Página psicoeducativa.Reflexões e divulgação do meu trabalho.
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…psychiatry assumes that society does not cause distress in biologically normal people, who are considered biologically normal at least in part because they are economically productive. This assumption permits the conclusion that if a person is distressed to the point of unproductivity, it is because that person—not society—is abnormal. Thus, psychiatry’s commitment to biological essentialism not only masks the role of the constructed sociopolitical environment in creating distress but depoliticizes it by characterizing that allegedly irrational distress as induced by biological abnormality.
– Kiera Lyons, “The Neurodiversity Paradigm and Abolition of Psychiatric Incarceration” (2023)
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Henry Miller in a letter to Anaïs Nin, A Literate Passion: Letters of Anaïs Nin Henry Miller, 1932-1953
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Nas festividades de fim de ano, há cobrança para a comemoração e a gratidão, mas nem sempre estaremos de acordo com a norma social, seja por vivências disruptivas, seja por lembranças que retornam com mais força neste período do ano. Quando não houver espaço para celebrar, seja gentil consigo mesmo. Acolha a sua dor e transforme esse momento em um momento de reconexão. Você não precisa necessariamente estar cercado de pessoas para isso, mas sim daquilo que possibilita que você gere gentileza e ligação com a sua própria história e identidade: seja uma comida favorita, um filme, um passeio, trabalho voluntário, escutar as músicas favoritas de um artista que marcou, escrever reflexões ou o que você conquistou no último ano (lembre-se: não estamos falando de grandes conquistas, mas de pequenos passos que mobilizaram ou não mudanças internas) e como se sente a respeito, bem como o que almeja realisticamente para o próximo ano (ou seja: os próximos passos que são possíveis de serem alcançados dentro da sua realidade de vida), ou mesmo mandar mensagens para velhos amigos e conhecidos, etc. Tratam-se de rituais que, se fizerem sentido para você, geram cuidado e aliança com o seu trajeto de vida. Mas acima de tudo, respeite o seu tempo e as suas emoções, sejam elas "positivas" ou não. Priorize o que é importante para a sua saúde nesse momento e repense esse período do ano a partir de uma perspectiva pessoal, construindo um significado próprio. Feliz natal e ano novo a todos! 🙌🏻
➡️ Psicóloga Joyce Severo Soares | CRP 07/40411
➡️ Atendimento online para todo o Brasil
➡️ Voltado às mulheres
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Stephanie Foo, What My Bones Know: A Memoir of Healing from Complex Trauma
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Os primeiros exemplos de amor nos marcam de uma forma particular. Depois, é um processo difícil o de desvencilhar as demais experiências, de uma primeira impressão cujos sentidos são a frieza, a negação, a crítica, a desavença, etc. E quando você se depara com algo não familiar, você se sente perdido, não sabe falar aquela linguagem de amor tão distinta da que você conhece. Aí está uma queixa muito comum em processos psicoterápicos, e que só me lava a pensar na crise da família e dos relacionamentos em geral no interior do capitalismo. Como falar de amor de forma revolucionária, quando vivemos na sociedade do cansaço, da produtividade, do individualismo, das desigualdades, das violências que se repetem para determinadas populações oprimidas? Romper a normose é preciso, virar a rota, descobrir outras formas de ser e sentir na e para a coletividade.
It’s weird to grow up in a family where you know you’re loved but you don’t feel loved. And then later in adulthood you understand how almost impossible it seems to cross that distance and let yourself experience closeness, how otherworldly love feels now and how love feels unbearable at times. You flinch when someone tries to wholeheartedly love you. And over and over you see so clearly how you cannot be loved unless it's from afar and love is mixed with that familiar sensation of distance and coldness.
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“Sometimes your heart needs more time to accept what your head already knows.”
— Unknown
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It isn’t always necessary to be strong. We should respect our own weakness. Those tears are gentle, the tears of a legitimate sadness that we have every right to feel.
Clarice Lispector, Too Much of Life: Complete Chronicles
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sempre meça o quanto de si deve ser investido em qualquer coisa. não desperdice a sua essência com coisas de pouca permanência, relevância. às vezes 5% bastam para resolver algo que antes você pensou aplicar 70%.
— segundachance
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