Tumgik
#misti doi
recipewallah · 2 years
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Mishti Doi – এই রেসিপি অনুসরণ করে বাড়িতেই দোকানের মতো গাঢ় ও সুস্বাদু দই তৈরি করুন ( mishti doi recipe in bengali )
Mishti Doi এমন একটি রেসিপি যা প্রত্যেক বাঙালির মনিকোঠায় জায়গা করে নিয়েছে। কেবলমাত্র বাঙালি জাতি নয় , বাঙালি ছাড়াও সম্পূর্ণ ভারতবাসী এমনকি দেশ – বিদেশের অনেক মানুষের পছন্দের খাবার তালিকায় যুক্ত হচ্ছে এই মিষ্টি দই। ঐতিহ্যবাহী এই Mishti Doi প্রায় অনেক বছর ধরেই নিজের ঐতিহ্য বয়ে নিয়ে বেড়াচ্ছে। এমনকি বাংলার এই মিষ্টি দই মাস্টারশেফ 10 ফাইনালিস্ট রেসিপির মধ্যে ও নিজের নাম অর্জন করে নিয়েছিল। তবে অনেকেই মিষ্টি দই দোকান থেকে কিনে খেতে পছন্দ করেন, কারণ বাড়িতে মিষ্টি দই তৈরী করলে তার স্বাদ দোকানের মিষ্টি দই – এর মতো গাঢ় ও সুস্বাদু হয় না। তবে সঠিক রেসিপি অনুসরণ করলে আপনি ও বাড়িতেই দোকানের মতো সুস্বাদু মিষ্টি দই তৈরী করতে পারবেন। তো চলুন শিখে নেওয়া যাক সেই রেসিপি ... Read more
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keventeragro · 5 months
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Celebrating the Bengali New Year in the Sweetest Way | Keventer
Bengalis' love for Poila Baisakh is closely attached to all the sweet delights. Misti doi, payesh and more—learn more here - https://www.keventer.com/media/blog/poila-baisakh-in-the-metro/
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froghazz · 1 year
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Misty
Hcisgirl: 18
Lcis: 39
•plot Louis motoqueiro•
💘
Você consegue se lembrar de algum dia em sua vida aonde nada parece estar certo? O vento que sopra é vazio, o sol brilha como costumeiro mas não parece esquentar quando toca sua pele. Os pássaros que cantam demais, hoje, cantam de menos. As pessoas que andam e seguem seus caminhos e suas verdades, dessa vez, não se mostram no mundo. Não há nada interessante e você percebe que dentro de você há uma necessidade de sentir-se vivo, aquilo que queima em seu peito chamando pela vida, pelo sentimento. Seja qual for ele.
Harry estava se sentindo assim e o grande ponto de ruptura era que esse sentimento de busca pela vida era a única coisa que a garota sentia à anos. Ela se lembra quando começou, ela tinha seus quatorze quando sua mãe se apaixonou e se casou com seu padrasto, o causador de seu vazio. Ela morava em uma casa bonita, tinha sua gatinha Misty, sua amiga Anna e incontáveis livros na estante. Tinha os melhores materiais escolares, assim como as melhores roupas. Seu uniforme sempre estava passado em seu guarda roupas, a cama arrumada e o cheiro de panquecas domingo de manhã. Tudo era perfeito e ao mesmo tempo, representava a maior solidão que a garotinha sentia. Seu padrasto não era ruim e sua mãe não lhe negava absolutamente nada, mas ela sentia falta, falta de alguém que nunca esteve presente. Seu pai.
Aos seis anos, sua mãe lhe contou que ele havia ido embora e nunca mais voltado.
Aos dez, que ele trabalhava em outro país e eles perderam contato.
Aos quinze, que ele tinha sido apenas um caso de uma noite.
E agora, aos dezoito, ela chorava em seus lençóis com a nova resposta. “Eu não sei onde ele se enfiou, Harry. Ele nunca te quis e sendo sincera, nem eu queria você. Eu tinha dezoito anos, ninguém deveria ser mãe nessa idade, muito menos com alguém da idade do seu pai que tinha vinte e dois na época. Achei que ele era o certo e, quando vi, estava grávida e sozinha porque ele tinha fugido da cidade. Ao longo dos anos eu tentei ligar pra ele e na única vez que me atendeu, me disse que não queria saber, que não era sua responsabilidade. Então, por favor, filha. Pare de tentar achar seu pai e principalmente algo que faça ele não se assemelhar com alguém ruim, é o que ele é, Harry. Ruim.”
A garota se sentia muito mais só, agarrada em seu urso de pelúcia tentando entender como sendo tão pequena pôde ser a causadora de uma rejeição tão grande. Ela compreendia o mundo dessa forma porque sabia que não era o suficiente para sua família, nunca conseguiu que seu padrasto se tornasse seu pai postiço, nunca teve ele em suas apresentações escolares e era a única que fazia esses bilhetes para a mãe. E com sua idade, tentando lidar com a solidão intrínseca, sua única saída era se afundar em aventuras, sentindo medo, dor, experimentando o perigo. Constantemente saía de madrugada e frequentava lugares caóticos na esperança de sentir algo novo, buscando o choque elétrico da vida passando em suas veias. Dessa vez, ignorou o convite de Anna para que fossem à uma festa de madrugada, esqueceu-se do seu modus operandi e decidiu que o mundo lhe guiaria até aonde ela deveria estar. Levantou-se e secou suas lágrimas, respirou fundo e tomou um banho demorado. Finalizou seus cachinhos um por um, fez sua skincare e passou um corretivo tentando disfarçar os olhos vermelhos e chorosos. Rebelando a alma aprisionada tirou a saia jeans curta do fundo da gaveta e a vestiu, junto à sua blusinha favorita. Nos pés colocou seu all star rosa surrado – que sua mãe odiava, e por isso era tão bem escolhido. Abriu sua mochila e colocou uma muda de roupa, sua escova de dentes e o fofinho, o seu ursinho que era seu maior companheiro. Deu um beijo na cabecinha de Misty, prometendo que voltaria. Saiu pela sacada e pulou a janela, caindo mansa ao chão por tanta experiência em fazê-lo.
Olhou a vizinhança calma, os pássaros mudos, o sol brilhante e gelado. Mais um dia vazio, mais um dia em busca de se preencher de vida. Começou a caminhar até o metrô e sua mente pouco a pouco se esvaziou, andou e andou, procurando o sinal que o universo era obrigado à dar-lhe. Ele não tinha outra escolha se não respondê-la.
Parou para procurar seu fone de ouvido, percebendo que havia esquecido, se sentindo mais frustrada que o costumeiro. Decidiu parar em uma loja de departamento, comprando fones novos e sentindo gratidão pelo cartão sem limite que sua mãe lhe dera tentando compensar a falta. Conectou em seu celular e abriu o aplicativo, dando play em sua playlist favorita. Ela tirou seu cigarro do bolsinho da mochila e acendeu, ouvindo a conversa de um grupo de velhos em cima de motos gigantescas. Eles falavam sorrindo e pela primeira vez no dia ela sentiu que ali havia um resquício de vida. Pausou a música e prestou atenção, aparentemente todos eles iriam numa espécie de festival de motos na cidade ao lado e ela percebeu o perigo, contestou suas escolhas de vida, sorriu para si mesma.
 
- Ei, bom dia. – Ela se aproximou do grupo, engolindo em seco e sorrindo contida. – Me desculpe, eu ouvi a conversa de vocês. Me interessei no evento, podem me dizer aonde vai ser?
 
- Oi, gatinha, você tem cara de novinha, tem certeza que tem idade pra viajar sozinha? – Um moreno respondeu e Harry sentiu medo.
- Tenho sim, já tenho dezoito. – sorriu nervosa. – Só me diga qual trem eu devo pegar e eu vou até lá.
- Sobe aqui, estamos indo pra lá. Prometo não sequestrar você. – outro homem respondeu, este parecendo mais gentil.
- Hm, acho que prefiro o trem. – Harry tragou o cigarro, enchendo seus pulmões.
- É perigoso, menina. Eu tenho uma filha da sua idade, prometo que te levo até lá em segurança. Veja. – Ele abriu a carteira, mostrando a foto de uma garota loira e simpática. – Sério, me deixe te ajudar.
- Ok. Quanto tempo até lá? – Harry concordou, sabendo dos riscos. Adorando eles.
- Talvez vinte minutos. Aqui, seu capacete. – ele tirou o capacete pendurado do guidão, lhe entregando.
- Obrigada... Qual é seu nome? – sorriu.
- Martin, e o seu?
- Misty. – ela jogou o cigarro, colocando o capacete.
- Que bonito. – ele subiu na moto, esperando que ela subisse. – Se segure em mim. – avisou, dando partida.
 
Durante o trajeto, Harry se concentrou na música em seus fones. Vienna – Billy Joel soava agora, seus pés firmes no suporte da moto de um desconhecido, seus braços trêmulos o abraçando, a estrada lisa, o frio na barriga, o vento gelado e todas as árvores que ali corriam com a velocidade, tudo que seus olhos eram capazes de tocar. O sol ainda gelado, seus olhos ardendo ao olhá-lo.
Ela quis se perguntar, refletir, se questionar. Ela decidiu que não queria sanar suas dúvidas e que o caminho poderia ser pacífico e que, se o destino fosse ruim; a estrada seria seu sentimento de vida.
 
Xxxx
 
O lugar era no mínimo... Insalubre. Harry o descreveria como um grande lote aberto, não havia nenhuma estrutura construída. As barraquinhas eram de lona, o banheiro era químico e a única coisa realmente interessante eram as grandes motos, todas diferentes e igualmente bonitas. Elas estavam enfileiradas em grupos, era uma grande exposição, talvez até rolaria algum tipo de competição, mas ela não teria como saber. Ela desceu da moto, entregando o capacete para Martin e agradecendo.
- Vamos beber, querida. Se veio sem ao menos saber do que se tratava, acredito que não tenha companhia. – ele sorriu ladino e ela respirou fundo, assentindo.
- É, você está certo. – ela riu, recorrendo ao maço na mochila, acendendo seu cigarro.
- Vem, vamos pegar um chopp e aí você pode me contar o que uma garota de dezoito anos fazia perdida. – ele riu fraco ao que ela negou
- Você jamais vai saber. – Harry riu, passando a andar ao seu lado.
- Você deve ser um pé no saco. – Martin implicou, rindo. – Vou garantir que não morra hoje a noite.
- Que cavalheiro. – Harry riu de volta, parando em frente à barraca. – Bom dia, quero um Session Ipa, por favor. – se referiu à atendente.
- Gostei. – Martin sorriu. – Dois, por favor. – completou, colocando o dinheiro em cima do balcão.
- Não precisa pagar minha bebida, senhor. – provocou.
- Senhor é seu cu. – ele brigou, rindo. – É só uma gentileza, a próxima é por sua conta.
 
A atenção de Harry foi chamada pelo barulho alto de uma moto cortando o vento. O homem estacionou e Harry sentiu uma curiosidade grande demais para ser ignorada, se desconectando da voz de Martin e olhando fixamente para a moto. O homem usava um jeans surrado, coturno e uma jaqueta de couro. Retirou o capacete e o pendurou no guidão, fazendo a respiração de Harry engatar. Os cabelos dele era castanhos, porém os fios grisalhos apontavam entre eles, assim como na barba rala. Ele tirou as luvas de direção e empurrou pra dentro do bolso da jaqueta, esfregando as mãos provavelmente suadas no jeans. Harry suspirou sentindo borboletas no estômago e um gelo percorrer sua coluna quando o homem virou o rosto para si e seus olhos azuis oceânicos grudaram aos seus. Sentiu Martin tocando seu braço e pulou assustada, virando para ele.
 
- Seu chopp, Misty. – Martin ofereceu o copo e ela pegou, brindando com ele antes de dar o primeiro gole. – Estava prestando atenção em que?
 
- Nada. – Harry disse tragando o cigarro. – Porque não vamos encontrar seus amigos de novo?
 
- Beleza, mas eu vou no banheiro antes, se importa? – Ele se afastou assim que Harry negou.
 
Harry olhou em direção à moto de novo, procurando o homem bonito que vira mas ele já não estava mais ali. Ela continuou fumando seu cigarro, se afastando da barraquinha só o suficiente pra fumaça não incomodar.
 
- Bom dia. – Uma voz rouca soou em seu ouvido e ela se virou assustada, seu semblante se tranquilizando e o coração palpitando.
 
- Bom dia. – ela respondeu olhando no fundo dos olhos azuis.
 
- Te assustei? – O homem perguntou, um sorriso de lado que fez as pernas de Harry amolecerem.
 
- Na verdade sim. – Admitiu, rindo.
 
- Qual seu nome? – Ele acenou para a moça da barraquinha, que prontamente acenou de volta.
 
- Misty. – Harry respondeu, tratando de acender mais um cigarro. – E o seu?
 
- Louis. – O homem bonito que agora tinha nome sorriu para ela, fazendo o pequeno coração saltitar. – Você é linda, Misty. Mesmo que eu saiba que esse com certeza não é seu nome. – Ele tirou um cigarro do próprio bolso, acendendo e jogando a fumaça pra cima. – O que acha de andar por ai comigo?
 
- Andar por aí? – Ela riu. – Vai me sequestrar?
 
- Só se você quiser. – Louis respondeu levando a mão livre até o rosto da garota, colocando um cachinho atrás da orelha. – Você quer?
 
- O que você tá fazendo, Tomlinson? – Martin parou atrás de Louis, cruzando os braços.
 
- Conversando com ela. Não está vendo? – Louis respondeu se virando minimamente.
 
- Ela veio comigo. – Martin rebateu, bravo.
 
- Mas vai embora comigo. – Louis deu de ombros, tragando o cigarro.
 
- Misty. – Martin estendeu o braço pretendendo segurar Harry, logo sendo impedido por Louis que segurou o mesmo com rapidez.
 
- Ela vai embora comigo, Martin. Não me faça repetir. – Louis grunhiu irritado. – Você vai ficar comigo, não é, boneca? – Ele soltou Martin e deu dois passos pra trás, parando ao lado de Harry e envolvendo o braço em sua cintura fina.
 
- Sim. – Harry respondeu baixinho, sentindo o corpo todo formigar pela presença de Louis tão perto. – Desculpa, Martin. – Harry observou ele bufar se afastando bravo, virando pra Louis. – Porque fez isso?
 
- Ele não era bom pra você. – Louis deu de ombros.
 
- E você é? – a menina respirou fundo, tentando entender o porquê estava se mantendo sob as ordens de um homem que acabou de conhecer e porque estava gostando tanto disso.
 
- Não. – Louis sorriu. – Mas eu não vou te foder e te largar no meio da estrada no final da noite.
 
- E o que te faz pensar que eu transaria com ele? Ou com você? – Harry tragou seu cigarro.
 
- O que te faz pensar que ele pediria pra você deixar ele transar com você? – Louis perguntou repetindo a mesma ação que a garota. – Quero conhecer você, quem sabe descobrir seu nome, saber sua história. Se quiser transar comigo eu genuinamente vou amar, se não, ainda terei te conhecido. – Louis deu de ombros.
 
- Então, aonde vamos? – Harry sorriu ladino, vendo Louis apontar o caminho e soltar sua cintura, a fazendo arrepiar da cabeça aos pés, passando a seguir o mesmo ao seu lado.
 
- Quantos anos você tem?
 
- Quinze. – Harry respondeu séria, caindo na gargalhada logo após Louis se espantar. – Estou brincando. Tenho dezoito, e você?
 
- Trinta e nove. – Louis respondeu olhando nos olhos brilhantes da garotinha. – Sou muito velho pra você?
 
- Definitivamente não. – respondeu após alguns segundos, sorrindo para ele. – Faz tempo que frequenta esses eventos?
 
- Sim, acho que desde a sua idade. Sempre fui apaixonado por motos, é como se elas liberassem nossa alma, saca? – Ele deu de ombros, cumprimentando a dona de uma barraquinha. Harry parou na mesma, encantada com as pulseirinhas de miçangas.
 
- Entendi. Meu Deus, elas são lindas. – Ela dedilhava uma em específico, trancada com fio preto e com uma pedra da lua ao meio.
 
- Gostou dessa? – ele perguntou vendo-a assentir. – É sua. – Ele sorriu, pegando dinheiro no bolso e entregando pra velha conhecida.
 
- Claro que não, homem! Você nem me conhece. – Ela riu, nervosa.
 
- Considere como um jeito de você lembrar de mim. – ele sorriu pegando a pulseira e apoiando o copo de chopp em cima da banquinha, pegando sua mão livre e colocando a pulseira em seu pulso. Harry observava com atenção o homem atando dois nós nos fios, reparando as tatuagens postas neles. – Pronto. Ficou linda.
 
- Obrigada. – ela corou, olhando a pulseirinha. – Compra pulseiras pra todas as garotas que pretende transar?
 
- Meu Deus. – ele riu. – Não, Misty. Não compro.
 
- Hm, então eu sou especial? – ela brincou, determinada a ouvir a risada do outro mais uma vez.
 
- Talvez. – ele riu fraco, percebendo o sorriso da menina aumentar. – Vamos, tem um lugar que eu quero te levar. – ele pegou seu copo e piscou pra dona da barraquinha, voltando a andar com Harry em seu encalço. – Você bebe algo além de cerveja?
 
- Tudo, menos cachaça. – respondeu.
 
- Ok. – ele sorriu. – Quer me contar o porque está aqui?
 
Harry suspirou, refletindo sobre os prós e os contras de contar sua história triste. – É meu jeito de fugir da minha realidade. – começou. – Ouvi muitas histórias do porque meu pai me abandonou ao longo dos anos, mas hoje, meu aniversário, minha mãe resolveu me contar de um jeito nada simpático e gentil que ele simplesmente nunca ligou pra minha existência, que diz que não tem filha e blá blá blá. Minha mãe é incrível e meu padrasto é ótimo, mas ele nunca quis agir como meu pai, sabe? Enfim, agora você sabe que eu tenho daddy issues. – ela riu, recorrendo ao humor como defesa.
 
- Não sei como alguém escolhe ficar longe de uma filha, sinceramente. – Louis respondeu incomodado, segurando Harry pela cintura e a desequilibrando, a mantendo parada ao que beijou sua mandíbula, sussurrando em seu ouvido. – Mas eu posso ser o seu papai, huh?
 
- Louis. – Harry engoliu em seco, cravando as unhas em sua nuca. – Golpe baixo. – ela riu, nervosa.
 
- Só o começo, gatinha. – ele mordeu o lóbulo de sua orelha, voltando a andar tranquilo como se nada tivesse acontecido, segurando na cintura de Harry com possessividade.
 
- Ok, e a sua história triste? – Ela perguntou dando outro gole em seu chopp.
 
- O que te faz pensar que eu tenho uma? – ele sorriu.
 
- Todo mundo tem. – Harry deu de ombros.
 
- Estou sóbrio demais pra falar sobre. – ele brincou. – Quem sabe mais tarde.
 
💘
 
- Ok, a gente chegou. – Louis sorriu olhando o sorriso da menina olhando o horizonte.
 
Louis havia passado com Harry e comprado dois engradados de cerveja e uma garrafa de vinho na barraquinha lá em baixo e, logo depois, obrigou a garota a subir consigo. Apesar de muito bem frequentada, a pedra que atraia a maioria dos turistas estava vazia. Era o ponto mais alto do lugar, podendo observar todo o evento acontecendo lá de cima e a vista incrível dos Pinheiros altos e o sol quente. Era como se nada pudesse os atingir, como se estivessem acima de tudo e todos. Pelo menos era a forma que Harry se sentiu até ser despertada pela mão esperta de Louis tocando a base de sua coluna.
 
- Gostou? – ele sussurrou na curva de seu pescoço, respirando fundo e sentindo o perfume da garotinha.
 
- É lindo. – ela disse tão baixo quanto ele, o deixando esfregar o nariz na pele quente de seu pescoço.
 
- Não tanto quanto você. – Louis deslizou as mãos até os lados da cintura de Harry, puxando ela contra si, deixando sua pelve pressionada contra a bunda redonda que quase escapava do tecido pequeno da saia.
 
- Está louco pra me foder, não é? – Harry levou uma das mãos até o pescoço dele, pressionando mais o seu rosto na pele pálida, o sentindo lamber e sugar ali. – Me quer de joelhos pra você, papai? – ela abriu um sorriso satisfeito quando o ouviu gemer baixinho. – Ou quem sabe deslizar sua mão até o meio das minhas pernas pra ver se eu já estou molhada pra você? Ou quem sabe levantar minha saia e me lamber até eu gozar na sua língua? – Ela gemeu ao que Louis entrelaçou os dedos nos cabelos de sua nuca e os puxou com firmeza pra trás, subindo os beijos até sua mandíbula. – Você me quer tanto, não é, Louis? – ela virou a cabeça, olhando direto em seus olhos por segundos que foram intermináveis em sua cabeça. Mergulhou nos azuis frios, deixou sua mente esvaziar e depositou em suas pupilas toda sua paz. Sorriu quando se deu conta de que ele estava olhando para os seus da mesma forma, desviando o olhar para a boca fina, expondo sua língua e lambendo os lábios semi abertos. Louis avançou nos seus e ela se afastou, rindo do seu descontentamento.
 
- Qual é, gatinha. – Louis suspirou, o sorriso ladino mostrando que não estava tão frustrado quanto queria parecer. Ele também gostava do jogo que Harry amava jogar. – Não vai me beijar?
 
- Não acho que você mereça, ainda. – a menina sorriu, puxando o lábio inferior dele entre os dentes.
 
- E o que eu posso fazer pra merecer você? – Ele mordeu o queixo ela, pressionando a pelve contra a bunda macia, a deixando sentir o cacete duro como pedra.
 
- Me diga quem você é, Louis. – ela se virou, adentrando a camiseta dele e arranhando seu abdômen com as unhas longas. – Me conte sua história triste, me diga o quão quebrado você é. Me faça querer consertar você. – ela desceu uma das mãos até a calça jeans, massageando o pau dele por cima dela.
 
- Quando eu te contar, você vai fugir de mim, boneca. – ele disse, tentando não gemer. – Quero te foder antes que você possa me odiar. – ele levou as mãos diretamente até a bunda da menina, apertando e descendo um tapa na poupa desnuda.
 
- Me conte e eu te falo meu nome. – Harry barganhou. – Assim você vai poder se masturbar chamando pelo nome certo. – provocou, gemendo baixinho.
 
- Você tá tão molhada, não é? – ele sorriu para si mesmo. Ao invés de obter uma resposta, apenas observou Harry levando a mão direita por baixo da saia, gemendo baixinho ao que tocou a boceta que pulsava. Ela trouxe dois dedos encharcados até os lábios de Louis e os esfregou ali, vendo o mesmo agarrar seu pulso e sugar ambos, deixando os completamente limpos. – Que gosto bom, princesa.
 
- Qual é sua parte mais fodida, Louis? – ela se afastou, alcançando a mochila abandonada no chão e pegando o maço de cigarros, sentando-se ali antes de acender um.
 
- Você realmente não vai desistir, não é? – ele riu nasalado, sentando-se ao lado dela e pegando uma cerveja para si e outra para ela, dando-lhe já aberta. – Eu tive uma filha, muitos anos atrás. – começou. – Eu e a mãe dela tivemos uma breve história e ela sumiu, depois descobri da gravidez e quando liguei, ela me disse que ela tinha morrido. Essa é minha parte mais fodida. – Louis deu de ombros, bebendo sua cerveja toda de uma vez.
 
- Você amava a mãe dela? – Harry observou ele pegar mais uma cerveja.
 
- Não. Nunca amei, na verdade, nem sequer me apaixonei. – ele respondeu, tirando um baseado do maço de cigarro e acendendo.
 
- Como ela era? – Harry puxou a mão de Louis que segurava o cigarro de maconha e o tragou ainda entre os dedos de Louis.
 
- Loira, olhos verdes, inconsequente e muito, muito metódica. – ele respondeu, olhando o horizonte. – Chata pra caralho. Mas as vezes eu penso que ela não saberia cuidar da nossa filha, penso que tenha sido melhor do jeito que foi. Não me entenda mal, eu faria de tudo pra ter minha filha comigo, mas um pai não consegue uma guarda alegando falta de amor, saca? – ele suspirou. – Essa é a história triste da minha vida.
 
- Qual era o nome dela? – Harry soltou a fumaça da maconha, olhando diretamente para a boca de Louis.
 
- Da minha filha, nunca soube. Da mãe dela, Catherine. – Respondeu, ainda fitando o horizonte. – Eu queria ter sido um pai, um bom pai. Ser o que eu nunca tive. A parte fodida não é que eu não tenha nunca mais tido filhos, a parte fodida é que eu tive quando menos podia ter e simplesmente ela morreu. Por isso eu disse mais cedo, eu não consigo entender um pai que escolhe ficar longe da própria filha. – Louis tragou o baseado, entregando pra Harry logo depois.
 
- É, por alguns segundos eu cheguei a pensar que você era meu pai. – ela soltou, fazendo Louis cair na gargalhada.
 
- Seria péssimo, porque eu não poderia te foder mais. – ele olhou para a garota, sorrindo ladino.
 
- Mesmo? É, seria uma pena. Principalmente ter que conviver com você e ver você fodendo outras mulheres e saber que nunca seria comigo. – Ela rebateu tragando e devolvendo o baseado pra ele. – Mas porque achou que eu te odiaria?
 
 
- Sei lá, talvez porque eu devesse ter pelo menos sabido da existência da minha filha, não sei. – Ele deu de ombros.
 
- É, você é quebrado. – ela suspirou.
 
- Qual a sua tara com pessoas quebradas? – Louis perguntou, curioso.
 
- Não vale a pena se relacionar com alguém que não tenha que ser salvo. Eu gosto da sensação de cuidar de alguém e mais do que isso, gosto de sentir que sou a única coisa que a pessoa tem. Você só acha que não é bom pra mim porque não sabe que a única maneira que eu tenho pra me sentir viva é ser a âncora de alguém. – Harry terminou sua própria cerveja, deixando a garrafa vazia de lado.
 
- Você é terrivelmente fodida da cabeça, não é? – ele riu.
 
- Completamente. – afirmou.
 
- E qual é o seu nome? – ele questionou sorrindo.
 
- Harry. – ela sorriu, observando o sorriso ladino de Louis. Ela subiu no colo dele, cravando as unhas em sua nuca.
 
- Harry... – ele suspirou, segurando com firmeza em suas coxas.
 
- Shhh. – ela o silenciou, empurrando seu peito para que ele se deitasse. – Não diga nada. Eu vou cuidar de você. – ela sussurrou entre seus lábios, rebolando em seu colo. – Você é meu, papai. – Ela puxou seu lábio inferior entre os dentes, o sentindo lamber seus lábios antes de aprofundar o beijo, puxando a camiseta dele pra cima.
 
- Você tem meia hora pra fazer o que quiser. – Louis agarrou os cabelos da nuca da garota, virando sua cabeça para que conseguisse sussurrar em seu ouvido. – Depois eu vou brincar com você, do jeitinho que eu bem entender. – ditou, espalmando um tapa em sua bunda.
 
- Eu sempre domino, Louis. – ela rebateu, sentindo o tecido encharcado da calcinha ao se esfregar no jeans de Louis.
 
- Não comigo. – Ele sorriu ladino, subindo a mão livre até os peitinhos pequenos da garota. – Você vai ser minha bonequinha, bebê. Toda minha. – ele esfregou o dedão por cima de um dos mamilos durinhos, fazendo Harry gemer manhosa.
 
Harry assentiu devagar, beijando Louis e gemendo contra sua boca. Se afastou para abrir a calça dele puxando com seu auxílio ela até o início das coxas. Ela colocou a mão por dentro da cueca, puxando o pau grande e o grosso pra fora, sentindo seu baixo ventre retorcer com a visão. – Meu Deus. – gemeu, masturbando o cacete gostoso devagar, obcecada pela quantidade de pré porra que saía. Ela subiu a blusinha até acima dos peitinhos, os deixando expostos para Louis, os mamilos durinhos de tesão. Se ajeitou de novo, puxando a saia pra cima e a calcinha pro lado. – Vou cuidar do meu papai, sim? Ela esfregou a cabecinha em seu clitóris, melando ela toda com sua lubrificação.
 
- Porque tão apressada? – Louis sorriu ladino, apertando os peitinhos e a vendo revirar os olhos. – Tenho uma coisa tão melhor pra você, princesa. Vem aqui, monta no meu rosto. – ele agarrou sua cintura, a trazendo feito uma bonequinha de pano para sentar direto em sua língua.
 
- Não... – ela apoiou as mãos na pedra gelada abaixo deles.
 
- O que foi, gatinha? – Louis perguntou curioso, lambendo uma de suas coxas, apertando a bunda redonda e gordinha entre os dedos. – Não quer ser boa pro papai?
 
- Quero. – ela assentiu, nervosa. – É que...
 
- É que? – ele subiu a língua devagar, lambendo toda a virilha.
 
- Nunca... – Ela gemeu, rebolando inconscientemente, tentando dizer a Louis que nunca um cara havia a feito gozar assim.
 
- Nunca transou, princesa? – ele sorriu ladino.
 
- Não, eu já transei, só nunca... – ela gemeu baixo quando sentiu um beijo molhado bem acima do clitóris inchado. Arrepiando com a respiração dele tão perto da boceta encharcada.
 
- Nunca teve um homem de verdade. – Louis completou. – Cala a boca, pequena. Aproveita. – ele bateu na bunda gostosa, lambendo suave toda a boceta quente, aproveitando o gosto cítrico da lubrificação abundante. Ele lambeu o clitóris pela primeira vez, arrancando um gemido alto de Harry. Ele passou a sugar e esfregar a língua nele, deixando a menina cada vez mais insana e gemendo cada vez mais alto. – Vira.  Deixa eu te fazer gozar enquanto você aproveita a vista. – ele lhe deu um tapa na coxa, logo após a ajudando a se virar, a bunda arrebitada em seu rosto e o olhar diretamente pra paisagem tranquila. – Esfrega sua boceta gostosa na minha língua, boneca. Continua me molhando assim, igual uma cadelinha no cio.  – ele agarrou a cintura dela, a ajudando a rebolar em seu rosto, sentindo as unhas cravadas em suas coxas e ouvindo os gemidos escandalosos. Harry estava insana, a sensação de Louis mamando tão bem sua boceta pulsante era surreal, o sol descendo entre os pinheiros e o vento gelado em seus peitos, tudo era novo e a liberdade crua possuía cada poro de seu corpo.
 
- Papai. – ela soluçou, rebolando mais rápido enquanto Louis sugava seu clitóris.
 
- Goza, bebezinha. Deixa o papai orgulhoso. – Ele sorriu, mordendo o clitóris de leve antes de voltar a esfregar sua língua nele, de um lado pro outro, de cima pra baixo e movimentos circulares. As pernas de Harry começaram a tremer e ele apertou mais sua cintura, a ouvindo gemer alto e o clitóris pulsar forte, a boceta expulsando tanta lubrificação que escorria por sua garganta. Harry caiu deitada acima de seu tronco, o corpo todo tendo espasmos. Louis segurou sua bunda e a abriu, olhando o cuzinho pequeno piscando e o buraco da boceta brilhando na luz do sol, toda vermelhinha e judiada pela barba rala. Gemeu baixo, não aguentando a vontade e esfregando dois dedos na entradinha, sentindo Harry tentar se afastar. – Não seja mau criada, eu não vou te dar descanso. Vou abrir sua boceta com meu pau e você vai se foder nele como tanto queria. – Louis segurou firme em sua coluna, empurrando ela pra baixo e começando a bater na bunda branquinha de leve, até os gemidos se tornarem gritos e a carne branca se tornar vermelho vivo. – Gostosa do caralho, uma boa vagabunda que sabe apanhar. – Louis mordeu sua coxa, arrancando mais um gemido surpreso da garotinha. – Vai, Harry. Faça o que eu mandei.
 
Harry assentiu, virando o corpo e montando em Louis novamente, esfregando a boceta no cacete dolorido. – Vou cuidar do papai. – Harry disse ofegante, sentindo Louis enroscar os dedos na calcinha rendada e a rasgar nas laterais, puxando o pano miúdo e jogando no chão.
 
- Não gosto de nada me atrapalhando. – Ele sorriu ladino. – Cuida do seu papai então, bebê. Seja minha boa menina.  –  ele acariciou o rosto de Harry.
 
- Você acabou com a minha calcinha, ela deixava minha bunda incrível. – ela fez manha, recebendo um tapa leve no rosto.
 
- Eu te dou a porra de uma coleção inteira dessa merda, amor. Se preocupa em me fazer gozar no fundo da sua boceta. – Louis a observou assentir devagarinho, segurando na base do seu pau e posicionando na entradinha, começando a descer e gemendo a cada centímetro que engolia. – Cacete princesa, que boceta apertada do caralho. – Louis grunhiu, sentindo ela engolir tudinho, a borda esticada da boceta pressionada em sua pelve. – Senta, amor, se fode no meu pau. – ele puxou Harry pela nuca, a beijando intensamente, sentindo a boceta dela pulsar e sufocar seu pau no calor apertado. Ele separou o beijo para atacar seu pescoço a marcando até chegar na onde realmente queria. Ele lambeu os peitos de Harry, puxando um dos mamilos com os dedos e outro com os dentes, apertando e judiando dos montinhos macios.
 
A garota ficava cada vez mais insana, subindo e descendo o quadril pela primeira vez, os dois gemendo alto em uníssono. Ela subiu e desceu mais uma vez, logo após outra e mais outra, pegando seu próprio ritmo, gemendo alto com os olhos revirados. Ela se afastou, apoiando as mãos no peito repleto de pelos ralos bem acima da tatuagem dele. Seus quadris iam pra frente e pra trás, subindo e descendo, girando e voltando a se esfregar. Harry estava em outra dimensão, o pensamento limpo como não estivera à anos. Sua respiração era engatada e ainda assim, ela nunca tinha sentido seus pulmões tão cheios de oxigênio, o cacete de Louis a fazia querer explodir de dentro pra fora por tamanha sensação gostosa e, ainda assim, ela sentia paz. Sem medo de morrer, ela se permitia cair no limbo dos corações partidos, o gelo na barriga enquanto as borboletas voavam eram muito bem acompanhadas pelo relevo em seu baixo ventre. As mãos possessivas não lhe ditavam regras, lhe impunham mais prazer. O vento gelado não era desconfortável, era sinônimo de estar livre. Os gemidos do outro não eram irrelevantes, eles eram a motivação maior para continuar se fodendo e gemendo alto, era o som mais reconfortante que tivera em tempos. Harry não era uma garota com desejos comuns, ela desejava ser o centro do mundo de alguém, ela desejava possessividade e bagunça interior, queria o caos e marcas no seu corpo quando acordasse no dia seguinte. Ela queria que Louis a fodesse tão bem mentalmente quanto à fode agora, a pressionando pra baixo enquanto arremete o quadril em dó, dando tudo de si e tirando tudo dela. Harry abriu os olhos, olhando Louis obcecado por si, analisando cada pedacinho de pele que ela mostrava, sendo devoto à ela. Louis olhava sua boceta vermelha e inchada enquanto a fodia mais e mais.  A garota achava que sua boceta, seu corpo e seus buracos eram a cura para os corações partidos dos homens, deixava que eles dormissem em cima de si para que se sentissem melhores pela manhã. Harry era quebrada, fodida, usada. Ela era perfeita para Louis que, tão insano quanto, nunca deixaria a garotinha frágil e dependente escapar de si. Com talvez meia alma no lugar de uma, Louis era tão necessitado de cuidado quanto Harry e tão indiscutivelmente frágil quanto ela. Duas almas quebradas aproveitando uma da outra, dos medos, frustrações, confissões e desejos. Louis olhava a boceta de Harry com fome, maluco pra tê-la na boca mais uma vez e sentir o corpo da garota amolecer, maluco pra fode-la tantas vezes até a garotinha chorar. O que não foi necessário, já que só encontrar os verdes intensos da menina, ele a viu chorar. Ela se jogava contra suas estocadas e os peitos pulavam consigo, a boca semi aberta gemia alto e as sobrancelhas juntas serviam de moldura para o choro escancarado.
 
Harry foi jogada pro lado e colocada ajoelhada de frente ao por do sol. Louis agarrou seus cabelos e pairou atrás dela, metendo o cacete dentro da boceta que parecia nunca se alargar. Ele deixou a cabeça da menina jogada em seu ombro e firmou mais o aperto em seus cabelos, levando a mão livre até a boceta gostosa, massageando seu clitóris. – Chorando pro papai, minha garotinha? – ele sussurrou, começando a estocar, ela se arqueando e deixando a bunda mais empinada para si. – Uma garotinha tão, tão boa. Que boceta boa, bebê, sabe que agora ela é só do papai, não sabe? Se não, papai vai ter que matar quem tocar no seu corpinho. – Louis manipulou, a vendo chorar mais. – Você quer isso?
 
- Não, papai, Harry é só sua, sua princesinha. – ela gemia, sentindo os joelhos ralando pelo atrito forte mas pedras, devido as estocadas. – Goza dentro de mim? – Ela gemeu, agarrando a nuca dele.
 
- Quer ficar bem cheia de porra, bebê? – Louis deslizou a mão da nuca até o pescoço suado, apertando ali. – Quer o papai marcando você? Quer andar por aí com minha porra vazando? – ele sorriu, vendo Harry assentir desesperada. – Vai ser minha vagabunda, não vai? Você é perfeita demais, boneca. – Louis passou a esfregar o clitóris dela mais rápido e a beijou, os gemidos da menina abafados contra sua boca. Louis sentiu quando ela gozou, apertando seu pau pra caralho, pulsando enquanto ele esporrava em seu interior. – Está cheia, do jeitinho que queria. – Louis sussurrou entre seus lábios.
 
- Obrigada. – ela acariciou sua nuca, olhando em seus olhos.
 
- O que está agradecendo? – Louis mantinha o pau no fundo da boceta que pulsava forte, acariciando e beliscando os mamilos gostosos.
 
- Não sei. – Harry riu fraco, gemendo baixinho. – Me fode de novo. – ela engoliu em seco. – Não quero que isso acabe.
 
- Quem disse que vou deixar você ir embora, gatinha? – Louis sorriu, apertando o pescoço dela. – Se quer meu cacete te fodendo de novo, vai ter que usar sua boca esperta pra me deixar duro. – Ele firmou seus olhos no dela, apreciando o brilho bonito que eles tinham.
 
- Você vai me mandar embora, Louis. – ela respondeu com dificuldade, lágrimas gordas deslizando pelas bochechas coradas. – Me deixa te ter na minha boca pela primeira e última vez. – Ela se virou, o empurrando até que caísse sentado, se ajeitando entre suas pernas. Ela se colocou de quatro, empinando a bunda redonda e vermelha pro horizonte, deixando a boceta quente e molhada exposta no vento gelado, se arrepiando. Ela esfregou o nariz nos pelos ralos, inalando o cheiro de porra misturada com sua lubrificação e sabonete, lambendo uma faixa gorda sob o pau melado e semi ereto. Ela olhava para Louis fixamente, mamando a glande enquanto chorava.
 
Louis estava hipnotizado, fazendo carinho em sua bochecha molhada enquanto seu cacete inchava dentro da boca carnuda. Ele pegou um cigarro e acendeu, se apoiando nos cotovelos e aproveitando o momento, gravando cada milímetro do corpo de Harry em sua memória. A bunda arrebitada, a coluna arqueada, os peitinhos balançando conforme ela levava mais de seu pau pra dentro da boca e a sua glande macetava a garganta da garotinha, que apenas judiava mais e mais de si mesma, engolindo toda pré porra que escorria por sua língua enquanto mamava com vontade.
 
- Porque está chorando, pequena? – Louis perguntou, soprando a fumaça do cigarro em seu rosto. Harry não lhe respondeu, continuou o engolindo cada vez mais, sendo lenta em seus movimentos, fazendo que o momento durasse uma eternidade para si. – Me responda, Harry. O que aconteceu? – Louis perguntou novamente, sentindo-a negar. Ela cravou as unhas em suas coxas, engolindo o cacete todo e mantendo ela em sua garganta, os olhos sempre grudados nos de Louis. – Porra, gatinha. Você é tão boa pro papai. – Louis gemeu, segurando em seus cabelos e estocando pra cima como conseguia, fodendo a boquinha quente e gostosa dela. Ele levantou seu rosto e ela começou a tossir ao que ele deixou o cigarro entre os lábios pra abaixar mais a calça. – Deita. – ele tragou o cigarro à vendo obedecer, deitou-se na pedra gelada e abriu as pernas, esperando Louis fazer o que ele quisesse consigo. Ele se pôs entre suas pernas, apoiando uma mão ao lado de sua cabeça e segurando o pau com a outra, metendo pra dentro da boceta encharcada de lubrificação e porra. O cigarro foi jogado após uma última tragada e a mão livre posta no outro lado da cabeça de Harry. Ele arremeteu o quadril pela primeira vez, gemendo grosso e fazendo a garotinha gritar agarrando sua nuca.
 
- Porque está chorando, bebê? – Louis sussurrou entre seus lábios. – Conta pro papai, seja minha boa garotinha. – ele lambeu seus lábios, começando a estocar mais rápido e com força.
 
- Essa é a primeira e última vez. – Ela disse, entrelaçando as pernas no quadril de Louis e abraçando sua nuca força, não deixando ele se afastar. – Não tem problema, Lou. Eu estou acostumada. – Harry soluçou. – Por favor papai, só continua. Prometo que você não vai me ver nunca mais, só por favor, termina o que você começou. – Ela olhava nos olhos de Louis, que a olhava de volta com uma expressão indecifrável.
 
- Porque pensa isso, Harry? – Louis esfregou seus lábios aos dela.
 
- Não importa. – Harry respirou fundo, se acalmando. –Isso não significa nada. Continua me fodendo, por favor. – ela pediu, suas lágrimas ainda caindo insistentes. Ela firmou os dedos nos cabelos da nuca de Louis, beijando seus lábios com carinho e passando a rebolar devagar, sentindo o pau ainda fodidamente duro.
 
- Harry. – Louis sussurrou, os olhos grudados aos dela. – Você vai ser minha garotinha. Não vou deixar ninguém te machucar de novo. – ele acariciou suas bochechas molhadas, beijando seus lábios com carinho, passando a estocar contra a boceta que o apertava dolorosamente. Louis sentiu raiva por saber que Harry era tão só, sentiu o peito queimar enquanto percebia quão desesperada por amor a garota era. Era tão frágil que chorava só em pensar que ele iria embora, um cara vinte anos mais velho e que estava a fodendo ao ar livre cercado de bebida barata. Louis beijou seus lábios com fome, passando a estocar fundo e rude dentro da menina. – Assim como você precisa ser cuidada, eu preciso de alguém pra cuidar. Você vai ser minha, bonequinha.
 
- Só sua. – ela gemia alto. – Fode papai, fode. – ela gemia alto, chorando compulsivamente enquanto Louis tinha o rosto enterrado em seu pescoço, gemendo rouco em seu ouvido enquanto usava sua boceta com força. Harry estava insana, uma imensidão de sentimentos e sensações lhe arrebatando de uma só vez.
 
- Que boceta boa, amor. – Louis disse rouco, apertando a bunda de Harry com força. – Geme meu nome, Harry. – Louis começou a beijar todo o pescoço da menina, desejando-a tanto que poderia morder até que seu sangue estivesse em seu paladar.
 
- Louis, mais, me faz gozar de novo. – Harry implorou, sentindo o cacete de Louis em todo seu corpo, descobrindo que uma foda podia ser muito mais prazerosa do que imaginava. – Goza dentro, papai, bem lá no fundo. – Harry tinha as costas arqueadas e os olhos revirados, os gemidos escapavam altos de sua boca sem permissão.
 
- Feliz aniversário, Harry. – Louis soprou em sua orelha, gozando na garotinha e mantendo o cacete todo pra dentro, sentindo-a cortar a pele das suas costas com as unhas afiadas. Ele beijou as bochechas coradas e úmidas de Harry, beijando os lábios entreabertos dela com carinho, sentindo o corpo todo relaxar abaixo do seu. – Fica quietinha pra mim.
 
Harry assentiu devagarinho, sentindo os beijos de Louis descendo por seu pescoço, seguindo beijando seus ombros, sua clavícula, até os peitos aonde ele passou  a mamar, morder e chupar a pele, deixando suas marcas. Harry gemia manhosa, sentindo Louis mamar em seu mamilo enquanto seu coração explodia rápido no peito. Ela estava insana e apavorada ao mesmo tempo, sentindo que Louis iria à destruir para sempre, ao ponto de que nenhum outro conseguiria a fazer sentir bem sequer metade. Ele apreciava seu corpo, ele a fazia sentir desejada de verdade, a fazia sentir vista. Apesar de tudo estar acontecendo como sempre acontece, dessa vez o homem em cima de si não gozou, subiu as calças e foi embora. Louis, por mais quebrado que fosse, parecia descontar todo seu vazio consumindo seu corpo pra dentro do seu. Ele a tocava como se suas mãos fossem transpassar sua pele contradizendo a possessividade tão crua, a boca marcava como se quisesse expor a menina como uma boneca a qual lhe pertencia. Ele abandonou os peitos dela os deixando completamente arroxeados, deslizando a língua por toda barriga branquinha, marcando-a acima da mariposa tatuada em seu estômago. Mordeu e sugou a pele de seus quadris, sentindo a menina agarrando seus cabelos e o corpinho tremendo, ansiosa para ter sua língua quente na boceta judiada mais uma vez.
 
- Você é fodidamente gostosa, Harry. – Louis sussurrou contra a boceta encharcada, lambendo desde a entradinha até o clitóris inchado. Ele firmou as mãos em suas coxas que tentavam se fechar, a obrigando a manter as pernas bem abertas para ele. Ele engoliu a lubrificação misturada com sua porra que escorria, passando a esfregar a língua por toda boceta, devorando a garotinha que gemia alto e gritava seu nome. Louis soltou a coxa esquerda da menina e deslizou os dedos até a bocetinha, metendo dois dedos pra dentro dela sem aviso, tirando um grito alto dela e  passando à estocar rápido enquanto sugava e esfregava o clitóris sem descanso. – Deixa a porra das duas pernas abertas pra mim, Harry. – mandou, sentindo ela afastar as mesmas de sua cabeça. – Boa garota. – ele gemeu, voltando a mamar a boceta, curvando seus dedos enquanto metia.
 
- Me deixa gozar, papai? – Harry disse ofegante, empurrando a cabeça de Louis contra a boceta que pulsava forte. – Assim , continua, não para por favor. – Ela passou a rebolar contra a língua habilidosa, engasgando com os próprios gritos de prazer. – Porra Louis, que boca gostosa, mama sua bonequinha, judia de mim. – Harry tremia cada vez mais, sentindo o baixo ventre contorcer e o clitóris latejando pelos movimentos tão precisos. Ela pressionou mais a cabeça de Louis contra seu clitóris, fechando as pernas e o privando de oxigênio enquanto gozava forte em sua boca, o mantendo ali engolindo tudo de bom grado. Ela deixou as pernas caírem ao lado do corpo e afrouxou o aperto, fazendo carinho no couro cabeludo de Louis enquanto tinha espasmos. Ela sentia o homem beijando suas coxas enquanto tentava regular sua respiração assim como ela, os dedos de ambas as mãos fazendo um carinho delicado em seus quadris, quase como se nem ao menos ele percebesse o que fazia. Ela manteve os olhos fechados e sentiu Louis se desvencilhar de seu corpo, ouvindo o barulho do zíper da calça sendo fechado. Ficou com medo de abrir os olhos e vê-lo se afastando, por isso continuou ali, na esperança de que ele dissesse algo antes de ir embora ou quem sabe ficasse consigo mais um pouco. Se assustou quando sentiu sua saia ser abaixada e a blusinha ajeitada, cobrindo seu corpo.
 
- Vem aqui. – Louis chamou sua atenção, sentado ao seu lado. Ela abriu os olhos e o deixou ajeitar ela, ficando sentada no meio de suas pernas com as costas encostadas em seu peito. Ele a envolveu com seus braços, beijando sua bochecha. – Você trouxe blusa de frio?
 
- Uhum. – Harry respondeu, aproveitando o que achava serem os últimos minutos com Louis.
 
- Ótimo, é frio demais na estrada, principalmente quando estamos de moto. – Ele alcançou um cigarro acendendo, tragando e oferecendo pra Harry que aceitou.
 
- Vamos pra onde? – ela tragou o cigarro, olhando o sol se por.
 
- Pra minha casa, é numa cidade próxima. Você volta quando quiser, se quiser. – Louis respondeu, acendendo um cigarro para si quando percebeu que Harry não lhe devolveria, rindo sozinho.
 
- Tá rindo de que? – perguntou curiosa.
 
- Nada. – ele sorriu, cheirando os cabelos encaracolados.
 
- Então você vai me levar pra sua casa?
 
- Sim, se você quiser. – Louis tragou seu cigarro. - Você é muito mais que uma mulher gostosa e com uma boceta boa pra caralho, queria te conhecer. Eu não sou um babaca igual os outros. – justificou.
 
- Quando eu disse não, não era porque nunca me chuparam, era porque nunca tinham me feito gozar com a boca e era sempre um tédio. – Harry disse, dando de ombros.
 
- Fico feliz em ter sido o primeiro mas, não me conta de outros caras não. – Louis riu. – Quero imaginar que você é só minha, mesmo que não seja. – Ele sussurrou, beijando sua bochecha. – Vamos, as cervejas e o vinho cabem na sua mochila?
 
- Hm... – Harry suspirou, com medo do que Louis iria pensar dela. – Cabem.
 
Louis levantou, vestindo a jaqueta e entregando a mochila de Harry para ela, separando as cervejas que iriam levar.
 
- Lou. – Harry chamou, atraindo a atenção dele. – As cervejas cabem, mas aí não vai ter espaço pro fofinho. – Ela mostrou o coelhinho de pelúcia.
 
- Ele parece você. – Louis sorriu, pegando o coelhinho e colocando no bolso da jaqueta, a cabeça e as orelhinhas pra fora do bolso. – Veste a blusa, boneca.
 
Harry assentiu, tirando o moletom da mochila e vestindo, olhando Louis, mais velho, grisalho, todo marrento com jaqueta de couro e um coelhinho pequeno no bolso, nem sequer pensando no que os outros caras pensariam dele. Ela sorriu boba, sabendo que por mais idiota que fosse, ninguém faria isso por ela, nem pelo fofinho. Ela ajeitou as cervejas e o vinho dentro da mochila, fechando. Louis prontamente a pegou e colocou num ombro só, segurando em sua mão para que ela levantasse e a puxando pela cintura, lhe beijando com calma e carinho. Ele segurou em sua mão, e eles desceram em silêncio, andando em direção à moto.
 
- Ei! Tomlinson, aonde você se enfiou? Eu estava te procurando, não vai competir? – Um homem gritou, se aproximando correndo.
 
- Não vou cara, foi mal. – Ele olhou pra Harry e voltou o olhar pro homem. – Tenho coisas mais importantes pra fazer, quem sabe ano que vem. – Ele sorriu.
 
- Você compete à anos, Tomlinson, você sempre ganha!
 
- Eles não vão me vencer porque não irei competir, deixa eles serem felizes um pouco. Ano que vem eu acabo com eles de novo. – Louis puxou Harry, voltando a andar.
 
- Você não quer competir, Lou? Eu posso te assistir. – Harry perguntou.
 
- A única coisa que eu quero é ir pra casa, pedir comida e te foder de novo. – Ele respondeu, olhando o sorriso ladino de Harry querendo escapar. – Ano que vem você vem comigo, vestindo uma camiseta com meu nome.
 
- Combinado.
 
Louis ajeitou a mochila nas costas de Harry assim que eles chegaram na moto, ligando a mesma e pegando o capacete a mais no baú ao lado da moto. – Deixa eu colocar em você. – pediu.
 
- Se importa se eu for ouvindo música? – Perguntou, vendo ele negar. Ela colocou os fones e deixou ele ajeitar o capacete em si, não sem antes lhe roubar um beijo. Ele a ajudou a subir na moto, se ajeitando logo após e dando partida, saindo do evento e pegando a estrada fria rumo à sua casa.
 
 
Você consegue se lembrar de algum dia na sua vida em que nada está certo, mas de repente, o universo dá uma reviravolta e você nem consegue mais de lembrar do sentimento que te fez chorar pela manhã? Hoje era esse dia, para Harry, que abraçava Louis e brincava com a orelha do fofinho entre os dedos. A mesma música que ouviu quando chegou soava nos fones, ela olhava o céu alaranjado quase escurecendo por completo e sentia que Louis havia preenchido suas lacunas. Ela sabia que era perigoso, sabia que talvez esteja na situação mais inimaginável que poderia. Mas é o que parece certo e o que fez seu coração se acalmar. É o que fez suas dores diminuírem e seu peito oxigenar.
É o que lhe fez sentir vista e querida, como alguém que merece amor.
É o que é.
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'Misty Morning at Yotsuya Mitsuke' (1932) by Kawase Hasui (Japanese, 1883–1957).
Published by Doi Sadakazu.
Woodblock print.
Image and text information courtesy MFA Boston.
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tummy hurtz ;-;
Aur kha misti doi
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antiquity1111 · 1 year
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I forgot to mention this in my translation for BNHA No.387, but Geten is using his Quirk despite wearing the Quirk-suppressing shackles used at Tartarus and Atsuhiro/Mr. Compress is connected to some kind of machine with a tube inserted into his abdomen.
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The illustrations show a slick coating of ice forming on the walls of Geten’s cell and misty condensation clouds flitting through his and Atsuhiro’s cells (the cold air is escaping Geten’s cell to enter Atsuhiro’s cell through the vent to Geten’s right). Their breath is visible as they exhale. It seems the Quirk-suppressing shackles don’t work on element-based Quirks like Geten’s. That’s a cool bit of info and great to know for all you fanfic writers. That would mean that the shackles would also not be effective on Touya’s Quirk, eh? That poses a problem now, doesn’t it, if we are to assume that Touya will survive the war and be imprisoned in Japan’s maximum security prison for people with especially tricky or dangerous Quirks? What’s to stop him from breaking himself (and his friends, assuming they survive) out of prison and disappearing into the night?
Moving on to Mr. Compress, I’m no medical expert, but I think that that equipment might be something like a peritoneal dialysis machine or artificial liver support system. In either case, the technology would be doing the job of filtering his blood of impurities and toxins that would otherwise build up in his body with life-threatening consequences and assisting with, or performing, other major functions of the liver.
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The continued need for medical assistance to keep him alive means that Atsuhiro/Mr. Compress did, in effect, sacrifice his own life for Dabi, Toga, Spinner, and Tomura. He fully expected and was prepared to die for the sake of the League of Villains. Now, it seems the only thing standing between him and certain death is a machine.
Here are some educational resources for anyone interested in learning more about peritoneal dialysis or artificial liver support:
https://www.kidney.org/atoz/content/peritoneal
https://www.kidneyfund.org/treatments/dialysis/peritoneal-dialysis
https://www.medicalnewstoday.com/articles/artificial-liver
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/jgh.15255
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Her hoot.
Her lie both of manes lived there.
She lived to cycle-in the tourists of hoop eras.
Her lie was indeed principle to my fame of her Earth.
She was her lie to-tell.
She was her judge-to-keep.
She was a misti-doi enterprise.
She was hers wise-slurp of slumber-lie tell.
She was her soup.
She knew.
She.
Sunidhi.
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afternoonblues · 6 months
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people you'd like to get to know better game
heyy @smolhours thank you so much for the tag! hope you've been well? always nice to see you on my dashboard.
last song: tere bin by atif aslam (I MISS THIS MAN singing nowadays and his voice. the nostalgia though....is off the roof bc tell me why bollyword don't make music like this anymore)
favorite color: monochromatic, pastels & all shades of blue (forgive me but i cannot for the life of me choose a single colour as a favourite)
sweet/savory/spicy: i'm desi, specifically bengali indian so you CANNOT expect me not to say spicy. (although bengalis are quite known all around the world for the magic they do with their sweets, i'm not a really sweet person. although i do have some favs like rosomalai, chanar jilepi, motichur [not the laddu, this one is square-shaped], patishaptah & of course, the classics - warm chanar rosogolla & misti doi.)
currently watching: yesterday i finished utakoi & it was overall a pretty good show. i liked most of the female characters tbh more than their male counterparts. currently, i'm not really planning on binge watching anything although i'm watching the recent episodes of ghosts season 3 (the us version) once in a while. it's a fun show to watch to make my mood better. (i know many people prefer the og uk version but well, i tried to watch that & i absolutely hated the colour grading and idk couldn't vibe with the characters, sorry!!)
relationship status: single
current obsession: just like @smolhours (i wish i could catch your name, please tell me only if you want though, a nickname will be good too), i'm too very much obsessed with raven of the inner palace, what a wonderful show and what a masterpiece LN series. my honest wish is that i hope it gets the crown it deserves. i cannot believe i've read some people say that the writing is 'shallow'...how preposterous. i had to roll my eyes so bad at such comments but regardless, i want more and more people to discover this series (crossed fingered & praying for a second season!!!)
last google: "is eyedrops poison" because i saw on twt that a woman killed another woman while in prison with eyedrops. imagine how baffled i was when i learnt that apparently, eyedrops, if consumed (by mistake) can be toxic to us. the ingrediant that does the poisoning is tetrahydrozoline. it makes our blood level toxic (?) i guess. now, i use eye drops everyday because my eyes gets dry pretty often. it sort of an allergy thingy (plus hereditary issue) so yeah....need to REAL careful from now on.
(not gonna tag anyone specific, anyone can feel free to do this!)
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his-aniki · 1 year
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The misty jungle, Doi Inthanon National Park, Thailand
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bokunopromo · 2 years
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Como vocês estão, passarinhos? Tô passando mais uma vez pra divulgar a minha promo formosa, dessa vez com um spoiler! Voces vão poder saber um pouquinho mais sobre a academia Sanctum depois do read more, e não se esqueçam de votar em qual plataforma o jogo vai ser no link do source. Bora lá.
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Sanctum: Academia para jovens heróis.
Fundada pela heroína Misty Wonder em sua cidade natal, Granvore, na Austrália, a Academia Sanctum é a principal responsável por educar e preparar todos os jovens que um dia sonham em se tornar heróis oficiais, onde aprendem a lidar com seus poderes e usá-los para o bem. Próxima de comemorar 100 anos desde sua abertura em 2004, a academia se orgulha em ter formado os heróis mais famosos da atualidade, que atuam em vários países protegendo os civis dos terríveis vilões que ameaçam a paz mundial diariamente. Todos só tem coisas boas para falar sobre sua alma mater, e a reputação impecável da academia continua chamando a atenção de jovens de todos os continentes.
Para se matricular, os interessados em seguir a renomada carreira de herói precisam passar por dois testes. O primeiro é totalmente teórico, avaliando os conhecimentos básicos do candidato, enquanto o segundo teste é o que realmente conta na hora de aceitar ou recusar um aluno. Caso a pessoa não consiga acertar pelo mens metade do teste teórico, é automaticamente reprovada e precisa tentar novamente no ano seguinte caso queira seguir com seu sonho.
Divididos em grupos de seis, os candidatos aprovados na primeira fase precisam completar uma missão específica em um tempo limite e trabalhando em conjunto. A maneira como os candidatos completam sua missão determina em que área têm mais chances de se destacar no futuro. Caso algum grupo não consiga finalizar a missão designada ou aconteça algum problema durante ela, os candidatos desse grupo específico são todos reprovados. Em casos extremos, podem ser proibidos de prestar o exame novamente.
As áreas disponíveis para os alunos da Sanctum se especializarem são: heroísmo, suporte técnico e serviços públicos. Aqueles que desejam se tornar heróis, combatendo vilões diariamente, focam mais nas aulas de heroísmo, enquanto os alunos que pretendem usar seus poderes para auxiliar os heróis por trás das cenas, seja construindo engenhocas e outros dispositivos úteis ou fornecendo informações sobre os vilões, mostram um interesse maior em aulas técnicas. Já os jovens que pretendem ajudar os civis durante o dia-a-dia, como policiais, advogados ou políticos, ou que querem gerenciar times de heróis, focam no aspecto de serviços públicos.
Ao todo, Sanctum possui quatro Casas, sendo elas: Seraph, Paradox, Cosmos e Legion. Elas foram fundadas em épocas diferentes por alunos considerados lendas no mundo dos heróis, tendo suas próprias características e qualidades. Cada uma é conhecida por formar heróis que tendem a se especializar em uma determinada área, mesmo que não seja obrigatória a participação dos alunos.
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barracodoedson · 4 months
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Compartilhando sonhos - Parte 2
Antigamente nosso mestre de RPG tinha uma gangue. Eram eles: Willian (Zou), José Carlos (Zequinha), Joel (Sapo), Wainer Junior (Junior), entre alguns outros com quem anos mais tarde me encontraria com eles. Um famoso é o Ricardo Fudo (Gordinho) [não aquele Ricardinho Fudo, é um ruivo com traços ocidentais, não sei se ele é ocidental ou mestiço]. Cara, e dizer que a gente convive no mesmo mundo mesmo eu tendo quebrado a ligação com meu mestre há mais de 20 anos atrás.
Zou mais tarde virou parça meu, trabalhava com computadores no meu amigo Juliano Dorte. Fazia parte do nosso pessoal amigo do Le Parkour. E pensar que Juliano Dorte, Celso, Alberto, Randal, eu e muitos outros aprenderam computação com o falecido Mario Fofoca, que em meados de 2000/2001 era um dos únicos que realizava manutenção e fazia serviços relacionados a informática. Esse pessoal mais novo na época ainda tava no meio do caminho. Randal e eu estávamos começando, com 12/13 anos de idade.
Zequinha continuava a fazer parte da minha vida, mesmo que esporadicamente. Que adolescente não gostava de passar tempo naquela Lan House perto da Igreja Matriz em 2003/2004?
Um belo dia ele aparece com o violão dele em plena Lan House com todo mundo jogando junto e começa a cantar "Papai Noel Filha da Puta".
Do nada!! Ele aparece lá e começa a cantar essa música!
O pessoal perguntava: De onde surgiu esse cara?!
Mesma coisa com a gangue do Danilo, o Justiceiro Preto, a Thais e a Paula eu conheci de perto. Agora, caras como Miron e Vitor nunca vi pessoalmente, embora o Danilo sempre me falava: O Edson que ia gostar de conhecer o Miron, acho que os dois iam se dar bem.
E mesmo nunca os conhecendo, ouvia falar deles e das histórias do antigo Colégio do Danilo, lá em Presidente Venceslau. A gangue do meu parceiro Joelmir "Mir" Sato, da qual ele tanto comentava lá no Japão, da qual ele tanto falava. Tanto que um desses caras da gangue dele, que já levou facada e sobreviveu, tava vindo pra lá. Isso nos meus últimos meses no Japão. Fiquei tranquilo que embora fosse voltar pro Brasil, o Mir ia ter com quem contar.
Cara...não é preciso nem ter mais de 20 anos pra saber disso. A gente sempre teve junto. Até mesmo as pessoas que nunca conhecemos, mas já ouvimos falar. A vida real é bem isso aí, e a ficção só reflete isso da maneira como bem entende.
O Ricardo Fudo do qual comentei lá acima era um mestre de RPG tão bom quanto o meu próprio mestre. Os dois formavam uma dupla e tanto. Era mó massa quando a gente se reunia na casa do mestre, só eu, ele, meu irmão caçula e o mestre. Os dois viviam discutindo teorias de RPG e jogos eletrônicos, enquanto nós 4 zerávamos "Legend of Legaia", pra PS1.
Um dia a gente tava jogando RPG na casa do mestre e o Ricardo me disse que ia dar um Ônix como pokémon inicial. Eu falei: Pô, Ricardo! Até parece que você adivinhou um traço forte da minha persona!
Ele respondeu: Por que?!
O Ônix, pra quem não sabe, era o principal pokémon do personagem Brock, que tinha bastante a ver comigo. Na primeira temporada de pokémon, o trio principal era Ash, Misty e Brock.
Aí ele complementou (Sorrindo): Mas ele parece mesmo o Brock, não parece!? Até no jeito, a tara pelas mulheres...aí o mestre e meu irmão começaram a dar risada dizendo: Mas é msm!!
Inclusive até o Gala, personagem de "Legend of Legaia", tem um lado bastante em comum cmg. Do qual compartilho junto, seria o termo certo!
Se tem uma coisa da qual a gente sente falta, e eu sei que muita gente concorda, são esses momentos! Raros, únicos, duram pouco tempo, mas são eternos!
Quem não se lembra quando a gente jogava Pokémon Red/Blue/Yellow fazendo código de GameShark no emulador?!
E quando a gente jogava CS: 1.5 e 1.6 nas Lan Houses de Dracena e de Junkeira em meados de 2003/2004?! Meu irmão pegava ônibus pra Dracena só pra jogar comigo e os colegas! Ia o Luis Ricardo Horta, o Jeferson (Takinha) e o pessoal nosso lá de Dracena. Certa vez encontrei minha parceira de bate-papo na época, Tamara (Angel), andando por Dracena com duas amigas lá perto da praça Arthur Pagnozzi. Todo dia o pessoal conversava na sala de Dracena da UOL. Mais de noite, quando chegávamos da escola.
Um dia, meu irmão e eu fizemos o regaço numa Lan House que existia lá em Dracena. Os dois times eram ruins, pelo menos se comparado a nós. O Luis Ricardo tava junto também. Eu e meu irmão no time dos Terroristas e o Luis Ricardo no time dos Contra-Terroristas. Se não fosse pelo meu irmão e pelo Luis, os dois times não tinham pontuado tanto! E eu lá servindo de vice-líder pro meu irmão. Esse dia minha Magnum esquentou! Eu fazendo regaço só com a Magnum. O tanto de mortes que causei contou no placar do time inteiro, eu tava em segundo lugar, abaixo do meu irmão. Mas as grandes estrelas foram com certeza o Luis Ricardo e meu irmão caçula. Haviam 2 caras no nosso time que pontuaram bem também, eram melhores do que o restante do time. E haviam mais 3 caras no time do Luis que eram bons também. Longe de dizer que éramos melhores ou piores do que os times naquele dia, todo mundo jogou! E se não fosse pela competência particular de cada um, os times não teriam atingido aquela pontuação. Ninguém pontua tanto assim sozinho, e todo mundo que joga CS sabe disso! Eu particularmente notei que dava pra emboscar vários inimigos juntos sem dizer muita coisa pros caras do meu time. Dava pra ver que todo mundo sabia jogar, mesmo a gente tendo mais tempo de jogo.
Meu irmão e o Luis, que já eram profissionais naquela época, preferiam sempre tática, coordenando o time inteiro apenas com poucas palavras e instruções.
Chegando em casa, meu irmão dizendo: Dih, você tá no caminho certo. Mas vc ainda tem muito a aprender. Faz o seguinte: começa a jogar com time de profissionais. Aí vc vai começar a ter evolução pra próxima etapa!
E quando a gente assistia o "Corvo Repórter" e coisas da nossa época?! Os acontecimentos, os fatos daquela época...só quem viveu pode dizer como é! Quando a gente trocava CD de música e DVD. Ou gravava músicas em CD e filmes em DVD baixados da internet. Eu mesmo vivia trocando CD's de música com a Léia, que estudava na minha sala.
O José Guilherme, que direto comentava sobre coisas que a gente via na TV naquele tempo. A gente passou por bons e maus bocados junto. Eu, ele e nossos amigos. E aquele CD pirata, o Alternativo 2002, que virou uma lenda entre nossas jogadas de "Little Fighter 2"!?
Todo mundo jogava junto no mesmo pc. Cada noite era na casa de um amigo diferente. A gente levava 2 ou 4 joysticks, pra jogar em 8 quando dava! E cara... (Risos) todo mundo queria jogar ouvindo aquele CD! SÓ PORQUE EU E O JOSÉ CONSEGUIMOS ELE DE UM CAMELÔ AMBULANTE LÁ NO MAX CENTER! O CD era tão bom que todo mundo jogava ouvindo ele!
A Tia Tuta, mãe do Randal, vivia cantando aquela música do Fábio Jr., Alma Gêmea! Aliás, tem uma novela que atualmente tá em reprise novamente. Tem o nome dessa música: Alma Gêmea!
Inclusive o cantor Rinaldo Viana, que cantava muito uma outra música, dessa mesma novela, o tema "Uma vez mais", de Ivo Pessoa, no programa Raul Gil, em meados de 2008, nasceu em Arapongas. Mesma cidade onde meu parceiro Joelmir "Mir" Sato nasceu! Ele vivia comentando que o Rinaldo era de lá, de Arapongas! Se não me engano era uma dupla chamada Rinaldo & Liriel. Essa música foi tema da novela, que estreou em 2005 e terminou em 2006. Se não me engano o cantor Rinaldo já cantava essa música em 2004/2005. NÃO ESTOU CERTO QUANTO A ESSA ÚLTIMA INFORMAÇÃO.
Houve um dia em que levei meu irmão caçula e o futuro baixista da nossa banda, "Snake", Murilo Delbianco, lá no Anglo-CID de Dracena pra resolver uns assuntos pendentes. Lá encontrei a Ligia, de tarde, e apresentei os dois.
Isso sem contar nas inúmeras vezes em que alugava fitas de vídeo-game ou filmes na minha conta pra assistir junto com o Murilo Delbianco e meu irmão em casa de noite. Eu tinha conta em 3 locadoras de vídeo diferentes em Dracena! Mais pra frente criei conta em mais uma que existia pra lá da Cachaçaria Água Doce.
Minha reputação era igual "Quarterão com Queijo", aquele famoso lanche do McDonald's. Amado por uns, odiado por outros. Enquanto tinha um fã-clube me apoiando, haviam pessoas que pagavam caro pela minha cabeça ou queriam me ver morto.
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pemudaafashiononline · 4 months
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Tales Woven in Cotton: Pemudaa's Kolkata Collection
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Explore the vibrant soul of Kolkata through our Kolkata doodle t shirts. Enter a world where every print tells a tale, from the iconic yellow taxis weaving through the city's bustling streets to the majestic aura of Maa Durga. Immerse yourself in the aroma of freshly brewed tea, the tasty flavor of Fuchka, and the sweetness of Misti Doi. Feel the rhythm of Kolkata's heartbeat with the logo of Nandan, Biryani, and the timeless legacy of Rabindranath Tagore. Let the Howrah Bridge connect you to the essence of the city, while a boy's football fervor ignites your passion. And as the brilliance of Satyajit Ray unfolds, you'll find yourself enveloped in Kolkata's nostalgia.
Our Bengali printed cotton t-shirts capture these myriad emotions, available in regular fit and a color of cherry red, white, and golden yellow. Each design is a celebration of Kolkata's rich heritage, inviting you to wear your love for the city with pride. Step into the tapestry of Kolkata's culture with Pemudaa – where every t shirt is a journey, and every wear a memory.
Why wait? Buy now from www.pemudaa.com and feel your Kolkata emotions close to your heart.
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yashvitours · 10 months
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Discover a Tropical Christmas Wonderland – Thailand
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Tired of the same old holiday routine? Escape the winter chill and embark on an extraordinary Christmas adventure with Yashvi Tours and Travels. With Thailand now offering Visa-free entry for Indian travelers from November 10, 2023, to May 10, 2024, the Land of Smiles beckons with a myriad of experiences tailored to every wanderer’s dream. Join us in discovering why a Thai Christmas is the ultimate gift you deserve. After reading this blog, we’re sure you’ll be quick to secure your Thailand Tour Packages.
A Tropical Yuletide Wonderland
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Swap snow for sand, and frost for flip-flops! Thailand, with its year-round tropical climate, guarantees a Christmas free from shivers. Revel in the festive spirit as vibrant decorations light up streets, markets, and malls. Step into the world of wonder at Bangkok’s Central World shopping complex, where a towering Christmas tree and a mesmerizing light show will leave you spellbound. Experience the magic of local traditions like Loy Krathong and New Year’s Eve, where lanterns and fireworks paint the night sky in vivid hues of hope and celebration.
Unearth Centuries of Heritage
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Thailand’s cultural tapestry is woven with threads of ancient empires, diverse ethnicities, and enduring religious traditions. Yashvi Tours and Travels invites you to explore the gems of Thai heritage. Begin your journey at the awe-inspiring Grand Palace in Bangkok, a testament to the opulence of Thailand’s history. Admire the Emerald Buddha, a sacred icon revered by millions. Journey north to Chiang Mai’s Doi Inthanon National Park, where pagodas pay homage to the beloved King and Queen, and hill tribe villages open their arms to curious visitors. Immerse yourself in the vibrant customs of the Karen and Hmong communities, gaining insight into a world rarely seen by outsiders.
Nature’s Extravaganza: Thailand’s Natural Wonders
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From misty mountains to pristine beaches, Thailand boasts a landscape of unparalleled beauty. With Yashvi Tours and Travels, you can uncover the secrets of Khao Yai National Park in Nakhon Ratchasima. Traverse dense forests and catch glimpses of elephants, gibbons, hornbills, and a kaleidoscope of orchids. Dive into the cerulean depths of the Similan Islands in Phang Nga, where a vibrant underwater world awaits, adorned with turtles, sharks, rays, and playful clownfish. Or let time stand still on the ivory sands of Krabi’s Phi Phi Islands, including the iconic Maya Bay, immortalized by the film “The Beach.”
Adventure Awaits: From Heart-Pounding Thrills to Serene Escapes
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Whether you’re an adrenaline junkie or seeking solace in nature, Thailand has an adventure tailored just for you. Hua Hin beach in Prachuap Khiri Khan is your playground for heart-pounding water sports. Rent equipment or receive expert guidance for kayaking, surfing, or jet skiing. In Chiang Mai, Yashvi Tours and Travels invites you to the Elephant Nature Park, a sanctuary dedicated to the rescue and conservation of these majestic creatures. Embark on a soul-enriching journey as you interact with elephants in their natural habitat. And when it comes to retail therapy, Bangkok’s Chatuchak Weekend Market is a treasure trove of delights, where you can uncover everything from chic clothing to vintage curiosities.
Culinary Delights: From Street Eats to Gourmet Feasts
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A journey through Thailand is incomplete without savoring its world-renowned cuisine. Yashvi Tours and Travels guides you to Bangkok’s bustling Chinatown, a culinary haven where tantalizing aromas and flavors await. Dive into a world of street food delights, from succulent dim sum to aromatic noodles and succulent seafood. If you’re seeking a taste of home, Thailand’s cosmopolitan cities offer an array of international fare to satisfy every palate.
Nightlife Extravaganza: Dance the Night Away
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As the sun sets, Thailand’s cities come alive with an electrifying nightlife. In Bangkok, Khao San Road beckons with its vibrant energy. Join fellow travelers and locals alike as live music reverberates through the night air, and the streets pulse with an infectious rhythm. Indulge in festive libations and make memories that will last a lifetime.
Conclusion
With Yashvi Tours and Travels, your Christmas in Thailand promises to be an adventure of a lifetime. Plus, here’s an exciting piece of news: Don’t miss out on this opportunity to create unforgettable memories. Contact us today to book your tickets and make this holiday season one for the books!
Article Source : https://www.yashvitours.com/discover-a-tropical-christmas-wonderland-thailand/
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pronititravelagency · 10 months
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Discover The Land Of Smiles: Unveiling The Magic Of Thailand Tour Packages
Thailand, known as the "Land of Smiles," is a country that effortlessly blends ancient traditions with modern delights, creating a tapestry of experiences for every type of traveler. To truly immerse yourself in the enchantment of this Southeast Asian gem, consider exploring Thailand through thoughtfully curated tour packages. Whether you're captivated by the bustling city life, yearning for tranquil beaches, or eager to delve into the rich cultural heritage, Thailand has it all – and more.
Bangkok: The City of Angels Beckons:
Begin your Thai adventure in the vibrant capital city of Bangkok. Thailand tour packages often include guided tours through the bustling markets, majestic temples, and the lively street life that makes Bangkok so iconic. From the opulent Grand Palace to the bustling Chatuchak Weekend Market, every corner of the city tells a unique story. Experience the thrill of tuk-tuk rides and savor authentic street food, creating memories that will linger long after your trip.
Island Escapes: Sun-Kissed Bliss in Southern Thailand:
No Thailand tour is complete without a visit to the breathtaking islands of the Andaman and Gulf coasts. Explore the stunning limestone cliffs of Railay Beach, snorkel in the crystal-clear waters of the Phi Phi Islands, or unwind on the pristine shores of Koh Samui. With Thailand tour packages, you can seamlessly hop from one tropical paradise to another, experiencing the diverse landscapes that have made the country a favorite among beach enthusiasts.
Cultural Treasures: Chiang Mai and the Northern Highlands:
Head north to Chiang Mai, a city nestled amidst misty mountains and ancient temples. Thailand tour packages often include visits to the Doi Suthep Temple, where panoramic views of the city await. Immerse yourself in the rich cultural tapestry of the region, from traditional Thai dance performances to hands-on experiences like bamboo rafting along the serene rivers. The northern highlands offer a tranquil escape, providing a stark contrast to the bustling energy of Bangkok.
Adventure Awaits: Thailand's Natural Wonders:
For the thrill-seekers, Thailand's diverse landscapes offer an array of adventurous activities. Zip-line through the lush rainforests of Chiang Mai, go trekking in the jungles of Khao Sok National Park, or embark on an elephant sanctuary experience. Thailand tour packages cater to adrenaline junkies, ensuring an exhilarating journey through the country's natural wonders.
Luxury Retreats: Pampering Amidst Paradise:
Elevate your Thai experience with luxury tour packages that offer exclusive accommodations, private transfers, and personalized experiences. From lavish beachfront resorts to serene spa retreats, indulge in the best that Thailand has to offer while basking in the warm hospitality that has earned the country its "Land of Smiles" nickname.
Conclusion:
Thailand tour packages open the door to a world of wonders, where ancient traditions coexist with modern marvels, and every moment is a celebration of life. Whether you're drawn to the urban buzz of Bangkok, the serene landscapes of the north, or the idyllic beaches of the south, Thailand invites you to explore its diverse beauty. Let the Land of Smiles cast its spell on you as you embark on a journey that promises unforgettable moments and a lifetime of cherished memories. Happy travels!
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altamontpt · 11 months
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Tó Trips + Rodrigo Leão || Centro Cultural de Belém: noite de viagens embaladas pela música
O Misty Fest arrancou a sua 14ª edição na passada quarta-feira com os concertos de Tó Trips e Rodrigo Leão, no Centro Cultural de Belém. Dois dos maiores instrumentistas nacionais encheram o palco e esgotaram a sala.
[vc_row][vc_column][vc_column_text] O Misty Fest arrancou a sua 14ª edição na passada quarta-feira com os concertos de Tó Trips e Rodrigo Leão, no Centro Cultural de Belém. Dois dos maiores instrumentistas nacionais encheram o palco e esgotaram a sala. A noite iniciou com Tó Trips, uma das figuras incontornáveis da música portuguesa das últimas décadas, a ele juntaram-se em palco António…
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View On WordPress
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undefinible · 1 year
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JUST LIKE A DREAM
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Răspunsuri la întrebări frecvente
- Ce gen de muzică compui?
- Genul meu. Este un fel de Depeche Mode combinat cu Enigma (dar spre deosebire de Enigma la mine există climax), cu accente psihedelice, un strop de muzică clasică și ceva rock pe ici pe colo. Ador să compun muzică de film.
- Când va fi gata albumul?
- Nu știu. Nu mai rezonez cu muzica pe care o compuneam acum ceva timp și am luat totul de la capăt. Am renunțat și la temă, dar și la numele inițial Dancing On The Moon.
Se va numi Undefinable și este integral creația mea. Este un album despre suflet - partea divina din noi, sinele etern, misterios și indefinibil. Eu am scris versurile, am compus linia melodică, eu fac orchestrația și procesarea.
Mi-e greu cu partea tehnică, dar asta e, m-am obișnuit. Dacă m-aș fi ocupat doar de muzică, albumul ar fi fost gata în maxim două luni. Dar sunt prinsă în tot felul de proiecte, pe care mă chinui să le termin.
De exemplu în perioada asta mă concentrez pe finalizarea cărții despre flăcările gemene la care tot scriu de doi ani și ceva, asta în timp ce editez o altă carte, scrisă în 2019, Alchimie în Do major, pe care ar fi totuși cazul să o public.
- Când te putem vedea live?
- Abia aștept să cânt din nou live pe scenă! Doar că eu nu mai cânt covers. Niciodată nu mi-a plăcut ideea de covers, mereu mi-am dorit să cânt doar muzica mea. Când vor fi gata piesele mele la care lucrez deja de ceva vreme, voi pune la punct un show original. Sper cât mai curând posibil.
- Cum arată o zi din viața ta?
- "Just like a dream", așa cum spune un vers din Misty, piesa la care lucrez acum. Peace, bliss and zen.
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