A ICON Interiores possui showroom com móveis assinados por Jader Almeida, e todo o material de apoio para arquitetos, designers e público em geral. Agende uma visita (48) 3333-8126.
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Sample Sale 2018

Se é fã de Jader Almeida, Sergio Rodrigues e Álvaro Siza, não deixe de ir a ICON, showroom exclusivo em Florianópolis, que realiza até o dia 4 de agosto a tradicional e icônica Sample Sale. Com condições especiais nas peças em exposição, incluindo aquelas em estoque e personalizáveis. Após, estará fechada para reforma e reabrirá com outra proposta, renovando a coleção de Jader. Contamos com o atendimento personalizado via redes sociais e a possibilidade de o cliente conferir no site (iconinteriores.com) os descontos de cada peça.

Em Santa Catarina, a Icon atende seus clientes na Grande Florianópolis, Joinville, Balneário Camboriú, Itapema, Itajaí e Chapecó, assim como outras cidades do Estado. Na Capital, situada na Rua Francisco Dias Areias, 141, Trindade. Com horário de atendimento de segunda à sexta, das 09 às 19 horas. E sábado das 09 às 13 horas - dias 07/07 e 28/07 (primeiro e último sábado do mês), horário especial das 10 às 17 horas. Oportunidade única!
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Sergio Rodrigues
Sergio Rodrigues é um dos grandes mestres do móvel moderno no Brasil e no mundo. Nascido em 1927 no Rio de Janeiro, faleceu na mesma cidade em 2014, ano em que comemorou seis décadas de atuação continuada no design de móveis e na arquitetura. Arquiteto graduado, trilhou um caminho próprio, que fez da expressão da identidade brasileira uma procura deliberada.

Profundo conhecedor das técnicas da marcenaria brasileira, ele revelou maestria nas soluções construtivas do objeto. Em 1955 fundou a Oca, um estúdio de arquitetura de interiores e forneceu parte significativa do mobiliário para os interiores dos prédios da capital federal, Brasília.

Desde o início, as cadeiras de Sergio Rodrigues impressionavam com o sentar elegante e bem-comportado. Sua criação mais célebre, a Poltrona Mole, de 1957, convida ao relaxamento e ao aconchego. A poltrona recebeu o primeiro prêmio no Concurso Internacional do Móvel em Cantù, Itália, em 1961.

Outras obras-chave de sua trajetória são o banco Mocho, de 1954, a poltrona Kilin, de 1973 e a poltrona Diz, de 2002. Rodrigues recebeu diversos prêmios, entre eles o Lapiz de Plata, na Bienal de Arquitetura de Buenos Aires, em 1982; e o primeiro lugar no 20º Prêmio Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, em 2006, pela poltrona Diz.

Toda a linha Premium de Sergio Rodrigues, editado pela Lin Brasil, está disponível na ICON com exclusividade para Florianópolis e região. Agende a sua visita e conheça de perto as criações do mestre.

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Lançamento Cadeira BOSSA 10 anos | ICON
Ícone do design brasileiro a cadeira BOSSA chega aos seus 10 anos de criação. A edição comemorativa e limitada foi lançada com exclusividade na Icon em Florianópolis, no dia 21 de outubro, com um brunch especial para convidados.

Em 2008 e 2009 a cadeira foi reconhecida em duas importantes premiações: o 22º Prêmio Museu da Casa Brasileira e o Salão Design Casa Brasil. Além disso, o tempo de permanência da Bossa no mercado evidencia a importância da mesma para o design e do setor mobiliário brasileiro.

A peça remete à identidade e música brasileiras, formada com suporte em madeira maciça e encosto em palha, e agora ressurge em uma edição comemorativa em três versões: a Ash natural, com assento e encosto em rattan natural; com tonalidade média e rattan envelhecido; e tonalidade e aramida negras.

Serão apenas 300 unidades de cadeiras, seriadas e assinadas pelo designer, além de uma medalha especial. Acompanhada também de um certificado de autenticidade, preenchido e assinado por Jader Almeida e pela fabricante Sollos, com informações sobre data e numeração serial. A BOSSA desdobra-se em outras escalas, como a versão em miniatura e nos croquis originais impressos em papel algodão emoldurados – são apenas 50 unidades numeradas e rubricadas pelo designer.


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Cadeira BOSSA Edição Especial 10 Anos

A Bossa Nova tem como um de seus grandes legados a disseminação da música brasileira internacionalmente. Sob a influência do jazz, ela tornou o samba tradicional assimilável para os ouvidos estrangeiros. O movimento criou uma maneira inteiramente única de tocar e de compor. Gestou músicas que a um só tempo remetem à alegria e despojamento da cultura tupiniquim e possuem uma linguagem universal.
“Bossa” também é uma expressão popular brasileira. Diz-se que algo ou alguém “tem bossa” quando possui um caráter gracioso, uma habilidade especial ou uma certa capacidade de adaptação a diferentes contextos, sem perder sua integridade.

(Cadeira BOSSA por Alessandro Grutz)
Há exatos 10 anos, a Sollos e Jader Almeida chamaram de Bossa uma nova cadeira, a primeira feita dentro dos padrões que viriam caracterizar o novo posicionamento da empresa, com foco na qualidade construtiva do móvel e na simplicidade aparente de estruturas complexas. Quase que instintivamente, imprimia-se nela as qualidades da música e o sentido figurado da palavra que lhe dá nome.
A cadeira Bossa nasceu brasileira em seus materiais e em suas formas. Usa apenas madeira e palhinha. Esse elemento, originário da Índia, foi trazido para o Brasil pelos portugueses e difundiu-se amplamente no móvel produzido no país desde o século 18, mas ficou conhecido mesmo pelo seu emprego no mobiliário moderno, como nas criações de Oscar Niemeyer, Joaquim Tenreiro e Jorge Zalszupin. Antes disso, porém, a palhinha já havia ganhado o mundo por causa das icônicas cadeiras Thonet.

(Cadeira Bossa por Felipe Araujo e por Denilson Machado)
Outra memória que está na essência da Bossa são as cadeiras “medalhão”, muito típicas em antigas fazendas de café no interior do país. No desenho de Jader Almeida, o tradicional formato oval do encosto ganha ar atual e cosmopolita, por meio de uma forma trapezoidal com os cantos arredondados. A robustez da estrutura de madeira maciça contrasta com a leveza da palhinha trançada no encosto e no assento. Todas as suas linhas tem curvas suaves, conferindo-lhe um desenho instigante, apesar de muito limpo.
A Bossa transita naturalmente por muitos estilos de ambientes. É uma cadeira que tem personalidade sem precisar gritar para se afirmar. Ela confirma a aposta da Sollos na atemporalidade de seu design, que se torna mais vigoroso e compreendido com o passar dos anos – hoje, é um dos best-sellers da marca e sua produção é constantemente revista e aprimorada. Se o tempo é a maior prova do amadurecimento de um produto, e do quanto ele é uma transição entre passado e futuro, a Bossa só vai melhorar nos próximos 10 anos.

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NÃO ME OBRIGUE A FAZER SENTIDO

Florianópolis está no roteiro de lançamentos do livro "Não me obrigue a fazer sentido", de autoria do sócio e fundador do MCA Estúdio Denilson Machado. A publicação é comemorativa aos 15 anos de carreira do fotógrafo, um dos nomes mais respeitados do meio da arquitetura e interiores do Brasil, que ao longo do tempo registrou e retratou as obras dos principais arquitetos do eixo Rio - São Paulo.

Segundo Machado, o livro é uma retrospectiva com ênfase nas suas fotos artísticas. "Selecionei as que não têm obrigação de fazer sentido, não têm uma função didática, apenas precisam ser belas e ter o seu apelo estético. No entanto, as fotografias são agrupadas de tal forma que passam a fazer sentido e mostram uma linguagem única", comenta.

Ao longo de 15 anos de fotografia, Denilson assinou mais de 100 capas de revistas e livros no Brasil e no exterior, e é, sem dúvida, um dos maiores fotógrafos de interiores do Brasil da atualidade. Dono de uma linguagem poética, de um olhar único, talvez acentuado pelo fato raro de nunca ter sido assistente de fotografia, estudado arquitetura ou fotografia. É dos seus olhos, que a arquitetura e interiores ganha emoção e criam-se imagens que dialogam com as artes plásticas. Recebeu importantes prêmios, como o Prêmio Abril de Jornalismo, em 2007 e 2009.
SERVIÇO: Lançamentos do livro "Não me obrigue a fazer sentido”
QUANDO: 27 de abril
ONDE: ICON - Rua José Francisco Dias Areias, 141 | Trindade | Florianópolis
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DECORAÇÃO TROPICAL E CONTEMPORÂNEA
Os arquitetos Fernanda Ramos e Roberto Peixoto, utilizaram cores fortes sobre um “pano de fundo” neutro na decoração do apartamento em Florianópolis.

O projeto da cobertura localizada na praia da Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis, utiliza diferentes cores e texturas aliadas a um mobiliário contemporâneo, que ocupa de maneira racional o ambiente e o deixam aconchegante e acolhedor. “A minha primeira preocupação em todos os projetos é com o conforto, que seja um lugar que não se tenha vontade de sair” diz a arquiteta Fernanda Ramos.

As madeiras de tons claros e desenho autoral contribuíram para deixar o apartamento leve e elegante. Além disso, para Roberto é fundamental a praticidade. “Na praia tem que estar tudo a mão, nada de esconder as coisas como os copos e a louça. Gosto de casa onde os amigos se viram e ficam à vontade.” Assinada por Jader Almeida as cadeiras Bossa e Milla, as poltronas Woody, as mesas de jantar Duomo e Dinn e banquetas de bar Dinna, estão disponíveis na ICON.

Fotos: Ricardo Braescher
Projeto: Ramos e Peixoto
Texto: Icon
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BELA VISTA
A transparência permite comunhão com a natureza de Florianópolis, e o muro espelhado garante amplitude ao terreno estreito do projeto assinado por Taís e Giovani Bonetti.

Diante da paisagem natural exuberante, onde se destaca a Lagoa da Conceição, um dos principais cartões-postais de Florianópolis, os arquitetos Taís Adriana Marchetti Bonetti e Giovani Bonetti sabiam que deveriam privilegiar a vista ao máximo ao projetar a casa para o cliente, um jovem solteiro que atua na área de empreendimentos mobiliários. Com traços elegantes e uma linguagem contemporânea, a casa materializa a comunhão com o horizonte e a natureza por meio da transparência.
A integração entre dentro e fora e a valorização da entrada de luz natural, premissas importantes do projeto, foram garantidas pelos grandes vãos e pelos painéis de vidro emoldurados com madeira freijó. A continuidade e unidade visual dos espaços internos e externos é reforçada pelo piso de madeira ipê que se estende por toda a construção, intensificando a relação direta do projeto com o entorno.

Voltada basicamente ao lazer e à contemplação da vista, a área externa tem como destaques a piscina com borda infinita que se funde às copas das árvores e o muro lateral revestido com espelhos que acompanha a raia da piscina. Ao refletir a casa e a água, a superfície espelhada proporciona a sensação de amplitude buscada no projeto como contraposição ao terreno estreito. Giovani conta que o trabalho foi feito em parceria com a paisagista Juliana Castro.
Em sintonia com a arquitetura geometricamente simples e funcional, os poucos móveis que ocupam o interior da casa são da autoria do designer catarinense Jader Almeida. O mobiliário se integra perfeitamente à linguagem arquitetônica e aos vãos livres que resultam do partido estrutural adotado. “Buscamos um sistema construtivo que desse velocidade à obra e personalidade ao projeto. Por isso, optamos pela estrutura metálica apoiada em pilotis de concreto”, conclui o arquiteto.

Dentro e Fora
Com 796m², a casa de dois pavimentos e um subsolo se destaca pela integração com a paisagem da Lagoa da Conceição, um dos lugares mais bonitos de Florianópolis. Com estrutura metálica apoiada em pilotis de concreto, o projeto faz bom proveito da luz natural graças aos painéis de vidros emoldurados em freijó. Ao lado, o muro lateral que acompanha a raia da piscina é revestido de espelho. Nos interiores, móveis assinados pelo catarinense Jader Almeida.

Arquitetura: Marchetti Bonetti + Arquitetos Associados | marchettibonetti.com.br
Local: Florianópolis
Foto: Rô Reitz
Texto: Valentina Figuerola | Bamboo - Julho 2015
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Marcelo Salum leva para a Mostra Black suas referências do Art déco
Arquiteto estreia na mostra paulista reverenciando um colecionador de livros
Um espaço atemporal, projetado para um colecionador de livros viver e relaxar próximo às paixões acumuladas durante uma vida, marca a estreia do arquiteto catarinense Marcelo Salum na Mostra Black.
A escolha de Salum teve diversas referências como pano de fundo: uma viagem recente a Paris, o lifestyle do empresário Pedro Sirotsky (um apreciador de livros e obras de arte) e o clima proporcionado pelo lugar da Mostra, a OCA, projetada por Oscar Niemeyer e abrigo de inúmeras manifestações artísticas. As andanças pela Cidade Luz serviram para trazer na bagagem memórias, pesquisas e referências a um estilo que se sobrepõe no projeto - o art déco.
As formas geométricas, muito marcantes neste movimento dos anos 1920, está presente no revestimento da parede, nos móveis e em objetos garimpados em antiquários paulistas. Neste trabalho, o DNA do escritório de Salum está impresso por todos os lados. – Mostras de decoração são a oportunidade de fazer o que, de fato, me move, me inspira e, ao formatar um espaço, a mistura de elementos, texturas e estilos é o que mais me impulsiona – revela.
Os 60 m2 da Sala do Colecionador abrigam uma variedade de obras de arte, peças de design, móveis de época e livros raros e de arte. O ponto de fixação dos olhos é a lareira, que parece mimetizar-se com a obra do artista plástico Juliano Aguiar. O quadro tem a mesma largura da lareira e segue até ao teto, passando a impressão de que os dois são um único elemento.
Além de ser o destaque, a lareira serviu como o eixo principal para a criação do restante dos ambientes. Em frente a ela foi projetado um estar simétrico. Já no extremo do espaço, há uma espécie de biblioteca com uma mesinha de apoio, e finalmente, no outro lado da sala, uma escrivaninha dá suporte a quem usa o local. - Eu imagino esta sala como se fosse um ambiente à parte da casa, algo muito particular deste morador, que a utiliza para guardar e observar suas preciosidades – traduz Salum.
As obras de arte foram minuciosamente escolhidas por Marcelo. Pinturas e esculturas de artistas catarinenses como Janor Vasconcelos, Juliano Aguiar, Rubens Oestroem e Luiz Henrique Schwanke, representados pela galerista Helena Fretta, misturam-se a imagens documentais, em P&B, do renomado fotógrafo Valdir Cruz, fotografias de André Lichtenberg, aquarelas de Nara Amélia e esculturas de Saint Clair Cemin - todos representados pela Galeria Bolsa de Arte. O preto e o bege predominam na Sala do Colecionador, com a cor mais escura para as molduras das obras de arte e o tom mais claro e sutil para os móveis e estofados
FOTO: Mariana Boro
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DO CLÁSSICO AO CONTEMPORÂNEO: UM CONVITE AO CONFORTO

A cadeira de balanço é sinônimo de conforto máximo na decoração, porque se inclinam e distribuem o peso da pessoa por toda a superfície do corpo. Apesar de possuir um conceito clássico, a cadeira de balanço ganhou ares contemporâneos. Os modelos antigos persistem, porém os atuais estão com design cada vez mais arrojados, fazendo com que o móvel seja protagonista no ambiente.
A poltrona Euvira, de Jader Almeida, premiada internacionalmente pelos alemães iF Design Award e Red Dot, traz estrutura de madeira maciça com assento e encosto em cordas transpassadas ou couro natural. Seu ângulo de 103º se ajusta à altura e à posição de quem nela se senta.

Lançamento em 2014, a poltrona Licce possui estrutura de aço carbono ou latão, com assento e encosto de soleta e braços de madeira. Diferentes materiais com um resultado impecável.

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DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA

Metais são materiais utilizados há muitos anos no mobiliário nobre, e hoje estão presentes em refinados elementos de designs contemporâneos. Aço, latão e cobre destacam-se entre os acabamentos de mobiliário e peças de decoração. Sem perder a elegância no modo em como são utilizados, os metais polidos trazem, sobretudo, iluminação ao ambiente. O cobre e o latão conferem às peças características de ourivesaria enquanto o aço carbono o estilo industrial. Aliados a materiais como madeira ou cortiça, os metais conferem leveza visual às peças e aconchego ao ambiente.


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DESIGN EM CORK

Uma árvore nobre com origens de utilização que se perdem no tempo. A cortiça é a casca do tronco do sobreiro, uma espécie de carvalho. Mas não se trata de uma casca qualquer. Sendo 100% natural, a cortiça apresenta propriedades únicas que nenhuma tecnologia conseguiu reproduzir até os dias de hoje: leveza, flutuabilidade, impermeabilidade, isolamento térmico, flexibilidade e compressibilidade, resistência ao atrito, à temperatura, hipoalergênica e conforto. Desperta sensações, apela à criatividade e ao conforto. Quando conjugada com outros materiais, acrescenta-lhes valor e contribui para reforçar o conceito de originalidade.

“Para um material que tem sido usado desde a antiguidade, a versatilidade camaleônica da cortiça é astronómica (...) graças à sua capacidade de renovação e de adaptação a novas exigências tecnológicas.” THE CHEMISTRY OF CORK, NATIONAL GEOGRAPHIC


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QUANDO MENOS É MAIS

Quando falamos de uma sala contemporânea, estamos falando de uma decoração que segue as tendências da atualidade, que acompanha a sua época, se inspira no presente. O design contemporâneo baseia-se em linhas simples, angulosas e limpas. Aplicado em ambientes espaçosos e bem iluminados, onde o menos é mais. Não apresenta muitos elementos, geralmente inclui mobiliário imponente combinando materiais como: madeira, mármore, metais, aço, e vidro. Superfícies completamente lisas são as principais protagonistas desse estilo. Os tapetes amenizam a estrutura visual forte da mobília. O estilo foi baseado nas tendências surgidas na segunda metade do século XX, tendências estas que se formaram com o movimento europeu, inovador da arte e cultura. Definindo uma nova fase da decoração. O Rococó com detalhes e ornamentos presentes nos estilos anteriores, dá lugar agora à elegância das formas puras, simples e retas.



Fotografia: Eduardo Camara & Araci Queiroz | LT.9
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Sergio Rodrigues, o mestre do design mobiliário brasileiro

Sergio Rodrigues, o mestre do design mobiliário brasileiro, por mais que tenha criado suas peças há mais de 30 anos, constantemente tem seus produtos ganhando novas roupagens e, em consequência, novos admiradores. Foi assim com a linha Tajá, de 1978, reeditada pela Butzke em 2013. A empresa de Santa Catarina, especializada em mobiliário produzido exclusivamente com madeira certificada, convidou o próprio Sergio para supervisionar o projeto.
A linha Tajá é composta por poltrona, sofá de dois lugares e cadeiras de diferentes tamanhos. Disponível em Jatobá e Nogueira com tecnologia EPS, que exclui a necessidade de manutenção e assegura a beleza visual dos produtos, e Laca, nas cores: amarelo, azul, verde, vermelho e laranja.

Sergio Rodrigues é conhecido por ter traçado a identidade brasileira no design de móveis.
“O móvel não é só a figura, a peça, não é só o material de que esta peça é composta, e sim alguma coisa que tem dentro dela. É o espírito da peça. É o espírito brasileiro. É o móvel brasileiro.”


Fonte: www.butzke.com.br
Fotos: Divulgação Butzke
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LET THERE BE LIGHT

A iluminação é responsável por garantir visibilidade e segurança – para caminhar, ler, cozinhar, comer – mas também é o principal instrumento de ambientação de um espaço: traz conforto visual, orienta o olhar, confere movimento e proporciona decoração.
Em 2014, Jader Almeida desenhou para a Sollos novas peças de iluminação, ousando em formas e acabamentos. Uma coleção que apresenta os traços expressivos do designer, como a precisão e o uso de formas elementares.
Inspiradas em equipamentos da revolução industrial, as pequenas joias (assim referenciadas inúmeras vezes), as luminárias e pendentes privilegiam o uso de lâmpadas incandescentes com filamentos aparentes. Os acabamentos de latão, cortiça e vidro leitoso ou soprado, permitem uma variedade de formatos e agrados visuais.
Apesar de estarem pela primeira vez disponíveis para comercialização, as luminárias não são novidade na carreira de Jader. São decorrência da cenografia que ele mesmo desenvolve para apresentar suas criações de mobiliário para a Sollos. “É a velha história: as pessoas viam e queriam comprar as peças também”, diz ele. Livia Debbané


Fotos: Eduardo Camara & Araci Queiroz | LT.9
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Apartamento da Década de 70 - Projeto Erika Duarte

Privilegiado pela vista da baía de Guanabara e do Pão de Açúcar, o apartamento de 280 m2 da arquiteta Erika Duarte foi reformado por ela mesma, no ano passado, para ser funcional e aconchegante. Influenciada por nomes como Paulo Mendes da Rocha, Indio da Costa, Isay Weinfeld, Renzo Piano e Jean Nouvel, a carioca de 42 anos tinha como meta tornar todos os ambientes de sua casa habitáveis.
Para isso, Erika optou por reduzir a circulação do corredor de 20 m, abrindo e dividindo a cozinha. Colocou uma porta de correr e deixou a sala de jantar fazer a ligação com a de estar. A solução foi fundamental para melhorar ventilação e iluminação, aproveitar a vista e criar um espaço de integração na hora de receber. “Enquanto cozinha, a pessoa pode ver o que está acontecendo na sala e interagir”, diz ela, formada em 1998 pela FAU da UFRJ e, desde então, à frente do escritório que leva seu nome.
O pedaço que restou do longo corredor foi transformado em rouparia com direito a prateleiras embutidas para a diversão exclusiva dos seus dois gatos. A área de serviço ganhou uma mini-horta e um pequeno ateliê, onde Erika lava e passa os bordados que faz. “Não vejo a área como os fundos da casa. É um ambiente agradável, com função e lugar para cada objeto”, diz. Os quatro quartos originais do apartamento da década de 1970 foram transformados em três, com suíte e closet.
Fã do design brasileiro, Erika foi mobiliando o apartamento aos poucos, com peças escolhidas a dedo e outras de acervo pessoal: “Gosto de misturar coisas novas com antigas e sou apaixonada por luminárias”. Para a sala, escolheu as poltronas Mole e as cadeiras Oscar, ambas de Sergio Rodrigues. A mesa de jantar é de Jader Almeida. Na sala de jantar, o painel de azulejo em tons de verde, azul e cinza foi produzido com exclusividade pelo Coletivo Muda.


Texto: Carolina Vaisman Fotos: André Nazareth
Fonte: http://goo.gl/w9kzXB
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Residência Premiê - Projeto MarchettiBonetti+

Simplicidade. Essa é a palavra de ordem da Residência Premiê, projeto que possui o perfil dos proprietários da casa, um jovem casal com uma filha ainda bebê.
A volumetria, de linhas retas, grandes planos de vidro, brises de madeira e concreto aparente nas fachadas, tem como referência a produção da arquitetura modernista brasileira das décadas de 1950 e 1960. A edificação, composta por um volume no pavimento superior e um pilotis no térreo, reforça a leitura modernista.
As aberturas da parte íntima e social estão voltadas para o centro do terreno, sendo possível fazer a integração da área interna com a de lazer e o jardim, criando uma atmosfera de privacidade.
No pavimento térreo, foi privilegiada a integração entre os principais ambientes: living, jantar, home theater e cozinha. Já no pavimento superior, receberam atenção especial as quatro suítes da casa.
O projeto de interiores também tem um conceito contemporâneo, que valoriza a produção nacional, com muitas peças de designers brasileiros, como a poltrona Mole, de Sérgio Rodrigues, as poltronas Paulistano, de Paulo Mendes da Rocha, a mesa de centro Água, de Domingos T��tora, e a mesa de jantar Bank, as cadeiras com braços Bossa, o cabideiro For e o banco Blade, de Jader Almeida. O piso é basicamente todo em madeira maciça de demolição, exceto na cozinha, com pastilhas de vidro.
O projeto apresenta soluções de sustentabilidade, nas quais foram usadas recursos como a ventilação cruzada. Já os grandes planos envidraçados permitem uma ampla utilização da iluminação natural, reduzindo a necessidade de luz artificial. Ao mesmo tempo, a iluminação artificial tratou de valorizar os aspectos estéticos mais relevantes da residência, dando ares cenográficos à composição arquitetônica. Por fim, o sombreamento obtido com o próprio volume da casa, pelo posicionamento desta no terreno, pelo pergolado utilizado na área gourmet e pela vegetação do paisagismo também auxilia em um menor gasto energético para soluções de conforto térmico.
Segundo os autores do projeto, os arquitetos Taís Marchetti e Giovani Bonetti, o grande desafio e ao mesmo tempo satisfação de criar esta residência foi atender à demanda dos clientes, devido ao rico repertório arquitetônico que possuem. “O grande diferencial é realmente a relação com a arquitetura modernista brasileira, no melhor legado que deixou”, concluiu Bonetti.


Texto: Jéssica Lipinski - MarchettiBonetti+
Foto: Rô Reitz
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Casa contemporânea com ar de fazenda

Apesar do gosto por arte e design, o morador desse lar chegou à meia-idade sentindo que nunca teve muita voz na decoração dos lares onde morou. As mulheres de sua vida sempre tiveram primazia nesse campo. Mas quando o casamento chegou ao fim, ele precisou morar sozinho e criou um refúgio com a sua cara.
O local escolhido foi uma casa geminada de três andares e 160 m² em um bairro residencial de Porto Alegre, com vista para o Lago Guaíba. A proximidade com a natureza ajuda a descansar da vida corrida entre as fazendas do interior gaúcho e a capital.
Decorá-la foi tarefa da arquiteta Letícia Sá e sua equipe – seguida de perto pelo cliente. O morador desejava ambientes que misturassem o ar rústico das pequenas cidades gaúchas a uma aparência mais limpa e contemporânea.

O segundo piso foi destinado a áreas sociais, onde o morador recebe pequenos grupos de amigos. Uma estrutura metálica, disfarçada pelo forro de gesso, expande a sala de jantar. Móveis de madeira e couro criados por designers baseados no sul do Brasil trazem aconchego ao espaço. É o caso das cadeiras ao redor da mesa e o banco Cheig em frente à lareira, todos de Jader Almeida.
Os revestimentos do espaço - madeira no chão e cimentício no painel da TV - formam uma base neutra para a coleção de pinturas do morador, adquirida em galerias de Porto Alegre ou compradas diretamente de artistas. "O acervo dele ficava na fazenda, sem muita atenção", conta Letícia. Agora as telas recebem destaque com as luminárias que parecem lavar as paredes.
No sótão, o morador realizou o sonho de ter um espaço aconchegante, onde poderia trabalhar, ler e assistir televisão. "Ele queria a própria caverna", recorda-se Letícia. O telhado inclinado ganhou nova vida com um verniz e foi deixado exposto. Uma estante cobrindo duas paredes abriga os livros. Sofás e a poltrona norueguesa Stressless oferecem conforto. A varanda permite admirar o Guaíba.
No piso intermediário ficam os dois quartos - um deles destinado a receber os filhos em visita. O morador pediu um dormitório com aparência de hotel. E um closet: o primeiro que ele teria na vida.

Por: Nilbberth Silva
Fonte: http://goo.gl/DUmAet
Fotos: Carlos Edler / Divulgação
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