canso e desejo morrer no sofá em alguns fins de semana. A nossa diferença é que eu sou mais novo e tenho uma memória melhorzinha. Tirando isso, somos iguais. ❞ E os dias de querer descansar depois de chegar do trabalho aumentavam a cada semana, quando as saídas pareciam iguais em essência. E o sexo tornava-se repetitivo. Agradecia aos deuses por encontrar os ousados, os que puxavam seu tapete quando ficavam entre quatro paredes. Satoru, claro, numa posição bem elevada em seu conceito. ❝ EXATO. Quem eu chamo para casa não é para analisar decoração e discutir disposição de móveis. O máximo que falam é: a cama, Woobin oppa! ❞ A voz grossa não imitou a feminina, mas deu para entender onde queria chegar, refletindo o mesmo sorriso de malícia em seu rosto. ❝ Tem certeza que esse calouro não era eu, não? Um dos melhores e mais cobiçados quando você entra na faculdade. À plena vista, mas escondido; com alunos e professores passando ao lado sem nem perceber. Seus pais são caretas ainda presos nos limites da época deles, de não poder ir além de pegar na mão fora das vistas dos pais. ❞ A liberdade sexual em casa era mais ou menos total, mantendo a discrição suficiente para convencer os mais velhos de uma certo normalidade. Afinal, tinha existido uma adoção na família alemã perfeita, e uma filha mais velha empenhada um pouco demais na turma de balé -- e nos bastidores. ❝ Além de me deixar constrangido, você quer destruir minha reputação? Venha comigo e eu sento no seu colo, faço todas as perguntas sobre a roupa para a atendente enquanto... O que foi, docinho, perdeu alguma coisa? ❞ Se interrompeu para dar outra prensa na atendente. ❝ Foi-se o tempo que nós podíamos falar de fetiche em paz. Poderia pegar duas embalagens para viagem, por favor? Estamos indo. Vou aparecer no seu trabalho qualquer dia desses e é bom você cumprir com a promessa. ❞ Pegou a sua embalagem e transferiu o resto do café, levantando-se para ganhar a noite e o caminho para o apartamento. Woobin suspirou, a fumaça do café espalhando-se pelo ar frio ao redor de si. ❝ Aguarde novas informações no diário de um Adotado em Busca dos Pais. Vejo você amanhã? Quer dizer, segunda-feira. Sem condições de te encontrar com a puta ressaca que tá vindo. Dê um beijo no padre e vá rezar suas ave-marias no escurinho do quarto. ❞ Woobin só se inclinou um tanto para frente, os lábios ligeiramente projetados para seu tão esperado beijo de despedida.
Coffee and cigarettes are best when shared with you ☕️ | wooru
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enjoythxride · 8 years ago
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shirtless-satoru:
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{ n s f w }
Assim que fosse puxado do paraíso em que se encontrava, cada partezinha suspirando apaixonada pela sensação desgastante recompensadora de suas atividades, Woobin notaria que não tinha nada de agradável o esperando lá embaixo. Por enquanto, focava no frio apaziguador em suas costas arqueadas, no vento gelada banhando a pele suada e pegajoso, e no calor absurdo -- perfeito -- que o lambia como se estivesse numa fogueira. O abdômen espasmando a cada pontos segundos, o corpo inteiro naquele colapso leve de exaustão abençoada, de três, quatro, não sei quantos orgasmos extraídos à força de seu corpo cansado do trabalho. E com a energia suficiente para se entregar sem mais delongas, caindo completamente nos braços de Satoru e quem mais confiava naquele ramo. Woobin sentia os lábios inchados, bem aquela sensação de ter comido pimenta demais e eles ficavam dormentes, pulsando, a língua umedecendo e arrancando mais suspiros -- gemidos fracos -- de cada contorcida do músculo habilidoso. Ele estava maravilhoso, o corpo lentamente tombando para o lado e as mãos cegas, mas que enxergavam tudo, encontrando o braço do outro para se guiar. E encontrar o ombro onde poderia encostar a cabeça, roças os lábios na pele e morder com força o ponto.
Tá se achando o quê? O pica das galáxias? --- O polegar enganchou na venda e puxou para cima, o alemão piscando pateticamente ao ambiente até acostumar a visão com a iluminação, pouco se importando se estavam vermelhos e um pouco inchados. Aquele ‘choro’ tinha sido o melhor da sua vida, por que diabos esconder de quem o tinha provocado? No entanto, ele não arremessou-a para longe, preferindo enrolar no pulso e melosamente guardar como lembrança nos momentos mais enfadonhos do trabalho. --- Se eu tivesse uma ereção agora, ela teria completamente desaparecido com essa frase. Aish, foi bom pra você? Pior turn down da vida, parece que não tem confiança. --- Já passara na mão de parceiros assim -- e como -- e sua vontade era de colocar as roupas, levantar da cama e desaparecer sem dar satisfações (coisa que tinha feito bastante também). No entanto, por mais ridícula brincaderinha feita por Satoru, Woobin respondeu na mesma moeda. --- Foi maravilhoso, hyung, o melhor que eu já tive. Você é o amor da minha vida. --- Voz afetada, olhos revirando e o estalo da língua impaciente. Querendo morrer, mas querendo repetir de todas as maneiras e em posições diferentes. Papéis trocados e uma vingança, a imaginação colocando Saturo de costas, ofegante e necessitada, a mercê deu sua língua. --- Eu não vou conseguir andar até amanhã, you destroyed my ass, não vou conseguir disfarçar nenhuma das marcas. Ah, e tive quatro orgasmos, que eu lembre, mais alguma coisa para responder a sua pergunta?
Arqueou a sobrancelha e esperou, a respiração ainda difícil, e aquela coisinha indicando que o chão não era o lugar ideal para que estava dolorido e nos inícios da maior ressaca física de todos os tempos. --- Agora, diga para seu chefe que você encerrou por hoje, me leve para casa e durma comigo. Tem roupa sua no meu armário, usei a máquina esse fim de semana. --- Woobin tinha consciência de que podia -- e era -- mandão e não seria aquilo que mudaria seu jeito de ser. Seu rosto decidido e sério não davam possibilidades de outras respostas além da total obediência -- ou do jeitinho Satoru de atender aos seus caprichos. --- Por favor? --- Acrescentou com mais gentileza, os dedos acariciando a pele de seu braço e passando para o quadris, arrastando os dedos por sua cintura. --- Seja meu travesseiro hoje.
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enjoythxride · 8 years ago
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enjoythxride · 8 years ago
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giveshitter:
❝Não sabia que você era vidente. Quer ler minha mãe? Vai que alguma coisa boa sai do meu futuro, porque meu passado é só miséria. Ah… thanks, dude. Você podia parar de me xingar, by the way. Nunca sei  que você tá falando quando vira alemão comigo.❞
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Eu levo bem a sério a cantada de posso ser tudo o que você quiser. A leitura de mão de hoje é bem simples: me conta o que foi ou leva uma mão bem lida na sua cara. Gostou? Nem vou cobrar.
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Yehet nem é alemão. Sei nem de onde venho, mas soa legal e eu gosto de repetir.
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enjoythxride · 8 years ago
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A expressão de serenidade pacífica se tornava mais difícil de manter a cada novo segundo que aquela estupidez se desenrolava. Não que estivesse ouvindo conversas alheias -- coisa que fazia sempre e nem era julgada -- uma vez que o hóspede de maior renome estava aqueles na mesa adianta. Como gerente do hotel, requisitado para manter-se disponível, Woobin não podia fazer nada além de esperar o momento de liberdade e se imaginar do lado de fora do hotel, esperando a carona de alguma amigo e o puxando para fora do carro num beijo intenso. Bem. Na. Frente. Desses. Três. Cada segundo querendo ser um tapa porque não tinham feito nada além de elogiá-lo pelo ótimo trabalho, pela eficiência de cumprimento das ordens e na amável e agradável maneira de manter uma boa conversa. Tudo o que colocavam numa categoria de ótimo indivíduo tendo que ser cortado fora porque tinha uma preferência por indivíduos do mesmo sexo. Suspirou, discretamente, fingindo olhar para o teto ao revirar os olhos discretamente; a tossida rápida para disfarçar o olhar sobre si que atraíra sem querer. Lisenbröder acenou um positivo com a cabeça, reassegurando que estava ali para os próximos minutos também. E, internamente, querendo se atolar da papelada diária do hotel a ficar mais um segundo parado sem fazer nada. Era seu emprego em jogo ali; Nem Jaehyun podendo salvá-lo de ser despedido se as gravações fossem vista por olhares impróprios.
Também não ajudava a silhueta do outro, que estava apresentando, na voz clara e suave de quem explicava com amor pelo que fazia. E era natural, desenvolver o sentimento de proteção quando a injustiça estava bem evidente na conversa. Baek Soohan deveria ser bonito, tinha grandes inclinações e evidências de que era pelo reflexo de alguns copos, pelo pouco que podia ver de seu rosto daquela distância e ângulo. E fim. Os homens se levantado e Woobin indo de encontro no meio do caminho da saída, atendendo o pedido de um táxi e indicação do gerente para um funcionário responsável pelo transporte do hotel. Acompanhou até a porta com ansiedade, olhando discreta por cima do ombro para garantir que ainda estava lá. --- Tenham um ótimo passeio, senhores. Até a volta. --- Uma mesura caprichada, um sorriso estonteante e as costas já estavam dadas, pernas compridas vencendo a distância até a mesa e dobrando, sentando o corpo sem cerimônia onde os outros esnobes estavam. --- Por favor, veja isso e escolha bem. --- Ofereceu o cardápio das refeições, uma troca justa pelas folhas que estavam mais perto do outro. Isso é, depois de silenciosamente -- quase temoroso -- pedir por permissão de dar uma olhada no que estava lindamente exposto. Tentou colocar ordem nas folhas, mas a história ainda não tinha entrado bem na cabeça presa na relação tão rejeitada pelos superiores. Woobin queria ver com os próprios olhos o que tinha gerado uma repulsa tão grande, uma rejeição tão evidente para um trabalho- --- Perfeito. Você desenha muito bem, yah! --- Comentou para a folha mais próxima, o olhar brilhante de animação voltado para o outro por um segundo, enfim achando embaixo a dita relação estabelecida. --- Jinja? Por isso? Por isso que não vão querer te patrocinar? --- Isso não chega nem perto do meu dia mais tranquilo, era o que queria responder, mas acabou saindo com um: --- Tudo porque são coreanos puristas. Na Alemanha, teriam pedido para explorar mais desse lado.
everything is gray under these skies || woohan
O maço de folhas que carregava em seus braços pesava muito mais que a verdadeira gramatura dos papéis, pois ali levava também parte de seu destino e fatalidade.Seus passos no hall do hotel chique mal podiam ser ouvidos da forma como se movia, tão suavemente que não passava de uma sombra cruzando o caminho das pessoas que mal o notavam. Finas linhas escuras surgiam em baixo de seus olhos como flores que inundam a calçada na primavera, misturando-se ao seu tom de pele claro até sumirem completamente na altura das bochechas. O impulso de jogar um moletom sobre sua forma esguia e calçar seus tênis desgastados era quase instintivo, mas sabia que tinha que aparecer ao menos um pouco apresentável e por isso tinha vestido uma camisa de linho tão azul quanto o céu daquele dia quente, exposto nos poucos botões abertos abaixo de seu pescoço, lhe dando espaço para respirar. Com olhos curiosos e alertas, apesar da privação de sono, procurou sinais indicando o restaurante do local, o que não foi tão difícil no final das contas. Esticou o pescoço para observar antes de entrar no salão finamente decorado e logo avistou os homens de terno sentados diante de copos de água e xícaras de café. Sem hesitar foi em sua direção. 
Os cumprimentou com um movimento respeitoso de cabeça e sentou-se tentando notar qualquer sinal em seus rostos que indicasse o rumo da conversa. Deu de ombros ao não perceber nada e concluiu que não era algo que valia a pena se pensar sobre. – Eu não vou querer nada, obrigado. – respondeu negando com as mãos diante da pergunta de um deles. A conversa que se estendeu pelos próximos minutos foi repleta de meneios calados deles enquanto apresentava os desenhos e seus planos de história, afinal, era sempre bom ouvir diretamente da boca do artista apesar de já terem lido alguns rascunhos. Sua voz era sempre muito calma e controlada, explicando os detalhes que considerava importante e deixando de lado os que poderiam ser contados depois. Contudo, uma reação lhe chamou atenção em certo momento. Um deles tinha pego um dos papéis que detalhavam a relação de um dos personagens e sussurrado algo para seu vizinho. – Bom, Baek SooHan-ssi… Viemos aqui em consideração a seu trabalho anterior, que ganhou muita visibilidade, mas… – começou dizendo o gerente de publicações, limpando a garganta – Não acho que seja o tipo de trabalho que se encaixe no perfil de nossa empresa… – SooHan gentilmente o interrompeu, fazendo sua provocação parecer nada mais que um elogio – Porque tem uma relação entre homens, não é? – disse sem rodeios, apoiando os cotovelos em cima da mesa, inclinando-se um pouco sobre seu trabalho. – Ahn… O que? Rela - relação? N- não! Isso não tem nenhuma influência na nossa decisão. Olha… Você é muito talentoso, mas essa obra ela não segue os padrões… -- novamente o interrompeu, sem desviar os olhos um segundo sequer – A relação deles só é citada, nem é o foco da história. – o gerente pareceu irritado por um momento, mas logo sua expressão franzida se desfez em um sorriso forçado – Entenda… Perderíamos muitos leitores. Você sabe, as pessoas são sensíveis a esse tipo de coisa… – SooHan abriu a boca para falar algo, mas logo desistiu, aquela parecia ser uma conversa perdida, que tomaria muito de seu tempo. – Tudo bem, obrigado pela sua atenção. – logo, todos se despediram e ele se jogou na cadeira, encarando a mesa com suas folhas dispersas e frias, assim como sua ansiedade alimentada durante tanto tempo. Soltou o ar aos poucos e passou as mãos pelo rosto, tentando decidir qual passo tomar. Sequer existia outro passo?
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@enjoythxride
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enjoythxride · 8 years ago
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A presença do gerente na festa quase não era notada em seu lugar de destaque ao lado do bar, do lugar onde gerava mais confusão conforme o evento decorria tendo acesso às brilhantes garrafas alcoólicas. Woobin via tudo com os olhos baixos, vez ou outra erguendo o olhar do chão para cumprimentar alguns hóspedes que tinha feito o check in mais cedo, trocando sorrisos suaves e acenos de cabeça educados como só o cargo mandava. Era um contraste poderoso todas as vezes que se encontrava naquela situação, vestido daquele jeito. Não tinha idade suficiente, em termos clássicos, de assumir tal posição e sua fama fora do hotel evidenciava bem isso. O frequentador de todas as festas, o sedutor moreno e estrangeiro, o que sabia o que sr dito na hora certo contra a parte do corpo perfeita. Comportado nunca passaria na boca de qualquer um que passasse por Lisenbröder em uma de suas mais pesadas noitadas -- as leves igualmente extremas, mas demorando um pouco para surtir o efeito. Nem podia umedecer a garganta seca como um deserto, água ou bebida poderiam levar a um problema de disse-me-disse; transformando um copo do líquido vital na mais pura das vodkas. Meneou a cabeça para o barman, os dedos levantados avisando as horas faltantes para encerrar a parte mais luxuriosa do bar. O outro respondeu com um sim e girou o dedo, permitindo o que ele estava louco para fazer.
Não precisou de um segundo incentivo para sair da posição de soldado e andar pela festa, esticar as pernas e dar mais um pouco de gentileza e solicitude. Ser o acessível e o mais importante na hora de reclamar ou distribuir elogios. De se tornar parte da festa e pedir para ser bem usado em todos os casos. Tal frase dita de diversas maneiras, o tom sugestivo caindo algumas oitavas -- num sedutor -- para aqueles que mostravam interesse. Olhava, avaliava as pessoas, então não foi difícil perceber o movimento contrário ao centro da festa, exagerando além da linha imaginária da área dos banheiros. Woobin o acompanhou com discrição, a sobrancelha erguida em dúvida sobre suas reais intenções, e se preparando física e emocionalmente para intervir caso necessário. --- Sir! Senhor! --- Dito em coreano e inglês, duas línguas que dominava tão bem quanto sua materna alemã. O gerente venceu a distância com passadas mais curtas, a mão tomando-lhe pelo braço com gentileza e incentivando a voltar pelo caminho que tinham acabado de seguir. --- Senhor, a menos que queira passar a festa na lavanderia, recomendo que volte pelo mesmo caminho que veio. ---  E ele era adorável naquele ar meio perdido, menos ainda com o que sentiu sob o toque educado -- que ainda envolvia o braço inconsciente. --- Onde gostaria de ir? Posso mostrar-lhe com facilidade, basta me dizer seu destino.
You will be the death of me.
O pianista alterou o peso em seus pés ao se mostrar visivelmente desconfortável com a situação em que se encontrava. Festas eram diferentes de suas apresentações em um teatro; havia uma grande distância entre ele e o público que era preenchida apenas pela música que tocava. Mas nesse caso, a música que ressoava pelo ambiente não era a principal atração, por consequência, também não era nada agradável. Wan se conteve em fazer tal comentário dentro do grupo de pessoas que interagiam com ele e entre si – mais entre si, é claro, pois por parte do chinês não havia nenhuma atenção atribuída à conversa e ninguém pareceu se importar com esse pequeno fato. Nem mesmo ele. Mais minutos passavam enquanto Wan estava ali em pé rodeado por pessoas que sequer conhecia; ora, eram apenas amigos dos seus dois irmãos mais velhos! Se sentia cada vez mais desconfortável ali. Lentamente seus passos se afastaram do grupo com cuidado, sua bengala tocando o chão em busca de obstáculos para evitar possíveis acidentes. Afinal, a última coisa que queria naquele momento era chamar atenção desnecessária.  Felizmente, um de seus talentos escondidos era conseguir sair desapercebido de lugares cheios. Era sua técnica especial: manter-se quieto por mais de dois minutos, ficar um pouco afastado do foco da conversa, não fazer movimento muitos bruscos que chamam atenção e, por fim, recuar em pequenos passos esperando não ser notado. Não se lembrava da última vez que sua “tática” falhou, e aquela não seria a primeira. Wan percebia que se distanciava conforme a música ficava mais longe e abafada. Ao chegar em um ponto específico onde tal som era quase um sussurro com ritmo, um pensamento cruzou a cabeça do pianista: onde ele estava? Quer dizer, ainda estava no hotel – isso era um fato –, mas onde exatamente? Tentou focar mais em sua audição para qualquer som que denunciasse a resposta da sua questão, mas não havia nada de específico. Provavelmente não estava sozinho; provavelmente também não iria se pronunciar com receio de não ter ninguém para responder. Sua melhor opção era buscar por algum lugar para sentar ao, subitamente, perceber como seus calcanhares doíam. 
@enjoythxride
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enjoythxride · 8 years ago
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Você sabe bem o que é, só tá se fazendo de desentendido para pegar um pouco.
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Yah, se sirva. Não vou comer isso tudo mesmo.
Oh? O que é isso?
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enjoythxride · 8 years ago
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{ n s f w }
A realidade era que não queria. Realmente, um dedo não supriria a necessidade de ser preenchido por inteiro e, dependendo do seu estado, não faria diferença perto do estímulo bem mais objetivo. Woobin queria exatamente o que ele fingia dar, quando suas pernas fecharam-se ao redor da cintura alheia e os braços enlaçaram seu pescoço. Seu quadril movia, continuava a roçar e lhe arrancar gemidos silenciosos, a justificativa de ‘ajustar o equilíbrio nos passos de Jinho’ já pronta e preparada. Pendurada na ponta da língua que fazia deixava rastro quentes e úmido no pescoço completamente acessível para si.
O beijo foi cálido, gentil demais, depois da sucção cruel almejando a marca roxa no outro dia. Woobin não era de deixar marcas assim, mas alguns -- alguns como ele -- conferiam um gostinho de desafio e possessão que só aumentavam seu desejo. Caiu no colchão perdendo um pouco do fôlego, logo se recuperando porque... Porque precisava se colocar em outra posição. De ficar sobre os joelhos e mãos enquanto engatinhava para perto de onde ele ainda estava. --- Verei? --- Perguntou com ousadia, o rosto levantado para manter o contato visual. --- Ou você verá? --- Não eram misteriosas suas intenções no engatinhar pelo lençol até a ponta. Mas, se ele não tivesse sacado, não teria mais desculpas depois disso.
A língua despontou entre os lábios e os umedeceu, preparando para o deslizamento que teriam que ser testados daqui a pouco. Outra linha fora feita, mais erótica, indo da base à ponta do membro do mais velho; chegando a glande num beijo depositado. Lábios enrugados forçados à abertura da boca e o colocando para dentro, a língua relaxada e pressionada contra a pele sensível alheia, sentido as veias. Vai e vem. Vai e vem. Vai. E. Vem. Os cabelos, bem em suas raízes, pinicando para serem puxados e usados como guia para que o ritmo fosse determinado -- e ele pudesse fechar os olhos e aproveitar. Por enquanto, olhar para cima e engolir o desejo no rosto de Jinho eram suficientes.
~we belong together all night long~ WooJin
NSFW
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enjoythxride · 8 years ago
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thehurricaneofgwangju:
A garota já havia se acostumado com a madrugada fria de Gwangju. Não conseguia dormir direito no sofá velho do apartamento, então na maioria das noites acordava cheia de dores, e não conseguia mais voltar a dormir. Realmente odiava aquilo. Naquela noite o desejo de comer sorvete a atingiu justamente na pior hora, mas não resistiu, teve de sair para matar aquela fome. Por sorte ali perto tinha um mercado, e o dono já estava familiarizado com o rosto da estudante.
Agora voltava para casa com um sorriso vitorioso no rosto, carregando o enorme pote de sorvete sabor morango como se fosse um bebê, e ainda tinha um pirulito de cereja na boca. Suas coisas favoritas do mundo. Agradeceu por serem baratas o suficiente para apreciá-las praticamente todos os dias. O uniforme do colégio permanecia no corpo, pois adormeceu de qualquer jeito, estava cansada demais para trocar de roupa e vestir uma das camisetas gigantes que usava como pijama. A camisa estava amarrotada, e a saia torta no corpo. Uma meia mais baixa que a outra, e os tênis desamarrados. Uma bagunça que fazia parte de Sunyoung, e ela não dava a mínima.
Chamou o elevador, e batucada as unhas cumpridas no metal de uma das paredes, impaciente. Já estava sentindo frio, e adoraria devorar todo aquele sorvete depois de um banho quente.O barulho anunciou a chegada ao sétimo andar, e um sorriso malandro apareceu no rosto. Finalmente ela pensou, e com o mínimo das portas abertas, pulou para fora da caixa de metal, mas não contava com aquele indivíduo no meio do corredor, ainda mais pelado. Bem aleatório. Já tinha visto muitas coisas estranhas, mas um homem pelado no meio do corredor do seu prédio era algo inédito. Ergueu uma das sobrancelhas, achando muita graça daquilo. Só não riu porque perdeu um pouco do seu tempo analisando o belo corpo. Se aproximou após ouvir o pedido de ajuda, um sorriso malicioso permaneceu no rosto. ‘’Olá vizinho… tem certeza que precisa só do telefone?’’ passou pelo homem ainda com os olhos em seu corpo, achando adorável todas aquelas pintinhas, na verdade até sentiu vontade de tocá-las, mas logo lembrou que não passa de um desconhecido. Apesar de parecer, Sunyoung não era nenhum pouco inocente. Abaixou-se na porta do seu apartamento para tirar a chave de dentro do tênis, pois não tinha bolso algum para enfiar aquilo. Levantou-se e destrancou a porta. ‘’ Entra, quer sorvete?’’ disse aquilo e entrou no pequeno apartamento, que até parecia grande pela falta de móveis. A sala não passava de um solar de dois lugares velho e desbotado e a mesa de centro estava cheia da bagunça da Sunyoung. cadernos, posters que ainda tinha que falsificar e além de outras coisas que eram difíceis de se identificar. A TV ainda estava na caixa. Tinha preguiça para instalar aquilo. Passou por  ali e foi direto para a cozinha, onde deixou o pote de sorvete e voltou a colocar o seu pirulito na boca. Esperou que o rapaz já tivesse entrado. Ela fazia tudo sem cerimônia, não tinha essa de formalidade com ela.
Considerando que estava sozinho com a garota, sem outros olhares sobre o corpo majoritariamente nu, Woobin se permitiu relaxar ainda mais na pose. Não estava dando um show público, não estava sendo vulgar como certos profissionais que tinha conhecido, então tudo bem. Gostava daquela aprovação no olhar alheio, conseguia beber daquela sensação pelo tempo que perdurasse a observação que prolongava sem um pingo de vergonha nenhum. --- Telefone é a única coisa segura que consigo pedir. Não te conheço para saber se tem roupas minha aí, ou roupas masculinas no geral. --- Ele estava sendo explícito demais, mas era uma verdade. Desde que se mudou para o apartamento de Jae-hyung e ganhara a tão famosa independência, Woobin passava os dias livres em camas alheias, ou na própria, enfiado em alguma atividade privada e parcialmente encobertas pelas paredes finas de sua residência. Alguma peça sempre ficava, geralmente a camisa, uma boxer de vez em quando, uma marca para ser lembrado.
O gerente entrou logo atrás, os pés esfregados no tapete porque os próprios calçados estavam fora de alcance. Fechou a porta atrás de si, por educação e não aquela ideia estúpida de estar fechando o cerco numa nova presa. Pelo que tinha percebido, não precisava de muito esforço para chegar aos finalmente, sem nada de ‘predador sexual’ que o ato podia geral em olhares desavisados. No entanto, seu conforto se foi lá dentro, Lisenbroder em busca de algo que se assemelhasse à um telefone ou alguma coisa que dissesse ‘essa casa é habitável’. --- Eu adoraria, mas não posso tomar agora. Não desse jeito. Eu vou ficar com frio. --- E a toalhinha já começava a irritar, roçando nada prazerosamente na pele sensível . Não sabia nem como pedir um lençol sem parecer ofensivo, porque nem cama aquele lugar deveria ter. Mesmo designe de apartamento e era uma completa bagunça. Não se deixou levar pelo pessimismo, o sorriso sedutor abrindo, divertido. --- Uma toalha maior, talvez? Um lençol? Qualquer coisa que você tiver, por favor, ou eu vou ficar nu. --- Uma ameaça para sondar a reação, de ver até onde podia ir, e mantendo o tom de brincadeira na voz parcialmente séria. --- E o telefone também. Não quero atrapalhar a aluna dedicada que já está pronta para o dia letivo antes do sol nascer. --- É, aquilo não tinha passado despercebido.
E Woobin não seria aquela a deixar uma provocação passar.
just a better ‘view’
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enjoythxride · 8 years ago
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just a better ‘view’
Não era a primeira vez que o corpo quente esfriava nos ares frios vindos da porta da escada aberta. Não era a primeira vez que seu corpo era exposto daquele jeito, manchas vermelhas e roxas espalhadas pelo pescoço e ombros -- e peito, e quadril, em todo lugar, praticamente. E, com certeza, não era a primeira vez que tinha um minúsculo pedaço de tecido tampando a área mais ‘crítica’ do seu corpo. Entretanto, por mais que não fosse desconhecido do ‘expulsar do apartamento’, o acontecimento não era rotina. Woobin suspirou para a porta fechada, batendo timidamente o punho na porta de madeira para chamar seu proprietário. Só precisava da cueca, qualquer peça do seu vestuário, e nada daquela toalhinha de prato minúscula e florida. E pequena. Já mencionei que era pequena? Foi respondido com resmungos, nada de gritos e um silêncio sepulcral que arrepio os pêlos dos braços e das costas.
Onde tinha ficado o celular? A última memória que tinha era da festa, o copo meio cheio e o aparelho brincando nas mãos da garota que, agora, estava bem salva atrás de alguma porta. Nada relacionado ao homem que tinha terminado a noite com. O xingamento em Alemão foi divertido, saindo com uma risada fraca e deixando o rosto meio sorridente. --- Muito adulto se vingar desse jeito, hyung. --- Um plano. Woobin olhando para a placa sobre a porta e se localizando, buscando quem poderia ajudar àquela hora do dia e sem efeitos colaterais duradouros. Ninguém daquele bloco entrava na categoria, mais uma risada nervosa, e ele não estava nem um pouco a fim de se enrolar em um tapete. Ou sair naquele friozinho. Estava inclinado para frente, apoiando a testa na porta que tinha acabado de sair, quando o elevador anunciou sua chegada. Olhou pelo canto do olho e viu um rosto desconhecido até então, e coberto de animadas possibilidade. O gerente ficou de frente e sorriu, a mão livre coçando a nuca. --- Annyŏn' haseyo vizinha! Você poderia fazer um favorzinho? Poderia me emprestar o seu telefone? --- Manteve uma distância segura, um fingimento convincente de vergonha pelo corpo exposto quando tinha mais do que orgulho com todo seu porte.
@thehurricaneofgwangju
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enjoythxride · 8 years ago
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shirtless-satoru:
Sorriu levemente com o comentário dele – Você não é mercadoria, pabo. Foi modo de dizer. É um ditado popular japonês. Quer dizer… Eu acho. Meu pai costumava falar isso para mim. Sou um descendente de japoneses que sabe muito menos que esses otakus por aí. – coçou a nuca e olhou em volta, observando a garçonete os encarar com olhos perplexos e firmes. Não saberia dizer se era pelo fato de estar sem camisa ou pela beleza estonteante de seu acompanhante. Prestou atenção no que ele dizia, seu tom constante e sólido, assim como tudo nele. Woobin era o que gostava de chamar de “caos perfeitamente organizado”. Apesar de que a primeira vista tudo parecesse uma bagunça, na verdade era colocado em suas colunas de maneira muito bem categorizada. – Não, eu não vou parar de dançar, nunca. É só que eu nunca vou ganhar dinheiro com isso. A não ser que faça uma dessas coreografias pra grupo. Mas hoje eles preferem tudo que é estrangeiro. Tipo a Parris Goebel. Apesar dela ser muito boa. – ergueu as mãos e balançou a cabeça, num sinal de negação – E apesar de gostar muito do seu quarto, estou muito quebrado pra isso. Me contento com sua presença e esse café. – disse bebendo mais gole, sentindo seus músculos se relaxarem e aproveitarem a companhia do amigo. – Responsabilidades são uma merda. – anunciou depositando o copo na mesa – Os pais colocam tudo que eles não puderam ser nos filhos, ou tentam fazer deles suas cópias perfeitas. – abaixou o olhar e sorriu – Fico feliz que não tenha se tornado um completo engomadinho, Lisenbrodoru. – pronunciou seu sobrenome errado, como sempre, dando ênfase no “completo”, visto que já tinha o observado durante seu serviço em certa ocasião. – Acho difícil melhorar meu humor hoje, mas é, talvez funcione um pouco. Se você estiver vestido de colegial é melhor ainda. – brincou, devolvendo a provocação. O humor de Satoru era muito bom e podia ser facilmente restaurado diante das companhias certas. 
Sentiu a mão dele e deixou a sua parada, por mais que fosse de certo modo estranho se ver tão vulnerável, contudo, sabia que podia confiar nele. Exibiu um sorriso meio melancólico e concordou com a cabeça – Você pode servir de barriga de aluguel, então? – brincou, sentindo-se agradecido pelas palavras e a ajuda oferecida. – Se ele mudar três meses antes eu iria lá pessoalmente bater nele. Mas… Eu não acho estúpido. E isso pode não ser da minha conta, mas… Bom, pais são humanos, você pode nunca saber os motivos reais deles. Mas eles tiveram seus motivos. Não dá pra ver o que aconteceria numa situação se você não estiver nela. Só… Por mais difícil que seja não coloque muitas expectativas nisso. Você pode também acabar magoando quem realmente te criou nesse processo. – parou um segundo e lançou um olhar orgulhoso – Olha, você viu? Eu realmente pareci um hyung, não pareci?!
❝ Pronto, vá fazer coreografias para grupos. Você é meio estrangeiro, hyung. Com sua descendência meio duvidosa e com o inglês impecável, que vou te ajudar bastante. Imagina! Satoru aparecendo nos créditos dos mvs. ❞ Porque, para Woobin, tudo era muito simples e rápido. Sabia o que queria, procurava a maneira de fazer e pronto, já se encaminhava como um tubarão focado na presa. Talvez confiasse muito no nome poderoso de Jaehyun, talvez dependesse um pouco de sua aparência e persuasão. Contudo, tais vantagens não deviam ser usadas? ❝ Já falei que ele está desorganizado pra... bastante? Eu deixo a porta trancada quando saio de casa para Jae não olhar e me expulsar no alto. ❞ O gerente fechou a torneira dos palavrões porque aquela atendente... Não tinha mais ninguém para ela olhar e cedo demais para passar alguma coisa na televisão. OS dois poderiam ser o maior show da vida dela. Woobin pegou o olhar alheio e sorriu, um dos olhos piscando em malícia, conseguindo um desviar de bochechas vermelhas. Graças a Deus.  ❝ Woobin, filho, estou dando o que você e sua mãe sacrificamos para criar vocês. E se eu não quiser ser assim? E se eu quiser de outra maneira? Eish, nem tudo que é novo é melhor. Seus pais foram assim, Satoru? ❞ Tomou mais um gole de café e fez uma careta, os dedos pressionando a têmpora que latejava incessantemente. Não deveria ter misturado aquelas bebidas e com certeza devia ter comido alguma coisa. A menos, Woobin sabia que Satoru não o deixaria cambalear sozinho pelo condomínio quando os efeitos do álcool começarem a se manifestar. ❝ Eu vou arranjar um e mandar uma foto. E é melhor você f*** me good depois desse esforço todo de encontrar. ❞ E seria melhor que esse assunto morresse ali mesmo porque a ideia de se vestir assim provocava arrepios, e não do bom tipo. ❝ Mais uma vez, Satoru estraga o clima ‘compartilhando com os amigos’. Tenho cara de Schwarzenegger? Adotar também pode, hyung. Fazer a felicidade de uma criancinha que nem eu, adotado com dias de vida. ❞ Piscou os olhos inocentemente, as mãos segurando a parte de baixo do rosto num aegyo. ❝ Meus pais adotivos sabem o que eu sou, não vão se magoar por me falarem quem eu devo ir atrás. Foi por causa deles que consegui me chamar Woobin, inscrever na faculdade e me mudar para Coréia. Eu devo tudo a eles e não vão ser dois coreanos desconhecidos que mudarão isso. ❞ Enquanto não os conhecesse de verdade, seus pais biológicos continuariam assim, indiferentes em seus pensamentos (em questão afetiva e de saudade).
Coffee and cigarettes are best when shared with you ☕️ | wooru
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enjoythxride · 8 years ago
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I'm more than sex
Uma player depois de olhar os últimos posts do seu char ( e o blog inteiro )
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enjoythxride · 8 years ago
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giveshitter:
❝Sou tão transparente assim? Está tudo bem, ou vai ficar no fim das contas.❞
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Também, eu tenho um do de pressentir algo errado.
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Você sabe que pode contar comigo com o que for, yehet?
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enjoythxride · 8 years ago
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Are you a campfire? Cause you're hot and I want s'more
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Às 8 no lugar de sempre.
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enjoythxride · 8 years ago
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Shimmy shimmy yay, shimmy yay, shimmy ya. Swalla-la-la
Jason Derulo. @shirtless-satoru
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